Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Barriga: veja possíveis causas e soluções para o problema

Barriga: veja possíveis causas e soluções para o problema

Qualquer mulher que tenha feito dieta para emagrecer sabe que aquela barriguinha demorou para ir embora ou, pior, ainda não foi.
Isso porque a gordura que se acumula na região é a mais resistente a regimes ou exercícios. Má alimentação, postura, roupas apertadas, stress... Tudo colabora para seu aparecimento. Quinze pesquisas publicadas sobre o tema apontam quais são as principais causas do problema e o que fazer para evitar. O endocrinologista Alfredo Cury, a fisioterapeuta dermatofuncional Lucely Lustre, a nutricionista Marina Capela e o cirurgião plástico Raul Gonzalez comentam algumas delas.

1. STRESS
Um estudo realizado em 2000 pelo departamento de psicologia da Universidade de Yale completou as informações já reconhecidas pela medicina de que o estresse leva ao excesso de peso. Pelo novo levantamento, o cortisol, produzido em maior quantidade quando o corpo se sente ameaçado, é o responsável pelo acúmulo de gordura abdominal em mulheres, incluindo as magras. A substância faz a gordura se acumular em volta dos órgãos. As experiências realizadas confirmaram que as mulheres com gordura abdominal secretavam maiores níveis do hormônio do que as que acumulavam em regiões mais periféricas. Portanto, dormir bem, praticar exercícios e promover momentos de relaxamento podem ser mais eficientes do que cortar calorias quanto o assunto for estresse e acúmulo de gordura. "Boa parte de culpa do acúmulo de gordura na zona abdominal deve-se a herança familiar, mas há outros fatores que desencadeiam o aparecimento de gordura na barriga. Um dos motivos pelos que se acumula gordura na barriga é o estresse continuado", diz o endocrinologista Alfredo Cury.

2. PRODUTOS DIET
Quem consome itens diet, sem açúcar, acaba ingerindo menos calorias, mas o hábito tem suas contraindicações. O que é especialmente válido em dietas de emagrecimento pode deixar o estômago distendido. O estudo foi feito pela Universidade do Hospital de Charite, em Berlim, na Alemanha com pessoas que tomavam refrigerantes diet ou chicletes sem açúcar. A substância posta em cheque é o sorbitol, usado em alguns adoçantes. Ela colabora para aumento de bactérias do corpo e ainda não é bem absorvida pelo intestino, causando inchaço e gases.

3. ROUPAS APERTADAS
O cirurgião plástico Raul Gonzalez verificou aumento de 35% na procura de lipoaspiração na região das laterais da barriga por adolescentes desde 1994. E uma das causas apontadas pelo especialista é o uso de roupas apertadas, principalmente as calças jeans de cintura baixa. Ele afirma que o tecido aperta uma área que precisa estar livre para o crescimento. “Isso faz com que ocorra uma diminuição da nádega e um aumento da gordura das ancas criando uma deformidade estética muito acentuada que só pode ser corrigida por lipoescultura”, explicou. A fisioterapeuta dermatofuncional Lucely Lustre acrescenta: "Roupas apertadas também podem prender a circulação e piorar o quadro de celulite."

4. MAIORES RISCOS A DOENÇAS
A circunferência da barriga deve ser considerada como índice de boa forma e não apenas o Índice de Massa Corporal (IMC). Isso porque uma pesquisa, publicada na revista Circulation, da American Heart Association, aponta que quanto maior a área, maiores os riscos de sofrer doenças cardiovasculares e diabetes. Foram avaliadas as medidas de 170 mil pessoas em 63 países e o risco é real mesmo em pacientes que não apresentam sobrepeso ou obesidade. A explicação é que gordura abdominal provoca resistência à insulina, hormônio responsável pelo metabolismo da glicose, associada a vários problemas, como aumento de trombose e lesão na parede dos vasos sanguíneos.

5. DOENÇAS DO CORAÇÃO
Um levantamento feito pelo Projeto Corações do Brasil, coordenado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, com cerca de 1,2 mil pessoas, constatou que apenas 30% das mulheres e 55% dos homens estavam dentro dos parâmetros recomendados pela Federação Internacional de Diabetes (IDF) para circunferência e gordura abdominais. O volume na região é reconhecido por 58% dos médicos como fator de risco significativo para doença cardíaca segundo pesquisa realizada pela Shape of the Nations - com o apoio da Federação Mundial de Cardiologia (World Heart Federation - WHF) em 27 países. "A gordura em volta da cintura é a mais perigosa de todas, porque está localizada por trás da parede abdominal, cercando os órgãos internos, numa via direta para o coração e outros órgãos importantes", diz o endocrinologista Alfredo Cury.

6. ARROZ INTEGRAL
Pesquisa feita por nutricionistas da Universidade Tufts, nos Estados Unidos, que analisaram a dieta de 2, 8 mil pessoas, comprovou que pessoas que consumiam três ou mais porções de arroz integral diariamente tinham até 10% menos gordura visceral, que se deposita sobre órgãos como pâncreas, intestino e fígado. O percentual não é pouco, pois ajuda a reduzir visivelmente a barriga além de manter as artérias livres de gordura e ajudar na saúde do coração.

