Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Açúcar no sangue está associado ao envelhecimento cognitivo


Manter os níveis de açúcar, mesmo na ausência de doenças, pode ser uma importante estratégia para preservar a saúde cognitiva, sugere estudo publicado por pesquisadores da Columbia University Medical Center (CUMC).

As descobertas sugerem que exercitar-se para melhorar os níveis de açúcar no sangue pode ser uma maneira de as pessoas adiarem o declínio cognitivo normal que vêm com a idade.

“Isto é novidade mesmo para pessoas sem diabetes já que os níveis de glicose no sangue tendem a aumentar à medida que envelhecemos. Seja por meio de atividade física, dieta ou medicamentos, nossa pesquisa sugere que melhorar o metabolismo da glicose pode ajudar-nos a prevenir o declínio cognitivo que ocorre em muitos de nós à medida que envelhecemos”, afirmou o principal pesquisador Scott A. Small, M.D., professor associado de neurologia na Sergievsky Center e no Taub Institute for Research on Alzheimer’s Disease and the Aging Brain at Columbia University Medical Center.

Embora seja amplamente sabido que os estágios iniciais da doença de Alzheimer causem danos ao hipocampo, área no cérebro que é essencial à memória e aprendizado, estudos têm sugerido que ele também seja vulnerável ao envelhecimento normal. Até agora, as causas subjacentes à disfunção do hipocampo permanecem desconhecidas.

Anteriormente, usando imagens cerebrais de alta resolução, Dr. Small e colegas descobriram que a diminuição da função cerebral em uma área do hipocampo, chamada girus dentado, é a principal responsável para o declínio normal da memória com o envelhecimento.

Neste novo estudo, os pesquisadores mapearam áreas específicas do hipocampo impactadas por doenças tardias como diabetes e derrame. Diversas variáveis que normalmente mudam com a velhice, como aumento do açúcar no sangue, índice de massa corporal, níveis de insulina e colesterol, foram examinadas. A pesquisa descobriu que a diminuição da atividade do girus dentado está correlacionada apenas com os níveis de glicose no sangue.

“Além da conclusão óbvia que prevenir doenças tardias beneficia o envelhecimento do hipocampo, nossas descobertas sugerem que manter os níveis de açúcar no sangue, mesmo na ausência de diabetes, pode ajudar a manter aspectos da saúde cognitiva. Mais especificamente, nossas descobertas predizem que qualquer intervenção que cause um decréscimo da glicose no sangue deve aumentar a função do girus dentado e, portanto, benéfico cognitivamente”, disse Dr. Small.

As novas descobertas também sugerem que uma maneira com que a atividade física melhora a memória é por meio da redução dos níveis de glicose. Estudos anteriores realizados em humanos e camundongos por Dr. Small mostra que dentre todas sub-regiões do hipocampo, a atividade física causa progressos na função da girus dentado.

Fonte: Annals of Neurology

Seu despertador está te deixando gordo?


Mais uma pesquisa para você repensar sua quantidade de sono. Especialistas fizeram um estudo com 65 mil pessoas, analisando a quantidade de sono durante os dias de trabalho e lazer. Para cada hora de diferença encontrada, a pessoa acabava com 33% mais chances de possuir um índice de massa corporal alto. Aposto que tem pessoas lendo isso e pensando “e agora, tenho mais de 100% de chances!”.

Mas calma. Estudos relacionados ao sono são sempre complicados, já que diversos fatores, como metabolismo, genética e nível de atividade, por exemplo, influenciam no resultado. 
Entretanto, uma coisa é fato: o estilo de vida moderno está criando um relógio “falso”, conflitante com o biológico.

Cada pessoa precisa de um período de sono específico, mas a tendência de dormir cada vez mais tarde está modificando nosso corpo, inclusive na nossa relação com a alimentação. Também o hábito de dormir mais de fim de semana do que durante a semana.

O pesquisador Jamie Zeitzer, da Universidade de Stanford, EUA, comenta que quando estamos acordados durante a noite, graças à possibilidade das luzes artificiais – que são muito mais opacas do que a natural – nosso corpo, devido às tendências evolucionárias, pensa que estamos nos preparando para algo, necessitando armazenar energia, estimulando o apetite e a vontade por coisas mais gordurosas e ricas em açúcar.

Estudos já demonstraram também que a secreção dos hormônios grelina e a leptina, que influenciam o apetite e a sensação de saciedade, fica desregulada quando dormimos menos de seis horas por noite.

De acordo com a organização americana Mayo Clinic, que realiza pesquisas na área médica, as crianças devem dormir entre 10 e 11 horas, enquanto os adultos deveriam tentar repousar entre 7 e 9 horas. E se você pensa que a obesidade é um problema “dos americanos”, saiba que de acordo com o IBGE, cerca de metade da população brasileira adulta está acima do peso.

