Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Lista de compras evita gastos desnecessários


Pesquisa realizada pelo The Interger Group e M/A/R/C Research, em autosserviços de todo os EUA, revela que nove entre dez pessoas costumam comprar itens que não estão em suas listas de compras. Destas, 66% explicam que agiram assim por terem sido seduzidas por uma promoção, uma oferta de preço, cupom de descontos (pouco usuais por aqui), ou simplesmente porque quiseram satisfazer imediatamente um desejo.

Usualmente empregadas como um recurso para não ultrapassar nossos orçamentos, a pesquisa mostrou que as listas não são tão eficazes assim, pois 61% dos entrevistados compraram entre um e três itens não programados. O interessante é que somente 48% dos homens fazem listas, enquanto que entre as mulheres, “profissionais de compras”, 78% as fazem.

As listas utilizadas não costumam apresentar as marcas das mercadorias a serem compradas. Assim, embora 61% dos pesquisados costumem comprar suas marcas usuais, muitos se deixaram levar pelo momento, optando por outras.

Estes dados mostram a importância do merchandising no ponto de venda. Se uma marca consegue destaque em relação às suas concorrentes no “momento mágico” onde estão reunidos as pessoas, na tarefa de comprar, e os produtos, as possibilidades de uma troca de marca ou de uma compra por impulso são bastante prováveis.

Outros dados, considerando-se a média dos públicos pesquisados, que foram segmentados por sexo e idade, são: 25% estão comprando menos itens e procurando os mais baratos, 17% continuam comprando as mesmas marcas, mas menos itens, 3% compram menos itens, mas de marcas mais caras, 44% não mudaram seus perfis de compras e 11% as aumentaram.
As mulheres... sempre elas...

Quanto a quem lidera os processos de compra, as mulheres o fazem em todos os canais. Pesquisam ou compram on-line, garimpam cupons e vão às compras nas lojas, mais do que os homens. 

Entre os fatores que influenciam nas compras, em primeiro lugar, estão os relacionamentos já estabelecidos com certas marcas (cerca de 65. Em segundo, os cupons de desconto, tabloides das lojas, recomendações de famílias e amigos, ofertas recebidas pela Internet ou smartphones e, em último lugar, vejam só, com apenas 10%, os comerciais de TV.

A partir destes dados, os pesquisadores formalizaram quatro recomendações, para as marcas e para os varejos:

Torne bem clara sua proposta de valor, especialmente para as compradoras. São elas que analisam mais cuidadosamente o que comprar. Assim, as marcas devem demonstrar claramente seus diferenciais para não serem deixadas de lado.
As mulheres exercem um papel importante nas atividades que precedem as compras. Considere investir na comunicação que pode impactá-las antes de chegarem às lojas.

Promoções e merchandising resultam em compras por impulso. Variar constantemente a comunicação nas lojas, usar o cross-merchandising e exposições diferenciadas são boas táticas  para criar maior visibilidade e gerar mais vendas.

Evolua das mídias tradicionais para as digitais. Enquanto que os compradores mais velhos são bem estimulados por tabloides, cupons etc., os mais jovens são mais atingidos pelas mídias on-line.

Muito do que esta pesquisa revela, apesar de algumas diferenças óbvias, se aplica diretamente ao Brasil. Fique de olho!

*Gilberto Strunck é sócio-diretor da agência DIA Comunicação, designer e autor do livro “Compras por Impulso: Trade Marketing, Merchandising e o Poder da Comunicação e do Design no ponto de venda”