7. VINAGRE
Reduzir em até 80% o apetite e emagrecer até cinco vezes mais. Esses são benefícios que podem ser conseguidos com o uso do vinagre, de acordo com pesquisas norte-americanas realizadas, entre 2004 e 2005, pela Universidade do Arizona (EUA), em um grupo de pessoas com sobrepeso. Os voluntários consumiram duas colheres de vinagre diluídas em meio copo de água por dia, meia hora antes das principais refeições e tiveram os índices de triglicérides baixados e centímetros a menos na barriga. Tudo se isso se deve ao ácido acético, que evita o acúmulo e insulina, associado ao aumento de peso.

8. CONSUMO DE FIBRAS
Dois estudos associaram o consumo de fibras com menos medidas na circunferência abdominal. Um deles foi o da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, e outro na Holanda. Pessoas que consumiam mais de 10 g de fibras por dia apresentaram naturalmente menos 1 cm na barriga, sem dietas ou exercícios. Os especialistas apostam que o motivo é que as pessoas que consomem mais alimentos rico em fibras tendem a ingerir menos gordura e calorias. "Alimentos ricos em proteínas, fibras e cálcio facilitam a manutenção e ganho de massa magra e funcionamento intestinal. E os carboidratos complexos (massa, pães, leguminosas, cereais) fornecem energia e manutenção de massa magra", explica o endocrinologista Alfredo Cury. "As pessoas estão cada vez mais sedentárias e consumindo alimentos cada vez mais calóricos, ricos em gordura e sódio, como fast food, alimentos processados ricos em farinha branca e açúcar. 

9. ÓLEO DE COCO
Voluntários que consumiram óleo de coco em receitas ou sobre os pratos das principais refeições diárias conseguiram perder peso mais rapidamente e principalmente na região da barriga. A conclusão é de um estudo da Universidade de Columbia. Com a ajuda do óleo, foi registrada sete vezes mais perda de medidas do que em uma dieta comum. O produto pode ser tomado em colheradas (de três a quatro colheres de sopa por dia), misturado em sucos, receitas ou ainda usado como tempero.

10. PROTEÍNAS DE LATICÍNIOS
Ajudam a eliminar gordura corporal, segundo pesquisa do Departamento de Cinesiologia da Universidade McMaster, no Canadá. Grupos de mulheres foram submetidas a dietas de emagrecimento e a práticas de exercícios. A rotina foi idêntica, mas a dieta de um dos grupos continha alto teor de proteínas de laticínios, vindas de alimentos como queijo, leite e iogurtes. Nesse, a perda de gordura corporal foi maior, com aumento da massa magra, maior ganho de força e o dobro de eliminação nas medidas da barriga.

11. DESEQUILÍBRIO HORMONAL
O culpado é o excesso de estrogênio. A informação vem do médico americano C. W. Randolph, especialista em desequilíbrio hormonal, autor do livro "De pneuzinho a tanquinho", publicado no ano passado. O hormônio em doses exageradas aumenta a gordura corporal, fazendo o tecido adiposo produzir e armazenar ainda mais estrogênio. O corpo fica incapaz de usar essa gordura armazenada para gerar energia de forma eficaz, comprometendo a capacidade do corpo para queimar gordura. O resultado é o peso extra que não vai embora, mesmo quando se faz exercício ou se come menos. Além da barriga persistente, alguns sinais de que você pode sofrer com desequilíbrios hormonais são alterações fortes de humor, fadiga, muita dor de cabeça, ansiedade, irritação, choro por qualquer motivo, lapsos de memória, fluxo menstrual intenso, incontinência, seios fibrocísticos, diminuição da libido, seios doloridos e sensíveis e retenção de líquido.

12. ALIMENTOS QUE AJUDAM
Diversas pesquisas são feitas a fim de se investigar os benefícios de alguns alimentos. Muitos deles apresentam nutrientes que colaboram para eliminar a gordura da barriga. Confira alguns apontados como fundamentais pelo site Weight Loss: aveia ajuda a manter a sensação de saciedade e ajuda a resistir ao consumo de doces; mirtilos; amêndoas com quantidades de gordura saudável que ajuda a perder medidas na barriga; vegetais com alto teor de fibras. "Devido à má alimentação, jovens, por volta dos 15 anos, estão apresentando colesterol alto, além de não praticarem atividades físicas", disse a fisioterapeuta dermatofuncional Lucely Lustre.

13. REFRIGERANTES
O aumento da circunferência abdominal é um dos sinais da síndrome metabólica, caracterizada pela associação de fatores de risco para as doenças cardiovasculares, vasculares periféricas e diabetes. Uma pesquisa do Instituto Framingham, em Boston, Estados Unidos, aponta que pessoas que bebem refrigerantes todos os dias, pelo menos um, são mais propensas a sofrer do problema. Entre os pesquisados, o consumo diário de refrigerante mostrou um aumento de 48% na prevalência da síndrome em comparação aos indivíduos que consomem menos de um refrigerante por dia.

14. INSATISFAÇÃO
Apenas 8% das mulheres estão totalmente satisfeitas com o seu corpo e os principais vilões são o peso e aspecto da barriga, com 69% das reclamações. Os dados são de pesquisa feita pela rede de clínicas de estética Onodera. Os seios, nádegas e excesso de peso aparecem como as principais causas de insatisfação. Vinte e um por cento se disseram insatisfeitas com o corpo e 71% gostam de algumas partes.

15. SEDENTARISMO
Dados do Ministério da Saúde comprovam que no Brasil, o comportamento das pessoas segue uma tendência mundial, o aumento do sedentarismo, o que ajuda a ganhar barriga. Entre as mulheres, 24,6% não costumam praticar atividades físicas. Quando atingem a terceira idade, no entanto, o percentual cai para 18,9%.