Se você acredita que seu relógio social está se sobrepondo ao biológico, Zeitzer recomenda que você tente, se puder, horários de trabalho mais flexíveis. Fora isso, o caminho contra a cintura grande já é conhecido e citado por todos os pesquisadores do ramo: exercício físico (pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, descobriu que um plano de 55 minutos de exercícios diários é o mínimo necessário para manter uma perda de 10% de peso) e alimentação balanceada.

Fonte: Meu Nutricionista

Óleo de abacate: o óleo de oliva das Américas?


Radicais livres nas mitocôndrias

Uma série de fatores ambientais - como poluição, fumaça de cigarro e radiação - podem transformar as moléculas de oxigênio encontrados nas mitocôndrias, as fontes de energia das células, em radicais livres.

Essas moléculas instáveis destroem moléculas importantes para a formação das células, tais como lipídeos, proteínas e até mesmo o DNA, transformando-as também em radicais livres.

Este fenômeno destrutivo está associado com o envelhecimento, mas ocorre também em uma variedade de doenças, incluindo a hipertensão e o diabetes.

Em busca dos antioxidantes

Isso tem motivado cientistas em todo o mundo a procurar substâncias que reforcem a resistência das células aos efeitos nocivos dos radicais livres.

Muitos estudos de antioxidantes - moléculas que combatem os radicais livres - presentes em frutas e legumes, como cenouras e tomates, têm sido concluídos com resultados pouco encorajadores.

"O problema é que os antioxidantes nessas substâncias não conseguem entrar nas mitocôndrias. Com isso, os radicais livres danificam as mitocôndrias, fazendo a produção de energia da célula parar, e ela entra em colapso e morre," explica Christian Cortés-Rojo, da Universidade de Michoacán (México).

Mas o próprio Cortés-Rojo tem as primeiras boas notícias na área.

Seus estudos revelaram que o óleo de abacate tem efeitos protetores contra os radicais livres nas mitocôndrias.

Os resultados reforçam conclusões de outro estudo realizado recentemente no Brasil:

Óleo de abacate substitui óleo de oliva e controla gordura no sangue

Segundo o pesquisador, o óleo de abacate permitiu que células de levedura sobrevivessem à exposição a altas concentrações de ferro, que produz uma enorme quantidade de radicais livres, "mesmo em níveis mais elevados do que os encontrados em algumas doenças humanas."

"Esses resultados podem ser atribuídos ao fato de que o óleo de abacate acelera a respiração da mitocôndria, o que indica que o uso de nutrientes para a produção de energia para as funções celulares continua a ser eficaz, mesmo em células atacadas pelos radicais livres," explica o pesquisador.

"Em alguns países do Mediterrâneo, a pequena ocorrência dessas doenças, ou mesmo a inexistência delas, têm sido associadas com o alto consumo de óleo de oliva," explica ele.

Cientista destaca ingredientes sagrados da alimentação mediterrânea
"O azeite tem uma composição de gordura similar à encontrada no óleo de abacate. Portanto, o óleo de abacate poderia eventualmente ser chamado de azeite de oliva das Américas," concluiu.

Fonte: Meu Nutricionista

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Balão intragástrico reduz apetite e só é eficiente com mudança de hábitos


Emagrecer é um desejo da maioria das pessoas. Mas, quando esse desejo envolve a saúde, a necessidade é ainda maior. Algumas pessoas tentam perder peso com tratamentos clínicos, acompanhamento de especialistas como nutricionistas, preparadores físicos e psicólogos, mas mesmo assim, não conseguem.
 
Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, o excesso de peso e a obesidade aumentaram nos últimos seis anos. A proporção de pessoas acima do peso avançou de 42,7%, em 2006, para 48,5%, em 2011. No mesmo período, o percentual de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.
 
Nesses casos de super obesidade, as pessoas recorrem à colocação do balão intragástrico, um procedimento que reduz a capacidade do estômago pela metade e provoca a perda de apetite e a saciedade, auxiliando no emagrecimento. Mas é importante se consultar com um médico que avalie o caso para recomendar ou não o uso do balão. O endoscopista Eduardo Hourneaux de Moura alerta que o balão é apenas um tratamento temporário, não é definitivo.
 
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, o balão é apenas um estímulo para e emagrecimento e é importante manter uma alimentação equilibrada e se consultar com especialistas mesmo após colocar o balão. 

De 100 pacientes que colocam, 75 conseguem cumprir a meta mínima, que é perder 10% do peso. Mas, dos pacientes que conseguem emagrecer, 47% recupera o peso após um ano da retirada do balão.
 