Fonte: Meu Nutricionista

domingo, 8 de julho de 2012

Curso Nacional de Atualização em Nutrição Pediátrica


Início em 11 de agosto de 2012.
Com renomados professores da área, o “Curso Nacional de Atualização em Nutrição Pediátrica” discute os principais conhecimentos existentes no momento na área da nutrição pediátrica.
Os temas escolhidos são abordados sob a ótica das pesquisas mais recentes nessa área acadêmica, englobando desde a alimentação do lactente até a prevenção das doenças do adulto. Procura-se proporcionar aos alunos uma visão integral da importância da nutrição do início ao fim da vida, considerando que hoje se sabe como a alimentação no início da vida pode repercutir durante todo o crescimento e a vida adulta.
Ofertado simultaneamente na modalidade presencial e a distância, com transmissão das aulas via internet, o curso permite a flexibilidade de horários, uma vez que o aluno poderá assistir as aulas ao vivo ou recorrer à biblioteca digital de aulas gravadas; há alto grau de interatividade e atividades didáticas em um ambiente virtual de aprendizagem.
PROGRAMA PRELIMINAR
  • Aleitamento materno e do lactante.
  • Alimentação nas fases pré-escolares e escolar.
  • Modismo alimentares na adolescência.
  • Carências nutricionais.
  • Obesidade e síndrome metabólica na criança e no adolescente.
  • Prevenção das doenças no adulto.
PÚBLICO-ALVO
  • Graduandos na área de medicina, nutrição e saúde em geral.
  • Médicos.
  • Nutricionistas.
  • Nutrólogos.
  • Enfermeiro.
CARGA HORÁRIA
100 horas/aula
Modalidade presencial ou on-line
COORDENADOR
Prof. Dr. Fabio Ancona Lopez
Pediatra. Professor Livre-docente (aposentado) do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp). Vice-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
Não se esqueça de mencionar o site ANutricionista para obter 10% de desconto no valor total do curso.
Faça sua inscrição no site: http://manoleeducacao.com.br/nutricao/ou pelo telefone (11) 4196-6006
Fonte:  ANutricionista

Coca-cola pode causar câncer?


O 4-MI, composto responsável pela cor do famoso refrigerante, se tornou alvo de polêmica no Reino Unido: segundo estudos recentes, sua concentração está muito acima de níveis “seguros” e pode causar câncer.

Ao analisar latas de Coca-cola vendidas na região, pesquisadores do Centro de Ciência em favor do Interesse Público encontraram resultados preocupantes: 135 microgramas, 34 vezes mais do que na versão comercializada na Califórnia (EUA). No Brasil, uma lata de 355 ml contém 267 microgramas – o maior encontrado na pesquisa.

Após a divulgação dos resultados, consumidores do Reino Unido iniciaram uma campanha contra o uso do corante – obtido a partir de reações químicas entre açúcar e amônia, e que pode causar câncer em ratos de laboratório.

“A Coca-cola está tratando seus consumidores do Reino Unido com desdém”, acusa o coordenador da campanha Malcolm Clark. “Eles devem respeitar a saúde de seus clientes no mundo todo, usando um corante que seja livre de químicos reconhecidamente cancerígenos”.

Conclusão

Ratos são utilizados amplamente no meio científico e são considerados bons análogos à fisiologia humana. Porém inúmeras drogas que tem certo efeito nos roedores mostram não agir da mesma maneira em testes clínicos feitos usando humanos como cobaias. Apesar de 4-MI causar câncer em roedores não significa que ocorreria o mesmo em nós.

A Coca-cola nega que o composto seja nocivo a seres humanos e diz que, no caso da Califórnia (onde se usa menos corante), a mudança foi feita em respeito a leis locais e para evitar que se colocassem avisos “cientificamente infundados” nas embalagens.

Apesar disso, ela pretende “reduzir o uso de 4-MI no mundo todo, porque isso vai ajudar a simplificar os processos de suprimento, produção e distribuição”, segundo nota oficial divulgada por veículos de comunicação. Talvez a razão verdadeira seja “acalmar os consumidores”, mas nunca saberemos.

Fonte: Mail On-Line, CSPINET

Abacate pode ser arma contra doenças e envelhecimento


O óleo de abacate foi analisado em testes para combater os radicais livres - moléculas perigosas que agem no envelhecimento e também são causadores de doenças cardíacas e câncer.

Os radicais livres se localizam no interior da mitocôndria, que são responsáveis por transformar os alimentos que ingerimos em energia. Muitas químicas antioxidantes encontradas em alimentos como frutas e legumes, como cenouras e tomates, podem limpar os radicais livres. Porém, diferente do óleo de abacate, elas não são capazes de entrar na mitocôndria.

"Os radicais livres vão prejudicando a mitocôndria, fazendo-as parar a produção de energia até a célula a entrar em colapso e morrer”, disse Christian Cortes-Rojo, da Sociedade Americana de Bioquímica e Biologia Molecular.

Os radicais livres instáveis são produtos naturais de resíduos do metabolismo, mas podem ser gerados em maior número devido a fatores tais como: poluição, fumo e radiação. Eles causam estragos no corpo, provocando reações em cadeia que destroem as membranas celulares, proteínas e até mesmo o DNA.