Fonte: Emex - Nutrição Orientada

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

TPM x Alimentação: Saiba como burlar os sintomas

TPM x Alimentação: Saiba como burlar os sintomas

Você sabe qual a sigla que mais assombra as mulheres? TPM. Isso mesmo. A TPM é sinônimo de inchaço, mau humor, fome descontrolada, vontade de comer chocolate, dor nos seios e “otras cositas mas”. Por isso, se você é mulher e quer espantar de vez os sintomas indesejáveis da tensão pré-menstrual, a nutrição pode lhe ajudar bastante.
Confira algumas dicas abaixo:
- Beba bastante líquido
A água desintoxica o organismo e ajuda a desinchar. Tomar muito chás (menos mate e preto), sucos naturais, água de côco, sopas (sem creme de leite para não pesar na balança) ajudam.
- Alimentação rica em fibras
As fibras estão nos alimentos integrais (pão, macarrão, cereais), frutas, vegetais. Elas também ajudam o organismo a desintoxicar e a manter a glicemia (açúcar no sangue) estável, dessa maneira não sentimos vontade de beliscar o dia todo.
- Consuma alimentos com vitamina B
Os cereais integrais (juntamente com os vegetais verdes escuros e as carnes) são alimentos ricos em vitaminas do complexo B. Essas vitaminas diminuem as dores de cabeça e a vontade de atacar os doces. A Vitamina B6 controla os efeitos da aldosterona, hormônio produzido pela supra-renal na fase pré-menstrual que reduz a excreção de sódio e causa o inchaço.
- Ômega-3 para o bom humor
Os peixes de água fria (salmão, arenque, atum) e óleo de linhaça são ricos em ômega-3, uma gordura que tem propriedades antiinflamatórias e contribui para a diminuição do aparecimento de espinhas e de celulite. O ômega-3 também auxilia na manutenção do bom humor!
- Inclua oleaginosas no cardápio
Nozes, castanhas, amêndoa, pistaches são alimentos ricos em gordura poliinsaturada que combatem também a inflamação. Mas não exagere, pois eles são calóricos.
Saiba Mais
- Magnésio para controlar a saciedade
Alimentos ricos em magnésio, como abacaxi, vagens, castanhas, nozes, cenouras, folhosos verde-escuros e carboidratos complexos e integrais, controlam a voracidade por doce, o aumento do apetite e a dor de cabeça.
- Bem-estar no prato
Alimentos ricos em triptofano, um aminoácido precursor da serotonina, responsável pela sensação de bem estar, são muito bem vindos. E são eles: leite e derivados (prefira os desnatados e magros), produtos a base de soja, frutos do mar, feijão, lentilha, arroz e grãos integrais, oleaginosas, ovos e sementes de girassol e gergelim.
- Faça seu intestino funcionar
Alimentos probióticos também são boa pedida, já que um de seus benefícios é enriquecer a flora intestinal, fazendo com que o intestino funcione direito e regularmente e elimine toxinas (subprodutos do metabolismo).
- Zinco é essencial
Para diminuir a irritabilidade, a ansiedade e a insônia, sintomas característicos dessa fase do ciclo, abuse de alimentos ricos em zinco: carnes magras, peixes (incluindo ostras e crustáceos), leite, cereais integrais, feijões e nozes.
Fonte: Magra Emergente

Termogênicos X Ácido Linoleico X Quitosana

Muitas pessoas não sabem a diferença entre esses suplementos que visam o emagrecimento, muitas vezes achando todos são iguais, o que não é verdade. Hoje aprenderemos sobre as diferenças, a aplicabilidade e a segurança de uso dos termogênicos, do ácido linoleico e da quitosana.


Os suplementos termogênicos, como o próprio nome já diz, são produtos que objetivam a termogênese, ou seja, o aumento do gasto energético (que gera calor). A termogênese pode ser induzida pelo exercício, pela alimentação, e também por substâncias específicas, chamadas de substâncias termogênicas. A maioria dessas substâncias são estimulantes do sistema nervoso central, deixando a pessoa com mais energia e apta a desempenhar os exercícios físicos. Um sistema muito popular envolvido nessa maior liberação de energia é o sistema adrenérgico (liberação de adrenalina), que é um hormônio que atua diretamente no aumento do gasto energético e na maior queima de gordura como fonte de energia. Algumas substâncias, como a cafeína por exemplo, atuam nesse sistema, aumentando a liberação de adrenalina.


De uma forma geral, os termogênicos são baseados em não só uma, mas várias substâncias termogênicas como a cafeína, capsaicina, ioimbina, octopamina, L-tirosina, sinefrina, entre outras. A ação dessa substâncias quando em conjunto é mais eficaz na queima da gordura do que quando elas se encontram isoladas, o chamado efeito sinérgico. A recomendação destes suplementos depende da concentração dos componentes da fórmula, dos tipos de componentes e do processo farmacêutico ao qual foram submetidos. Existem termogênicos mais leves que podem ser utilizados durante o dia e até mesmo à noite, podendo ser utilizados antes das refeições para aumentar saciedade e contribuir para a termogênese induzida pelo alimento. Outros de liberação mais lenta, mesmo com concentrações elevadas, podem ser utilizados durante o dia também (LEIA MAIS SOBRE ISSO AQUI), aumentando o gasto energético durante um tempo mais longo. Por fim, os mais concentrados e que não passam por uma encapsulação mais complexa podem ser utilizados imediatamente antes do exercício físico, promovendo maior disposição, energia e queima de gordura naquele período. Precauções: os termogênicos devem ser prescritos por um nutricionista ou um médico capacitado. 