Ou seja, não adianta recorrer ao procedimento se, paralelamente, os hábitos não forem alterados.
 
A colocação é apenas um tratamento auxiliar, não uma cirurgia, e deve ser temporária, ou seja, o balão permanece no estômago por seis meses. Além disso, ele não provoca nenhuma mudança metabólica.
 
Saiba como é a colocação de um balão intragástrico
  
 
 Estudos mostram que, diferente da cirurgia bariátrica, o balão tem eficácia limitada e não provoca mudanças fisiológicas e hormonais capazes de controlar as doenças associadas à obesidade, como diabetes.
 
Apesar de ser mais recomendado para pessoas com o Indíce de Massa Corpórea (IMC) acima de 50, também podem fazer o procedimento super obesos que precisam fazer uma cirurgia, mas correm alto risco. O uso do balão geralmente serve como um pré-operatório, para reduzir risco anestésico, cirúrgico e clínico. 

Segundo o endoscopista Eduardo Hourneaux de Moura, quando o paciente não tem o IMC acima de 50, é de responsabilidade do médico avaliar a necessidade da colocação do balão intragástrico, mesmo que essa não seja a recomendação do Conselho Federal de Medicina.
 
Ainda de acordo com o gastroenterologista, pessoas com IMC entre 30 e 35 também podem colocar o balão, desde que tenham alguma doença relacionada à obesidade, como hipertensão, diabetes e problemas articulares.
 
A maior parte dos pacientes coloca o balão para diminuir peso e fazer a cirurgia bariátrica.
 
O balão intragástrico é feito de silicone e o volume de soro que ele armazena varia entre 400 ml e 700 ml. Com o paciente anestesiado ou sedado, ele é colocado através da endoscopia: entra vazio pela boca, passa pelo esôfago e chega ao estômago.
 
O balão é insuflado através de um conector, que injeta soro fisiológico com azul de metileno para identificar quando ele se rompe. Quando isso acontece, a urina sai azul ou esverdeada, indicando que houve um problema.
 
Quando o balão esvazia espontaneamente, é como se fosse um pneu de carro que fura e murcha lentamente, não é como uma bexiga que estoura. Nestes casos, ele deve ser retirado. Para ser retirado, também é feita a endoscopia: é feita uma pequena perfuração no balão, é aspirado o líquido e ele é removido.
 
Nos primeiros dias após a colocação do balão, o paciente pode sentir náusea, vômito e cólica. Isso ocorre porque o corpo tenta expelir o balão. As náuseas são comuns porque o balão aumenta o volume de suco gástrico no estômago na tentativa de colocá-lo para fora.
 
Os médicos afirmam que o procedimento não é coberto pelo SUS e custa em torno de dez mil reais.

A dieta diária para quem coloca o balão intragástrico varia de 850 a 1200 calorias.
 
Não é possível quantificar somente uma refeição, pois vai depender da forma como o paciente consegue ingerir. O importante é que a pessoa hidrate-se ao longo do dia.
 
O paciente mantém uma dieta líquida nos primeiro 21 dias após a colocação do balão. Nessa fase só é permitido tomar isotônicos, água de coco, picolé de frutas e chá. Após este período, são acrescentados alimentos mais cremosos, como sopas. Depois de 30 dias, o paciente começa a ingerir alimentos sólidos, mas numa quantidade muito pequena. 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) diz que é proibido qualquer anúncio de procedimentos em jornais. Porém, a punição ao médico só ocorre se o CFM for comunicado.
 
Isso pode ocorrer de três formas: através de denúncia, matéria publicada na imprensa ou quando um paciente que teve problema em decorrência do procedimento entra com ação contra o médico. A partir disso, o CFM abre sindicância para apurar o caso. O médico pode ser simplesmente advertido ou até cassado.

Fonte: Meu Nutricionista

Folha de cana tem atividade biológica analisada


Novas técnicas de extração de polifenóis (compostos químicos encontrados em plantas) com potencial atividade antioxidante presentes do ponteiro da cana-de-açúcar (folhas na ponta do caule) são desenvolvidas em pesquisa da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. O ponteiro, presente na palha gerada pela produção de açúcar e álcool, é rico em polifenóis. Os pesquisadores avaliam a capacidade antioxidante in vitro de extratos orgânicos do ponteiro, em seus diferentes estágios de desenvolvimento e sob diversas condições operacionais.

O estudo é realizado em dois momentos. No primeiro, é feita a avaliação de atividade biológica de compostos ativos de origem vegetal, associada a existência de uma grande quantidade de resíduos agrícolas provenientes da produção sucroenergética. Em seguida é testado o aproveitamento desses resíduos como fonte de biomoléculas para as indústrias alimentícia ou farmacêutica.