Este fenômeno é um dos fatores principais do envelhecimento e, acredita-se, que ele também desempenhe um papel importante em danos para as artérias e câncer.

Os pesquisadores descobriram que o óleo de abacate permite que as células de fungos sobrevivam a altas concentrações de ferro, elemento que produz grandes quantidades de radicais livres. "Precisamos confirmar que o que tem sido observado em fungos poderia ocorrer em organismos superiores, como os seres humanos," disse Cortes Rojo, da Universidade Michoacana de San Nicolas de Hidalgo, no México.

O óleo de abacate é semelhante em composição ao óleo de oliva, cujo consumo está associado a níveis anormalmente baixos de doenças crônicas em alguns países do Mediterrâneo. Segundo Rojo,  óleo de abacate pode se tornar "o azeite das Américas".

Uma pesquisa anterior realizada no México, o maior produtor mundial de abacate, mostrou que o fruto também reduz os níveis sanguíneos de colesterol e gorduras ligadas ao diabetes.

Vamos assistir esse vídeo que mostra os benefícios do abacate:

 


Fonte: Meu Nutricionista

Hipertensão arterial atinge 30% da população brasileira


No dia 26 de abril é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial, um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.
 
A hipertensão atinge cerca de 30% da população brasileira e aumenta progressivamente com a idade, chegando a mais de 50% após os 60 anos, e também aumenta em quatro vezes os riscos de doenças arteriais coronárias quando comparado às mulheres com pressão arterial normal. Em indivíduos com predisposição genética e estilo de vida inadequado (sedentarismo, dieta hipersódica, hipercalórica e hipergordurosa) a doença se dá mais precocemente e com características de maior resistência ao tratamento.
 
A cada ano aumenta o número de óbitos no Brasil por doença arterial coronária (DAC) e são registrados, por ano, aproximadamente300 mil mortes por doenças do coração e cérebro no país, isto é, a cada dois minutos, ocorre um óbito em função destas doenças.
 
Estudos revelam, ainda, que a DAC cresce anualmente devido ao inadequado controle dos principais fatores de riscos cardiovasculares como a hipertensão, diabetes e o aumento do colesterol.
 
Segundo o cardiologista e clínico geral do HCor – Hospital do Coração, a hipertensão é caracterizada quando a pressão arterial está acima de 140 x 90 mmHg (milímetros de mercúrio) em adultos com mais de 18 anos, medida em repouso de quinze minutos, confirmada em três vezes consecutivas e em várias visitas médicas. Às vezes, a pressão pode subir como consequência de atividade física, estresse, drogas, alimentos, fumo, álcool e café. A pressão é considerada normal quando a pressão sistólica (máxima) não ultrapassa 130 e a diastólica (mínima) é inferior a 8 5 mmHg.
 
“O clínico geral tem papel fundamental na prevenção, diagnóstico e tratamento destas doenças. Primeiro porque cerca de 40% dos pacientes que chegam ao consultório do clínico, atualmente, apresentam estas doenças. Depois porque é o primeiro e, muitas vezes, o único profissional a ser procurado pelo paciente”, esclarece Dr. Abrão Cury.
 
Segundo a nutricionista do HCor, Camila Gracia, pessoas acima do peso também tem maior chance de desenvolverem a hipertensão. De modo preventivo, deve-se reduzir o consumo de sódio da alimentação, seja ele do sódio direto encontrado principalmente em alimentos industrializados (usado como conservante) e do sal propriamente dito, adicionado aos alimentos no preparo ou após o mesmo.
 
“Dessa forma, sugere-se que a alimentação seja mais rica em verduras, legumes e frutas e também que no preparo dos alimentos o sal adicionado e os temperos industrializados (molhos, cubos, pós etc.) sejam reduzidos. Para adicionar sabor aos alimentos, deve-se utilizar temperos naturais como alho, cebola, ervas aromáticas etc.
 
Além disso, alimentos fonte de cálcio - especialmente leite e derivados magros -, também se mostraram protetores na prevenção da hipertensão”, explica a nutricionista.
 