Contra-indicação em casos de: problemas cardiovasculares, problemas de pressão arterial, distúrbios do sistema nervoso central como depressão, ansiedade, entre outros, gestação e uso de medicamentos inibidores da monoaminooxidase (IMAO).

Os suplementos baseados em Ácido Linoleico são, antes de tudo, suplementos de lipídeos, ou seja, de gorduras. O ácido linoleico (LA) é um tipo de gordura saudável que faz parte da família ômega-6 encontrada em vegetais como o cártamo, por isso: Óleo de cártamo. A concentração de LA nesse óleo é altíssima, o que leva aos produtos do ramo serem à base do cártamo. Apesar de exibir uma ação termogênica leve (por aumentar o gasto energético), tal suplemento não é caracterizado como termogênico, principalmente por não conter nenhuma substância estimulante, sendo estritamente composta à base de um macronutriente (lipídeos). O LA exerce seu efeito emagrecedor em nível celular, ou seja, ele atua dentro da sua célula de gordura, principalmente naquela gordura situada na região abdominal (atenção: não é aquela gordura que está entre a pele e o músculo, é a gordura visceral, que envolve os órgãos internos, dando aquele aspecto de barriga dura) quebrando a gordura existente e liberando-a para a corrente sanguínea, onde ela irá pra outros órgãos/tecidos onde será queimada. Além disso, o LA também inibe o acúmulo de gordura nas células lipídicas, ou seja, à medida em que ele "esvazia" a célula de gordura, também impede a formação de novos estoques. Seu efeito é mais sentido na região da barriga, diminuindo as medidas da cintura.


Apesar de na teoria ser algo lindo, na prática nem sempre é essa maravilha toda. Há evidências que mostram que essa gordura liberada no sangue não é queimada como fonte de energia, sendo levada ao fígado, o que induziria a esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado), o que por si só já é algo preocupante do ponto de vista da saúde, aumentando o estado inflamatório e o estresse oxidativo no organismo, podendo até levar à resistência à insulina e posteriormente à diabetes. O LA também exerce seu efeito em células musculares, mas com contribuição bem menor do que nas células de gordura. Apesar desses riscos citados, o LA é um suplemento considerado seguro para uso, desde que respeitada a dosagem ideal, que gira em torno de 5g de óleo por dia (5 cápsulas dos suplementos encontrados no mercado). É importante frisar que doses acima dessa recomendação podem induzir aos efeitos citados acima e também levar ao aumento de peso, pois trata-se de gordura, e quando esta está em excesso, tende a se acumular.

Por fim, a quitosana, também conhecida como bloqueadora de gordura, é uma substância extraída da carapaça de crustáceos que tem como função envolver a gordura da alimentação impedindo que ela seja absorvida no nosso intestino. Seu mecanismo é o mais simples dentre esses suplementos. Devemos ingerir a quitosana (em cápsulas) junto com a alimentação, para que a gordura presente no alimento seja englobada e não seja absorvida, atravessando o intestino e sendo expelida nas fezes. Um efeito é óbvio: a gordura não absorvida não contribui para o aumento nos estoques de gordura. O outro efeito, que é contraditório devido a alguns estudos é a diminuição nos níveis de colesterol sanguíneo. Contraditório por não ter sido comprovado cientificamente ainda, mas a teoria é bem simples também: para digestão e absorção da gordura, nós liberamos a bile, que é rica em sais biliares, que por sua vez são formados a partir do colesterol sanguíneo. Acontece que a bile é reaproveitada no intestino, ou seja, nós reabsorvermos ela para utilizarmos posteriormente. Como a quitosana também envolve a bile, não conseguiríamos reabsorver os ácidos biliares, tendo que forma-los novamente utilizando o colesterol sanguíneo, assim diminuindo-o.

Como precaução, pessoas com hipersensibilidade/alergia a frutos do mar não devem ingerir os suplementos à base de quitosana. Um efeito que pode acontecer é a esteatorreia, ou seja, eliminação de gordura nas fezes, devido ao mecanismo de ação do suplemento. Importante: Não é um suplemento feito para usar por longos períodos, pois ele inibe também a absorção de vitaminas lipossolúveis (Vitaminas A, D, E e K), podendo levar a deficiências nutricionais destes micronutrientes.

Espero ter ajudado a diferenciar e explicar um pouquinho sobre estes suplementos emagrecedores que as pessoas sempre procuram na tentativa de perder aqueles quilinhos extras. Apesar de muito populares, é fundamental a prescrição por profissional da área capacitado (nutricionista ou médico) para que os objetivos sejam atendidos sem prejuízos à saúde. E lembrem-se sempre: a alimentação + treinamento físico + descanso adequado são sempre mais importantes do que qualquer suplemento "milagroso" que existe por aí.

Fonte: Blog EsporteNut

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Os 10 piores alimentos para a sua saúde

Saiba quais são as guloseimas que não só engordam, mas podem provocar doenças
Que atire a primeira pedra quem não se rende a um fast food, salgadinho ou cachorro-quente e depois fica preocupado com as calorias que ingeriu. Mas o que pouca gente sabe é que os perigos desses alimentos vão muito além da questão estética e podem ser um risco para a saúde. Para esclarecer esses problemas, a nutricionista Michelle Schoffro Cook listou os dez piores alimentos de todos os tempos.

