Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Não dá para ser de outra forma



Artigo publico no dia 10/04/2012 no American Journal of Preventive Medicine evidenciou, mais uma vez, que não existe  receita mágica para a perda de peso. A pesquisa acompanhou mais de 4.000 pessoas e mostrou que as pessoas que conseguiram reduzir mais o peso e o percentual de gordura foram aquelas que fizeram atividade física regular e alimentaram-se de forma saudável durante o ano todo, consumindo menos gordura e alimentos industrializados. Já as que preferiram seguir o caminho “mais fácil”, utilizando shakes ou suplementos emagrecedores, fizeram dietas malucas/da moda ou pularam refeições perderam menos peso. Ou seja, reeducação alimentar, acompanhamento com profissionais de saúde especialistas na área e atividade física são fundamentais para a perda de peso e melhoria da saúde a longo prazo.
O estudo é importante e mostra que pequenos e constantes passos são fundamentais, principalmente neste momento em que o Brasil bateu recorde histórico em número de pessoas com sobrepeso e obesidade. Dados do Ministério da Saúde publicados esta semana apontaram que mais da metade da população encontra-se acima do peso. Uma das causas é a péssima qualidade da dieta, com consumo insuficiente de frutas e hortaliças e e o alto consumo de gorduras e refrigerantes. Além disso, o estudo apontou que o número de brasileiros sedentários, apesar de ter diminuído ainda é alto. Falta de tempo? Não: mais de 25% dos brasileiros passam mais de 3 horas ao dia em frente a TV.

Fonte: Dicas da Nutricionista

domingo, 13 de maio de 2012

O Cacau e a Alfarobeira


O queridinho entre muitas crianças e mulheres, o chocolate costuma ser considerado o “vilão” da dieta. Com a páscoa, aumenta a preocupação com a quantidade de chocolate ingerida e normalmente as pessoas que estão de dieta tendem a se sentir “torturadas”. Mas será que o chocolate é mesmo um vilão? Será que o tão pecaminoso chocolate pode trazer algum benefício a minha saúde? A boa notícia é que a resposta para as duas perguntas é DEPENDE!

O problema do chocolate está na quantidade de gordura saturada e açúcar, porém o cacau, seu principal constituinte, já está comprovado, pode trazer alguns benefícios à saúde. Assim, o recomendado seria consumir o chocolate com um maior teor de cacau, ao invés do chocolate ao leite.

O chocolate ao leite, quando consumido em grande quantidade, pode ocasionar aumento de colesterol total e aumento de peso, o que contribuem para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Enquanto que o chocolate amargo, aquele que tem um maior teor de cacau, pode proporcionar proteção do sistema cardiovascular.

Isso acontece pois o cacau possui uma boa quantidade de substâncias antioxidantes e flavonóides. Entre esses compostos, encontramos as catequinas do cacau, que protegem  contra a fração LDL, conhecido com colesterol ruim, o colesterol da oxidação que está associado à algumas doenças cardiovasculares. Já o chocolate ao leite, possui muita gordura saturada, que tem ação contrária ao chocolate amargo.

Outra importante ação do chocolate é a de melhorar a produção de serotonina, proporcionando uma sensação de bem estar.
Ok! O Chocolate amargo não é tão fácil de se ingerir quanto o chocolate ao leite, mas que tal ir se adaptando aos poucos?
Então, vamos provar uma receita diferente? Que tal um mousse de cacau com abacate?

MOUSSE DE CACAU COM CHOCOLATE
  • 1 abacate maduro
  • 2 col. (sopa) de cacau em pó
  • 2 col. (sopa) de melaço ou mel ou xarope de agave

Modo de Preparo:
Liquidifique o abacate e o mel. Acrescente, aos poucos, o cacau em pó. Coloque em taças e leve à geladeira.

Que tal? Será que agora dá? Ainda díficil? Então que tal substituir o chocolate pela alfarroba? Ainda não conhece a alfarroba?
A alfarroba é uma vagem de cor escura e de sabor adocicado, rica em vitaminas e mineiras. Atualmente é uma das melhores opções, se não a única, para substituir o chocolate, ou melhor dizendo, o cacau. Outra boa vantagem da alfarroba em comparação com o chocolate, é que esta possui menos teor de gordura que o cacau. Isso tudo, próprio da vagem, ou seja, menor adição de açúcar e menor teor total de gordura, o que resulta em mais benefícios à nossa saúde.

E então? Vai de chocolate meio amargo ou de alfarroba?
As barrinhas de chocolate de alfarroba já são encontrada com muita facilidade em grandes redes de mercado e em casas de produtos naturais.
Seja qual for a sua escolha, lembre-se que o bom senso é sempre um ótimo conselheiro. Apesar dos benefícios que estão sendo descobertos é importante ter o acompanhamento da nutricionista que poderá lhe dizer qual dos dois é melhor para o SEU ORGANISMO. Além disso, evitar os exageros é sempre muito bom, já que tudo em excesso faz mal.