Tratamento para os hipertensos:
 
O tratamento ideal para a hipertensão arterial é o atendimento multiprofissional, envolvendo médico, psicólogo, nutricionista e enfermeiro. O maior problema do tratamento da hipertensão é que 50% das pessoas que têm pressão alta não seguem as recomendações. Em geral, as pessoas largam o tratamento por causa de efeitos colaterais dos medicamentos, dificuldade em fazer dieta, falta de estímulo para atividade física, dificuldade em largar o fumo e obrigatoriedade de retornar ao consultório médico frequentemente.
 
“O hipertenso precisa de tratamento amplo, que reúna remédios e recomendações sobre hábitos de vida saudáveis. Com o atendimento multidisciplinar há maior aderência às recomendações, como uso de medicamentos, dieta, prática de atividade física, suspensão do tabagismo e redução do consumo de bebidas alcoólicas, o que leva à melhora da qualidade de vida”, esclarece Dr. Cury.
 
A hipertensão está diretamente ligada a doenças cardiovasculares, como infarto, insuficiência cardíaca, hemorragias e embolias cerebrais, além de comprometer outros órgãos, em função das lesões que se instalam no sistema arterial. Essas doenças somadas são a principal causa de morte no Brasil.
 
“Para evitar a pressão alta, deve-se adotar hábitos saudáveis, reduzir o consumo de sal, abandonar o tabagismo, manter o peso ideal, evitar bebidas alcoólicas, aprender a conviver com o estresse, praticar atividade física regular, tomar os medicamentos como recomendado”, alerta o cardiologista do HCor.
 
A poluição do ar está relacionada à hipertensão:
 
A poluição do ar na cidade de São Paulo está relacionada ao aumento no atendimento de crises hipertensivas em unidades de emergência, ou seja, a maior concentração de poluentes atmosféricos, especialmente liberados pelos automóveis, pode afetar e elevar de forma significativa a pressão arterial das pessoas, principalmente as mais susceptíveis e as com mais de 60 anos de idade.
 
Esta é a principal conclusão da tese Efeitos da Poluição Atmosférica na Frequência de Atendimentos por Hipertensão Arterial em Unidade de Emergência na Cidade de São Paulo, desenvolvida pelo Dr. Abrão Cury.
 
O estudo foi realizado entre fevereiro de 2001 e dezembro de 2003, envolvendo 16.573 pacientes, sendo 11.070 mulheres e 5.503 homens, atendidos no pronto-socorro do Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo com crise hipertensiva. Os dados sobre o atendimento foram comparados às informações sobre a poluição ambiental fornecidas pela Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (CETESB).
 
O estudo mostra que o aumento da concentração de Óxido de Nitrogênio, de Monóxido de Carbono e de Dióxido de Enxofre no ar, partículas liberadas principalmente pelos carros, afeta significativamente as pessoas, em especial as que têm alguma doença, e os idosos, podendo levar ao aumento da pressão arterial e à crise hipertensiva, importante fator de complicações médicas.

Fonte: Meu Nutricionista



sábado, 7 de julho de 2012

Campanha vai alertar a população sobre prevenção à obesidade infantil


O Mundo inteiro está preocupado em corrigir o problema, ou seja, remediar algo que já foi instalado 

O lançamento da campanha, que tem o objetivo de alertar a população sobre os graves problemas causados pela obesidade infantil, foi realizado durante o primeiro dia do V Congresso Gaúcho de Atualização de Pediatria. Através de um vídeo institucional a Agência Paim mostrou as ferramentas que poderão ser utilizadas na campanha. Conforme dados da The New England Journal of Medicine 80% das crianças obesas viram adultos obesos.

- A gente desenvolveu a campanha através de pesquisas e materiais que as médicas nos trouxeram sobre a gravidade desse assunto e como ele vem sendo tratado pelas mães. Nosso público prioritário serão gestantes e mães de crianças com até dois anos - explicou a executiva de atendimento da Agência Paim, Elisa Gomes.

A intenção da apresentação foi sensibilizar empresas a viabilizarem a campanha e colocá-la em prática.

- Durante todo o processo houve o cuidado para não usarmos pessoas na campanha e não expor, por exemplo, uma criança gordinha, o que atingiria ela de maneira negativa - completou Elisa.

Divido em duas fases, o trabalho elaborado por Margarida Galafassi e Pablo Fontoura, consultores de planejamento de comunicação, pretende num primeiro momento chamar a atenção da população para o problema e, posteriormente, repassar dicas de como combatê-lo.