10º lugar: Sorvete
Apesar de existirem versões mais saudáveis que os tradicionais sorvetes industrializados, a nutricionista adverte que esse alimento geralmente possui altos níveis de açúcar e gorduras trans, além de corantes e saborizantes artificiais, muitos dos quais possuem neurotoxinas – substâncias químicas que podem causar danos no cérebro e no sistema nervoso.


9º lugar: Salgadinho de milho
Desde o surgimento dos alimentos transgênicos a maior parte do milho que comemos é um “Frankenfood”, ou “comida Frankenstein”. Esse alimento por causar flutuação dos níveis de açúcar no sangue, levando a mudanças no humor, ganho de peso, irritabilidade, entre outros sintomas. Além disso, a maior parte desses salgadinhos é frita em óleo, que vira ranço e está ligado a processos inflamatórios.


8º lugar: Pizza
Nem todas as pizzas são ruins para a saúde, mas a maioria das que são vendidas congeladas em supermercados estão cheia de condicionadores de massa artificiais e conservantes. Feitas farinha branca, essas pizzas são absorvidas pelo organismo e transformadas em açúcar puro, causando aumento de peso e desequilíbrio dos níveis de glicose no sangue.


7º lugar: Batata frita
Batatas fritas contêm não apenas gorduras trans, que já foram relacionadas a uma longa lista de doenças, como também uma das mais potentes substâncias cancerígenas presentes em alimentos: a acrilamida, que é formada quando batatas brancas são aquecidas em altas temperaturas. Além disso, a maioria dos óleos utilizados para fritar as batatas se torna rançosa na presença do oxigênio ou em altas temperaturas, gerando alimentos que podem causar inflamações no corpo e agravar problemas cardíacos, câncer e artrite.



6º lugar: Salgadinhos de batata
Além de causarem todos os danos das batatas fritas comuns e não trazerem
nenhum benefício nutricional, esses salgadinhos contêm níveis mais altos de acrilamida, que também é cancerígena.


5º lugar: Bacon
Segundo a nutricionista, o consumo diário de carnes processadas, como bacon, pode aumentar o risco de doenças cardíacas em 42% e de diabetes em 19%. Um estudo da Universidade de Columbia descobriu ainda que comer 14 porções de bacon por mês pode danificar a função pulmonar e aumentar o risco de doenças ligadas ao órgão.


4º lugar: Cachorro-quente
Michelle cita um estudo da Universidade do Havaí, que mostrou que o consumo de cachorros-quentes e outras carnes processadas pode aumentar o risco de câncer de pâncreas em 67%. Um ingrediente encontrado tanto no cachorro-quente quanto no bacon é o nitrito de sódio, uma substância cancerígena relacionada a doenças como leucemia em crianças e tumores cerebrais em bebês. Outros estudos apontam que a substância pode desencadear câncer colorretal.


3º lugar: Donuts (Rosquinhas)
Entre 35% e 40% da composição dos donuts é de gorduras trans, “o pior tipo de gordura que você pode ingerir”, alerta a nutricionista. Essa substância está relacionada a doenças cardíacas e cerebrais, além de câncer. Para completar, esses alimentos são repletos de açúcar, condicionadores de massa artificiais e aditivos alimentares, e contém, em média, 300 calorias cada.


2º lugar: Refrigerante
Michelle conta que, de acordo com uma pesquisa do Dr. Joseph Mercola, “uma lata de refrigerante possui em média 10 colheres de chá de açúcar, 150 calorias, entre 30 e 55mg de cafeína, além de estar repleta de corantes artificiais e sulfitos”. “Somente isso já deveria fazer você repensar seu consumo de refrigerantes”, diz a nutricionista. Além disso, essa bebida é extremamente ácida, sendo necessário 30 copos de água para neutralizar essa acidez, que pode ser muito perigosa para os rins. Para completar, ela informa que os ossos funcionam como uma reserva de minerais, como o cálcio, que são despejados no sangue para ajudar a neutralizar a acidez causada pelo refrigerante, enfraquecendo os ossos e podendo levar a doenças como osteoporose, obesidade, cáries e doenças cardíacas.



1º lugar: Refrigerante Diet
“Refrigerante Diet é a minha escolha para o Pior Alimento de Todos os Tempos”, diz Michelle. Segundo a nutricionista, além de possuir todos os problemas dos refrigerantes tradicionais, as versões diet contêm aspartame, que agora é chamado de AminoSweet. De acordo com uma pesquisa de Lynne Melcombe, essa substância está relacionada a uma lista de doenças, como ataques de ansiedade, compulsão alimentar e por açúcar, defeitos de nascimento, cegueira, tumores cerebrais, dor torácica, depressão, tonturas, epilepsia, fadiga, dores de cabeça e enxaquecas, perda auditiva, palpitações cardíacas, hiperatividade, insônia, dor nas articulações, dificuldade de aprendizagem, TPM, cãibras musculares, problemas reprodutivos e até mesmo a morte.