“Até o momento, o projeto já apresenta bem definido o processo de extração”, explica o professor Cláudio de Lima Aguiar, do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição (LAN) da Esalq. “Temos análises de composição química de alguns materiais e análises da atividade antioxidante, em colaboração com os professores Antonio Sampaio Baptista e Severino Matias de Alencar, ambos do LAN”.

Também estão em preparação análises antimicrobianas, que realizadas em colaboração com o Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícola (CPQBA) e antivirais, realizadas em cooperação com a Universidade do Rio de Janeiro (UniRio) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Aguiar aponta que os estudos irão se estender para a utilização dos resíduos como fonte de biomoléculas para demais tecnologias de extração mais limpas, segundo a Green Chemistry (Química Verde).

Investimento

O professor afirma que para tal desenvolvimento é necessário investimento no projeto. “Tem sido difícil galgar financiamento robusto para alavancar nosso trabalho, seja da iniciativa pública ou privada”, observa. Os resultados do projeto foram enviados para publicação em duas revistas, sendo uma nacional e outra internacional.

Integram o estudo no Grupo de Pesquisa Hugot-Bioenergia da Esalq, credenciado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Luciana Liboni-Passos, pós-doutoranda; Juliana Aparecida de Souza, mestranda do Programa de Pós-Graduação (PPG) em Ciência e Tecnologia de Alimentos da Esalq; Roberta Bergamin Lima, mestranda do PPG em Tecnologia de Radiações do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN); e Talita Nicola Zocca, graduanda em Engenharia Agronômica da Esalq, bolsista do Programa de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) do CNPq.

O projeto de pesquisa “Potencial de uso das folhas da cana-de-açúcar como fonte renovável e compostos químicos de interesse das indústrias de alimentos e fármaco-cosméticos” aponta que a área plantada de cana-de-açúcar no Brasil rende 595,9 milhões de toneladas, com estimativa de que são gerados 140 quilos (Kg) de palha por tonelada de cana, indicando um grande potencial de uso dessa matéria-prima, que é uma grande fonte de polifenóis.

Fonte: Alícia Nascimento Aguiar, da Assessoria de Comunicação da Esalq

Uma em cada 12 pessoas sofre de obesidade e está com a saúde ameaçada


Os especialistas ressaltam que o sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para a saúde

Uma em cada 12 pessoas corre o risco de sofrer infartos, de ter doenças cardíacas e câncer devido à obesidade, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), vinculada às Nações Unidas. O estudo, avaliando o modo de vida em 194 países, mostra que a hipertensão e o sobrepeso crescem conforme o aumento de ingestão de gordura, açúcar e sal, assim como a redução de exercícios físicos. 

De acordo com a OMS, a situação de sobrepeso e a obesidade são definidas quando há um acúmulo anormal ou excessivo de gordura no organismo, pondo em risco a saúde da pessoa.

Os especialistas ressaltam que o sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para a saúde, pois podem acarretar uma série de doenças crônicas, incluindo diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.

Em geral, o sobrepeso e a obesidade são considerados um problema apenas em países de alta renda. Há, ainda, informações de que os casos de sobrepeso e obesidade têm aumentado nos países em desenvolvimento. 

Fonte: Meu Nutricionista

Temperatura do alimento muda seu sabor


Você já conheceu alguém que gosta de café frio? Ou que prefere pizza gelada? Todos já viram pessoas que têm gostos diferentes do padrão, mas são exceções. Agora um estudo explicou porque é que nós temos essas preferências por algumas comidas e bebidas em determinadas temperaturas.

A explicação: alguns alimentos sofrem modificações nos quesitos “azedo”, “amargo” e “adstringente” de acordo com a temperatura. 
Inclusive, na minha experiência, esses alimentos são os que geram mais opiniões diversas – ou você gosta, ou não gosta.

“Para alguns indivíduos, a temperatura pode aumentar a sensação de alguns gostos. Esses parecem ser mais sensíveis para alimentos no geral. O que nosso trabalho mostra é que a temperatura de um gosto específico pode afetar a intensidade dele”, afirmam os autores do estudo.

Os pesquisadores comentam também que cerca de 20 a 30% da população possui uma sensibilidade muito maior à temperatura na língua. Isso faz com que apenas uma mudança de “graus Celsius” gere um gosto específico, mesmo que sem a presença de uma bebida ou comida.

Quer fazer o teste por conta própria? Só não valem as substâncias doces, pois parece que essas não sofrem alterações, apenas uma pequena acentuação na intensidade quando o doce está quente. O estudo mostrou que a adstringência e o amargor ficam mais intensos com o calor, e a sensação também dura mais. No caso do azedo, ele fica mais intenso conforme o alimento esfria.

Fonte: Live Science