- O Mundo inteiro está preocupado em corrigir o problema, ou seja, remediar algo que já foi instalado. O que nós propomos é dar um passo anterior, evitando que essa condição aconteça, ou seja, investindo na prevenção e educação - afirmou a consultora de planejamento de comunicação, Margarida Galafassi.

A obesidade infantil é um problema crescente e motivo de preocupação para pais e médicos. O cuidado vai muito além da estética. Crianças obesas têm dificuldade para praticar atividades físicas, problemas ortopédicos e distúrbios relacionados com o sono. Além disso, têm mais chance de desenvolver algumas doenças durante a infância, como hipertensão arterial (pressão alta), diabetes e alteração do colesterol, triglicerídios e outros.

Segundo o IBGE, 48% dos brasileiros estão com sobrepeso. Outros dados chamam atenção para a gravidade do problema na capital gaúcha. De acordo com o Vigitel, a cidade de Porto Alegre é a capital com maior percentual de adultos com excesso de peso. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado. Em 1974, esse índice era de aproximadamente 10%.

A programação do V Congresso Gaúcho de Atualização de Pediatria conta nesta sexta-feira com temas ligados a nutrologia, pneumologia, ambulatório e gastroenterologia. O evento é realizado pela Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul. Simultaneamente acontece o III Simpósio Sul-Americano de Pediatria. O evento reúne mais de mil médicos pediatras com convidados nacionais e internacionais.

Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

A Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul foi fundada em 25 de junho de 1936 com o nome de Sociedade de Pediatria e Puericultura do Rio Grande do Sul pelo Prof. Raul Moreira e um grupo de médicos precursores da formação pediátrica no Estado. A entidade cresceu e se desenvolveu com o espírito de seus idealizadores, que, preocupados com os avanços da área médica e da própria especialidade, uniram esforços na construção de uma entidade que congregasse os colegas que a cada ano se multiplicavam no atendimento específico da população infantil. Atualmente conta com cerca de 1.750 sócios, e se constitui em orgulho para a classe médica brasileira e, em especial, para a família pediátrica. 

Fonte: Meu Nutricionista

Apenas 13% dos hipertensos seguem dieta para controlar a pressão


Apenas 13,5% dos pacientes hipertensos conseguem seguir a dieta necessária para controlar a pressão arterial, segundo levantamento do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor). A pesquisa feita com 949 pacientes da instituição paulistana indicou que apenas esse pequeno percentual ingeria somente quantidade máxima de sal permitida.

A verificação, feita com base em exames de urina, indicou uma diferença entre o que os pacientes declaravam e o que realmente faziam. Segundo o diretor da Unidade Clínica de Hipertensão do InCor, Luiz Bortolotto, como os pacientes eram acostumados a consumir grandes quantidades de sal diziam estar ingerindo pouco do alimento, quando, na verdade extrapolavam o recomendado.

Com os resultados, o médico explica que os pacientes são encaminhados para nutricionistas que ajudam na elaboração da dieta. De acordo com Bortolotto, uma pessoa deve consumir no máximo 5 gramas de sal dia, o equivalente a três colheres de café, incluindo não só o sal adicionado às refeições, mas o presente em alimentos industrializados. Por isso, o médico ressalta que o paciente deve “usar menos sal no preparo da comida e, se possível, raramente ou nenhum alimento processado”.

Bortolotto alerta ainda que o consumo excessivo de sal pode contribuir para o aparecimento da pressão alta, em especial em pessoas com histórico familiar da doença. A hipertensão aumenta, segundo o médico, o risco de derrame cerebral, “que é a principal causa de morte no Brasil”. Além disso, a pressão descontrolada também eleva a possibilidade de infarto e insuficiência renal. Consequências que podem ser evitadas. “Para isso é fundamental que, primeiro, os hipertensos conheçam sua condição e, segundo, mantenham-se em tratamento para o resto de suas vidas”, destaca o médico.

O InCor faz hoje (26), no Dia Nacional de Combater à Hipertensão, uma campanha para conscientizar a população sobre os riscos da doença. Entre as 9h e as 17h, médicos e nutricionistas do hospital farão medição de pressão arterial e orientação nutricional na sede da instituição, na Avenida Dr. Enéas de Carvalho, zona oeste paulistana.

Fonte: Meu Nutricionista