Fonte: Emex - Nutrição Orientada

Álcool: o destruidor das dietas

Álcool: o destruidor das dietas

"junto com a compulsão alimentar, bebidas alcoólicas são armadilhas que podem impedir o emagrecimento'
É comum as pessoas se depararem com a dificuldade de lidar com o álcool quando querem emagrecer, transformar ou modelar seus corpos. A disseminação do consumo permitido do álcool tem agravado o que chamamos de drunkorexia, que nada mais é do que a troca da comida pela bebida.
Na drunkorexia, paciente consome bebidas alcoólicas e não come
O “anestesiamento” que ele promove e que também é buscado para aplacar as angústias presentes no dia a dia, faz com que as pessoas esqueçam que ao entrar em contato com o organismo o álcool se transforme imediatamente em glicose, colaborando para o processo de “engordamento”.
Além dos danos para saúde física e mental, o álcool pode representar uma perda da “identidade social". Grupos que se formam e se reúnem somente em função dele podem criar uma dependência em alguns de seus membros, levando à necessidade de afastamento do grupo para poder cuidar da saúde (e/ou do vício), correndo o risco de sentirem-se deslocados e isolados socialmente.
Assim como a drunkorexia é fruto dos desdobramentos patológicos inerentes à obesidade (ou o medo de se tornar obeso, presente nas anorexias, ou na maior facilidade de beber que os pacientes bariátricos encontram), outras doenças também ligadas a esta epidemia estão sendo “criadas”. Todas elas, de certa forma, podem ser consideradas como co-morbidades da obesidade.
Preocupação exagerada com a alimentação pode acompanhar o excesso de peso
Algumas dessas doenças, são a ortorexia (que também pode ser nomeada como síndrome do apetite correto, caracterizado pelo excesso de preocupação com um exagerado “comer saudável”), a diabesidade (que são hábitos alimentares que os diabéticos desenvolvem, por não aceitarem as restrições da doença, transgredindo e adotando comportamentos compensatórios bulímicos para eliminar os excessos de glicose e/ou gorduras ingeridos) ou ainda a vigorexia (que é um transtorno no qual as pessoas realizam práticas esportivas de forma contínua, evitando desenvolver a obesidade, com uma valorização praticamente religiosa, com características de fanatismo).
Tal como a anorexia e a bulimia, esses transtornos alimentares citados acima são consideradas uma forma reativa de lidar com a obesidade, ou seja, para evitá-la acabam se transformando numa manifestação da própria obesidade, como se fosse a mesma roupa vestida pelo avesso. A perda de peso é um ganho de saúde!
Fonte: Emex - Nutrição Orientada

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Contra a gordura, é melhor correr do que malhar

Contra a gordura, é melhor correr do que malhar

Estudo americano comprova que exercício aeróbico é mais eficaz para eliminar a barriga
O exercício aeróbico é melhor do que o treinamento de resistência, caso o objetivo seja perder um tipo de gordura abdominal que representa uma grave ameaça à saúde.
Esta é a conclusão de um estudo que comparou a eficácia do treinamento aeróbico, como a corrida, e a do treinamento de levantar peso, como a musculação.
Foram avaliados, por oito meses, 196 adultos sedentários, com idade entre 18 e 70 anos, e que estavam acima do peso.
Os participantes do grupo que fez aeróbica correram 12 quilômetros por semana, chegando a frequência cardíaca máxima de 80%. Já quem fez parte do grupo de resistência praticou, três vezes por semana, três séries de 8 a 12 repetições de levantamento de peso.
Os pesquisadores da Universidade de Duke, nos EUA, analisaram como esses tipos de exercícios reduzem a gordura mais profunda do abdome, aquela que fica dentro da barriga, em volta dos órgãos. Chamada de visceral, ela está associada ao risco aumentado de doença cardíaca, diabetes e alguns tipos de câncer.
Os exercícios aeróbios reduziram significativamente a gordura visceral no grupo avaliado, melhorando os índices deles de resistência à insulina, enzimas hepáticas e as taxas de triglicérides.
“O treinamento de resistência é eficiente para dar força e aumentar a massa magra do corpo”, afirma o autor do estudo, e fisiologista do exercício Cris Slentz.
“Mas se você estiver com sobrepeso, assim como estão 2/3 da população, e você quer perder a gordura da barriga, o exercício aeróbico é a melhor escolha.”
No mesmo estudo, os pesquisadores descobriram que as atividades como corrida queimam 67% mais calorias do que a musculação.
Fonte: Emex - Nutrição Orientada

30 erros que fazem engordar e prejudicam a saúde

30 erros que fazem engordar e prejudicam a saúde

Confira uma relação de dicas e conselhos que podem turbinar sua dieta...
1. Não tomar café da manhã. Algumas pessoas não têm tempo para tomar o café da manhã, outras, simplesmente não têm fome. Depois de um jejum de, no mínimo, seis horas, o corpo precisa de energia para seguir suas atividades. De acordo com a nutricionista Paula Castilho, a primeira refeição do dia é essencial. "Assim, damos energia para que o corpo possa funcionar e evitamos quadros de hipoglicemia e mal estar", ressalta

2. Tomar muito café ao longo do dia. Um cafezinho fresco é algo irresistível para boa parte dos brasileiros; ele quebra a rotina e representa uma pausa agradável entre as tarefes do dia. Mas como tudo em excesso é prejudicial, com ele também não poderia ser diferente. "O café é bom para o coração, é energético, porém, tem cafeína, que em excesso pode fazer mal para o organismo, principalmente para quem tem histórico de pressão alta", indica Paula

3. Cortar o carboidrato radicalmente da alimentação. Essa é uma técnica que algumas pessoas usam tentando emagrecer alguns quilinhos. Segundo a nutricionista Elaine de Pádua, a primeira resposta do corpo é mesmo o emagrecimento. Mas depois de certo tempo, começam os problemas. "A falta de carboidrato pode causar uma fadiga muito grande, a pessoa vai ficar completamente sem energia, apática, cansada, pode ter queda de cabelo, enfraquecimento das unhas e mau humor"