Fonte: A Nutricionista

sábado, 12 de maio de 2012

Filme apresenta a Vitamina D como tratamento para doenças autoimunes


O filme Vitamina D - Por uma outra terapia retrata a experiência de cinco portadores de esclerose múltipla que tiveram suas vidas transformadas não apenas pelo surgimento da doença, mas também pela descoberta de um novo tratamento à base de vitamina D.

Realizado entre 2011 e 2012 pelo também portador da doença, Daniel Cunha, o filme surgiu da necessidade de disseminar os benefícios desse tratamento, do qual também é beneficiário.

Desenvolvido no Brasil pelo neurologista da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), Cícero Galli Coimbra, o tratamento dispensa o uso dos medicamentos convencionais para a doença - entre os principais estão os chamados interferons e o acetato de glatiramer.

Esses medicamentos, injeções que podem custar entre R$ 2 e 10 mil reais mensais, são oferecidos gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e diminuem as manifestações da doença em apenas 30%. Além da pouca eficiência, pesa contra o tratamento convencional os recorrentes efeitos colaterais sentidos pelos pacientes após as aplicações. 

“Cerca de 70% das pessoas que sofrem de esclerose múltipla apresentam níveis muito baixos de vitamina D, o que se correlaciona com uma frequência maior de manifestações (surtos) e com sequelas neurológicas mais acentuadas após cada surto. A simples percepção disso remete qualquer profissional que se depare com esse quadro à obrigação ética de administrar essa substância como parte fundamental do tratamento”, explica Dr. Cícero. Sua experiência clínica com centenas de pacientes de doenças autoimunitárias (além da esclerose múltipla, a vitamina D funciona com artrite reumatóide, lúpus, psoríase, vitiligo, diabetes do tipo 1, hipotireoidismo, entre outras) têm apresentado, desde 2003, quadros de regressão de sintomas, assim como a estabilidade de doenças como a esclerose múltipla. 

De acordo com a literatura médica atual, a vitamina D exerce um papel fundamental na manutenção e no equilíbrio de 229 funções do organismo humano. No entanto, de acordo com as novas descobertas, as doses diárias recomendadas até hoje, de 400 UI (Unidades Internacionais), que equivale a um micrograma, estão longe do ideal necessário para prevenir, estabilizar ou mesmo anular sintomas relacionados à carência dessa substância.

"Em 2003, passamos a utilizar doses fisiologicamente mais realistas, como por exemplo de 10.000 UI (Unidades Internacionais), quantidade produzida por poucos minutos de exposição solar no indivíduo adulto, e observamos uma melhora muito grande no quadro clínico dos pacientes portadores dessas doenças. A partir daí, começamos a elevar os níveis de vitamina D, sempre acompanhando com exames de laboratório para ter certeza que os pacientes não teriam nenhum problema com isso. Em seguida, constatamos que muitos pacientes se viram completamente livres das manifestações dessas doenças", conta o neurologista.

Cícero Galli Coimbra é médico graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1979), possui título de especialista em medicina interna (1981) e neurologia (1983) pela mesma instituição, e em neurologia pediátrica (1985) pelo Jackson Memorial Hospital da Universidade de Miami, EUA. Obteve o título de mestre (1988) e doutor (1991) em Neurologia pela Universidade Federal de São Paulo e pós-doutorado (1993) pela Universidade de Lund, Suécia. Atualmente é Professor Livre Docente do Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da Universidade Federal de São Paulo, onde dirige o Laboratório de Fisiopatologia Clínica e Experimental. Atua na área de Medicina (Neurologia e Clínica Médica), com ênfase em doenças neurodegenerativas e autoimunitárias.

Veja o vídeo abaixo:



Fonte: Saúde com Ciência

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Pimenta reduz o colesterol e ajuda a prolongar a vida


Recentes pesquisas apontam a pimenta como um remédio milagroso para a saúde. A planta não só tem efeito anti-inflamatório como também alivia a enxaqueca e é um potente anticancerígeno.
 
Sendo assim, ajuda a prolongar a vida. O poder da pimenta está contido numa substância chamada capsaicina, que é responsável pelo ardor da planta.
 
A substância consegue bloquear o complexo protéico fator nucelar kappa B que age como um interruptor do crescimento celular no organismo. Uma vez bloqueado, dá-se a redução do crescimento descontrolado das células. Com isso, previne-se o câncer.
 
Outro ponto positivo para a pimenta está no poder que ela tem de controlar o colesterol.
 