4. Pular refeições. Com a correria do dia a dia, pular uma refeição acaba sendo um erro bastante comum. "Devemos comer de três em três horas para fazer com que o organismo entenda que ele não vai ficar sem energia, assim, evitamos com que ele armazene em forma de gordura ao invés de queimar", explica Paula. O indicado é tentar fazer, em média, uma refeição a cada três horas, sempre com opções pouco calóricas

5. Não comer verduras e legumes. Segundo Luis Claudio Benevenuto, nutricionista e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o fato de não inserir legumes e verduras é prejudicial porque o corpo terá uma menor ingestão de fibras. "As fibras ajudam com a sensação de saciedade. Se a pessoa não ingere fibras, vai acabar comendo outras coisas que não deveria. Além disso, elas controlam o colesterol, a glicose no sangue, e funcionam como um fator protetor

6. Comer muita pimenta. Para quem gosta de uma boa pimenta, não há limites para ardência. E, segundo a nutricionista Livia Hasegawa, até certo ponto a pimenta pode até ser benéfica, porque possui substâncias antioxidantes. "Além disso, a pimenta vermelha é termogênica, ou seja, tem um efeito de acelerar o metabolismo". Mas o excesso não é recomendado. "Para algumas pessoas, pode levar a alterações no estômago, a uma gastrite ou piora da mesma"

7. Comer um doce no lugar de uma refeição. "Nunca devemos trocar um doce por um prato de comida, o doce possui carboidratos simples que libera açúcar no sangue muito rápido. Além do aumento de peso, ele pode gerar picos de glicemia altos, gerando mal estar", reforça a nutricionista Paula

8. Exagerar nos alimentos light. Muita gente se joga nos alimentos light sem ao menos ler a tabela nutricional presente na caixinha. De acordo com Paula, o principal problema dos alimentos light é a quantidade de sódio. "Sempre olhe no rótulo e veja se o sódio é menor do que 100 mg. O sódio ajuda na retenção de líquidos, aumento de pressão e estética defeituosa do corpo como a celulite"

9. Dieta da sopa. Quem quer emagrecer rapidamente muitas vezes acaba cortando de vez os alimentos sólidos. Mas segundo os especialistas este tipo de restrição pode acarretar uma série de problemas. "Se você comer só sopa, não está trabalhando a mastigação, que é o momento em que o corpo libera uma série de substâncias e enzimas importantes e manda a mensagem para o cérebro da saciedade", explica Elaine

10. Comer muita carne vermelha. Comer carne vermelha em excesso também é um erro comum, especialmente para pessoas que não gostam muito de frango ou peixe. "A carne vermelha possui gordura saturada, isso faz com que o organismo aumente as taxas de colesterol e pode também gerar doenças cardiovasculares com o entupimento de veias. O ideal é consumir carnes magras de duas a três vezes na semana", reforça Paula

11. Excluir radicalmente a carne vermelha do cardápio. Para quem não é muito chegado em carne vermelha, ou é vegetariano, a atenção ao cardápio também deve ser redobrada. "A principal preocupação em não ingerir carne vermelha é não conseguir suprir a quantidade de minerais necessários para o organismo", alerta Paula. Ela explica, no entanto, que se a pessoa tiver uma alimentação variada e rica em nutrientes, é possível excluir a carne e manter a saúde

12. Comer massa no almoço todos os dias. Quem tem um pezinho na Itália e não dispensa uma boa macarronada, no lugar do brasileiríssimo arroz e feijão, deve ficar de olho na saúde. "Um prato só de macarrão deixa de ter as fibras e minerais de um prato mais variado. Além disso, pode ser um prato bem mais calórico, dependendo do molho. É um prato rico em amido, que é um carboidrato que nos dá milhares de moléculas de glicose

13. Não variar nos legumes no prato . "Uma alimentação rica em nutrientes, é uma alimentação colorida. Quanto mais colorido, mais nutrientes antioxidantes ele tem", explica Paula. Segundo ela, o prato ideal tem sempre ter cinco cores diferentes

14. Não comer frutas. Desde crianças, ouvimos que as frutas são ricas em fibras e vitaminas. Só que no dia-a-dia nem sempre conseguimos incluí-las na alimentação. A nutricionista Paula alerta: "as frutas deixam o organismo forte e resistente. As fibras o deixam em equilíbrio, filtrando as toxinas e garantindo seu bom funcionamento"

15. Não mastigar bem. Comer rápido é uma característica do mundo moderno e, às vezes, para ganhar alguns minutos, muita gente mal sente o gosto da comida. "Não mastigar os alimentos leva a um processo de má digestão e ainda a um maior consumo de calorias, já que a sensação de saciedade leva de 15 a 20 minutos para acontecer", explica Livia. Ela ressalta também que o ideal é mastigar de 20 a 30 vezes o alimento ou até que ele fique sem grandes pedaços sólidos

16. Tomar muito refrigerante. De acordo com a nutricionista Paula, o refrigerante não só contribui com o aumento de peso pela quantidade açúcar, como também pode trazer outros problemas. "Os lights e diet podem ser prejudiciais pelo excesso de adoçantes. O ideal é deixar para consumir aos finais de semana de maneira controlada ou substituir por sucos naturais sem açúcar", orienta

17. Tomar líquido na hora da comida. Muito se discute sobre o ato de ingerir líquidos na hora da refeição - o maior medo das pessoas é engodar. Mas segundo o nutricionista Luis, um copo de 200 a 250 ml durante a refeição não vai atrapalhar em nada. "O problema é que as pessoas tomam muito durante a refeição e, se exceder, isso pode atrapalhar na absorção dos nutrientes

18. Não tomar água. "Corpo desidratado pode gerar um envelhecimento precoce e danos nas células, causando um desequilíbrio no organismo", explica Paula. Ela ressalta que o líquido é responsável por funções metabólicas em diversas sínteses do organismo

19. Beber líquido em excesso. "Beba quatro litros de água por dia e seja saudável" - quem nunca leu essa frase estampada em alguma revista e acabou acatando a máxima como uma verdade absoluta. Segundo o nutricionista Luis, pecar pelo excesso pode comprometer o processo de digestão. "A água é o nutriente mais importante do organismo, porque toda reação química depende de água. A boa ingestão de água ao longo do dia faz com que você segure um pouco a alimentação

20. Beliscar o dia todo. O hábito de beliscar é um problema para muita gente. Além de ser uma das causada da obesidade, o ato pode acabar virando uma constante e trazer diversos problemas. "Beliscar alimentos calóricos pode gerar um aumento de peso e a compulsão alimentar", indica Paula

21. Comer em grande quantidade. Para garantir a boa forma não é preciso parar de comer, mas sim, saber fazer escolhas inteligentes e ter bom senso na hora de montar um prato de comida. "O ideal é fracionar as refeições. Quando consumimos muitas calorias de uma só vez, a chance de ingerir excessos é muito grande e isso faz com que nosso organismo estoque em forma de gordura", explica Paula

22. Tomar muito chá verde com o objetivo de emagrecer. De acordo com a nutricionista Elaine, o chá verde tem sim seus benefícios. "Ele possui o epigalato 3, uma sustância que tem uma ação termogênica, ou seja, acelera o metabolismo. Mas a quantidade é pequena, varia entre 5% e 10%", observa. O que significa que tomar chá verde o dia todo não é a solução para o emagrecimento

23. Tomar shakes para substituir as refeições. Os famosos shakes são bem atraentes por prometerem a sensação de saciedade de forma rápida e pouco calórica, mas os especialistas não incentivam o hábito. "O shake é um produto processado, o que foge da ideia de uma alimentação natural. Tomar shake ainda pode levar a um período menor de saciedade e inclusive à deficiência de algum nutriente, como vitaminas e minerais", explica Livia

24. Mistureba no prato. Quem nunca cometeu exageros na hora da fome no restaurante por quilo? Basta dar uma olhadinha nos pratos mais lotados para se comprovar a presença de arroz, macarrão, comida japonesa, feijoada e muitas outras combinações um tanto quanto estranhas. A prática, no entanto, é um erro, segundo explica a nutricionista Paula. "O ideal é consumir um grupo de alimentos a cada refeição. A mistura de grupos acaba deixando o prato mais calórico"

25. Se segurar o dia todo e compensar na "gula' à noite. De acordo com a nutricionista Elaine, este é um péssimo hábito, especialmente porque à noite o metabolismo fica mais lento. "É o momento do dia em que você tem que comer menos, porque não vai ter um gasto de energia considerável, e seu corpo esta se preparando pra descansar. Além disso, o fato de comer muito pode causar insônia e pesadelos", pontua

26. Misturar dois carboidratos no prato . Apesar de esta combinação ser uma das grandes vilãs das dietas, a nutricionista Paula explica que a mistura pode ser feita desde que as porções sejam divididas de forma que somem uma porção. "Por exemplo, se for comer purê de batatas, coma apenas duas colheres de sopa, com duas de arroz", orienta

27. Almoçar ou jantar cada dia em um horário. Para quem tem rotina, fica fácil se organizar para fazer as refeições todos os dias no mesmo horário. Mas para quem tem um trabalho um pouco mais atípico isso já fica mais difícil. O maior problema nesse sentido é o período de jejum que se forma, segundo o nutricionista Luis. "As pessoas acabam comendo muito mais do que deveriam, fica aquele sentimento de 'pobre de mim, posso tudo porque fiquei o dia todo sem comer'"

28. Mastigar chiclete o dia todo. Mastigar, mastigar e mastigar, sem mandar nada para o estômago. Este é outro hábito que está sempre na mira dos especialistas. "Toda vez que a pessoa mastiga o chiclete, acaba ativando a produção de enzimas na boca, e a tendência é cada vez ter mais fome", ressalta Elaine. Para quem não abre mão do hábito, o indicado é optar pelas versões sem açúca

29. Comer ração humana no lugar de uma refeição. A ração humana virou uma febre há alguns anos, quando surgiu com a promessa de saciar a fome e ajudar na perda de peso. No entanto, segundo a nutricionista Livia, não deve ser consumida com o intuito de emagrecimento. "Além disso, o consumo dos mesmos ingredientes todos os dias acaba enjoando e até mesmo gerando um processo alérgico"

30. Excesso de açúcar e de sal. Estes são alguns dos maiores vilões da alimentação. "Além de aumentar o peso, o açúcar acaba aumentando o triglicérides. O ideal é substituir por adoçantes naturais, açúcar mascavo ou mel", indica Paula. Já o sal em excesso é o inimigo da pressão alta e dos problemas cardiovasculares, além de contribuir para a retenção de líquido. "Substitua por temperos naturais e coloque o sal apenas no momento da refeição
Fonte: Emex - Nutrição Orientada