Para controlar o nível elevado de LDL a recomendação é consumir a pimenta in natura nas refeições.
 
Rica em carotenoides e em vitamina C, a pimenta também age como antioxidante, ajudando a evitar o envelhecimento das células.

Fonte: Meu Nutricionista

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Obesos sofrem maior exposição a radiação em exames de raio X


Software desenvolvido é capaz de adequar níveis de radiação em exames de raios-X e tomografias (TC) para cada paciente

A maioria dos equipamentos médicos de imagem não foi desenvolvida pensando em pacientes com sobrepeso ou obesos. O resultado é que estas pessoas são expostas a níveis mais elevados de radiação durante exames de raios-X e tomografias computadorizadas (TC) de rotina.

Estudo conduzido no Rensselaer Polytechnic Institute, nos Estados Unidos, calculou os níveis adicionais de radiação que pacientes obesos recebem a partir de uma tomografia computadorizada. Resultados mostram que os órgãos internos de homens obesos recebem 62% a mais de radiação durante o procedimento do que homens de peso normal. Para mulheres obesas, o aumento registrado foi de 59%.

Nova tecnologia

Com base nos resultados do estudo equipe de engenharia da Rensselaer desenvolveu uma nova tecnologia capaz de minimizar os níveis de exposição de pacientes obesos à radiação. Projeto liderado pelo pesquisador George Xu levou à criação de modelos computadorizados 3D ultra-realistas de homens e mulheres com sobrepeso e utilizou simulações de computador para determinar como os raios X interagem com os diferentes tipos de corpo. Os modelos desenvolvidos, conhecidos como "Fantasmas" têm potencial para auxiliar médicos na configuração e otimização das tecnologias de imagens médicas para reduzir os níveis de radiação que um paciente obeso recebe.

A exposição à radiação é cumulativa durante a vida do paciente. O risco associado com uma dose de radiação a partir de um único CT é relativamente pequena quando comparada com o benefício clínico do procedimento. Mas os pacientes estão cada vez mais submetidos a vários exames de tomografia computadorizada e outros procedimentos de radiação baseados, o que pode levar a um risco desnecessário de radiação.

Atualmente, se os técnicos utilizam configurações de equipamentos normais para realizar uma tomografia computadorizada em uma paciente obesa, as imagens resultantes são borradas em função de os fótons de raios-X terem que viajar mais para ultrapassar as camadas de gordura. Como resultado, os técnicos geralmente ajustam o equipamento para uma configuração mais poderosa, que produz uma imagem melhor, mas expõe o paciente obeso à radiação adicional. Não há nenhum mecanismo para níveis mais exigentes a configuração que irá proporcionar um equilíbrio ótimo entre a clareza de imagem e menor dose de radiação.

O novo procedimento - "Fantasmas" - integra um pacote de softwares - VirtualDose - desenvolvidos por Xu e sua equipe. O VitualDose tem por objetivo criar um serviço personalizado para pacientes submetidos à tomografia computadorizada. O programa permite a criação de um "fantasma" ultra-realista de qualquer paciente indicado a passar pelo procedimento. A ferramenta leva em consideração as características individuais dos pacientes, incluindo idade, sexo, altura, peso, e mesmo se uma mulher está grávida. 

Ao introduzir estes dados para o software, VirtualDose rapidamente cria um modelo computadorizado do paciente capaz de evidenciar seus órgãos internos. Este procedimento permitirá que médicos e pesquisadores comparem as doses de radiação que uma pessoa vai receber de diferentes configurações equipamentos de CT, para, em seguida, permitir a regulagem mais adequada. VirtualDose também permitirá que médicos mantenham um registro de alta precisão de quanto os pacientes são expostos a radiação durante a vida.

Fonte: Meu Nutricionista

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Você lê o que você come?

Vídeo produzido pelo Grupo Maria do Carmo do Curso de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP para a disciplina HNT0203 Educação Nutricional em 2011. Tema: rotulagem de alimentos.


Fonte: Meu Nutricionista

terça-feira, 8 de maio de 2012

Teor de sal dos alimentos

Mais uma vez, a nutricionista Andréia Moura revela o que há por trás dos rótulos dos alimentos e mostra a quantidade de sal de vários produtos industrializados, e ainda, o que o excesso de sódio pode causar à nossa saúde. Vale a pena conferir!

Nutr. Andréia Moura
São Paulo - SP





Continuando a primeira parte do vídeo, a nutricionista Andréia Moura revela o que há por trás dos rótulos dos alimentos e mostra a quantidade de sal de vários produtos industrializados e o que o excesso de sódio está fazendo com a humanidade. É surpreendente!

Nutr. Andréia Moura
São Paulo - SP



Fonte: Meu Nutricionista