Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Brasileira cria macarrão com farinha de banana verde sem glúten


Farinha de banana verde

Para dar uma pitada de sabor e saúde à vida dos celíacos, pesquisadoras da Universidade de Brasília criaram uma receita inédita de macarrão sem glúten.

Para isso, elas substituíram a farinha de trigo por farinha de banana verde.

O produto custa três vezes menos do que o macarrão para celíacos vendido nos supermercados e pode ser fabricado em casa.

Além disso, pode ser consumido por toda a população, é mais nutritivo e tem menor valor calórico.

A pesquisa mereceu destaque na edição desta semana da revista científica Journal of the Academy of Nutrition and Dietetics.

Macarrão sem glúten

Renata Zandonadi começou sua receita de macarrão para celíacos preparando a polpa de banana verde, que foi cozida, triturada e desidratada para gerar a farinha.

Foram testadas três receitas: macarrão de farinha de banana verde puro, o ingrediente associado à farinha de arroz, e outra receita com a farinha de banana associada à fécula de batata.

As três tentativas tiveram sucesso.

O macarrão, do tipo fettucine, com farinha de banana verde apresentou uma redução de lipídios de 98%, mais fibras e uma redução de 8,5% do valor energético total, se comparado ao macarrão integral vendido em supermercado.

Além disso, a banana verde possui amido resistente, uma substância que auxilia na redução de colesterol, promove mais saciedade e regulação do índice glicêmico. "É rico em fibras, vitaminas e minerais. Houve uma melhora nutricional e, principalmente, redução de gordura", diz Renata.

Aproveitamento das bananas verdes

A receita foi avaliada por 25 celíacos e 50 pessoas não portadoras da doença. O grupo não percebeu diferenças na aparência, aroma, sabor, textura e qualidade do produto em relação ao macarrão tradicional.

O trabalho está em processo de patenteamento para ser colocado no mercado.

O estudo de Renata também ajudará a aproveitar uma parte da colheita de banana que hoje é desperdiçada.

Durante o processo de colheita e comercialização, os cachos apresentam vários níveis de maturação e as bananas verdes vão para o lixo. Cerca de 60% da produção é descartada em algumas regiões.

Doença celíaca

A doença celíaca caracteriza-se por uma intolerância permanente ao consumo do glúten, proteína presente em alimentos como farinha de trigo, aveia, cevada e centeio.

Mas os produtos sem glúten são caros. Um pacote de 500g de macarrão de arroz ou fécula de batata custa entre R$ 4 e R$ 20.

Já 100g do macarrão com farinha de banana criado por Renta, custou R$ 0,52.

"Temos uma grande necessidade de ter dietas e produtos alternativos para os celíacos. Só 47% deles conseguem aderir à dieta. A grande queixa é a pouca opção de alimentos", disse Lenora Gandolfe, membro da equipe.

Fonte: UnB - Universidade de Brasília

Nutricosméticos: Uma nova opção de saúde e beleza



Hoje em dia existem muitos produtos que prometem bons resultados estéticos, são os nutricosméticos e se baseiam no conceito de beleza de dentro para fora, para uma determinada parte do corpo. Os nutricosméticos unem nutrição a saúde do corpo e da pele, amplificando a beleza interior por meio de vitaminas, aminoácidos, proteínas e ativos botânicos que oferecem benefícios antioxidantes. Eles agem repondo algum elemento que esteja em falta no organismo ou ainda de forma preventiva.

Muitas pessoas não conseguem suprir a necessidade de vitaminas e minerais apenas por meio da alimentação e precisam de suplementação. Porém o que é bom para um, não significa que seja bom para todos. É imprudente e perigoso usar qualquer suplemento alimentar sem uma prévia análise da sua necessidade. Assim como a deficiência, o excesso também faz mal e você pode desencadear outros desequilíbrios no seu organismo.

O cuidado que precisa ser tomado é aquele básico para quem ingere qualquer medicamento: o uso deve ser feito sob orientação médica. Isso porque algumas pessoas como gestantes, mulheres que estão amamentando, crianças e principalmente pacientes com alterações renais e hepáticas devem ser acompanhadas pelo médico. Observada essa condição, os novos suplementos podem ser uma boa opção para quem deseja ter uma pele mais jovem. Pois essas substâncias ajudam no equilíbrio interno do organismo, e o equilíbrio auxilia na prevenção do envelhecimento.

 O que se observa é que os consumidores já entendem que a pele e o corpo como um todo se transformam conforme o que se come. Então, elixires, gotas e tabletes efervescentes que fortificam a pele de dentro para fora estão se tornando um ótimo coadjuvante no tratamento da pele como um todo. Um erro comum no consumo desses produtos é ignorar as contra-indicações. Também é preciso ter em mente, quando se recorre aos nutricosméticos, que eles são parte de um tratamento mais amplo. Não realizam milagres sozinhos.
Por isso, não se pode esperar que apenas uma pílula acabe com as rugas do rosto ou faça desaparecer os furinhos da celulite. Uma alimentação equilibrada é o suficiente  para uma boa saúde, pois conseguimos prevenir ou retardar o aparecimento de rugas, perda de cabelo, celulite, má formação de colágeno, etc. Porém as deficiências nutricionais existem. Há alguns estados de doença que exigem um maior aporte nutricional também. A suplementação pode ser uma importante aliada, e muitas vezes uma grande ferramenta em um tratamento, mas apenas quando necessário e é importante ressaltar que não existe um único produto que poderá beneficiar a todos, pois as necessidades são individuais.

Atentos ao interesse manifestado por esses produtos, pesquisadores da Universidade de Saint Andrews, no Reino Unido, estão aproveitando a onda para incentivar o consumo de nutrientes in natura.

Recentemente, eles publicaram um estudo na revista “American Journal of Public Health” comprovando que comer mais frutas e vegetais pode mudar o tom da pele, dando-lhe mais brilho. “Nossa mais recente pesquisa constata que as melhorias na dieta produzem benefícios visíveis para a pele”, disse Ross Whitehead, autor do estudo que envolveu 35 estudantes, acompanhados por seis semanas. “As pessoas que comem mais frutas e verduras têm um tom dourado na pele que dá uma aparência mais saudável e atraente”, complementou.

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Fonte : Isto É

Seu bebê está com sobrepeso? Mães não sabem dizer



Recente pesquisa testou a capacidade de 281 mães de crianças entre 12 e 32 meses de avaliar a saúde dos seus filhos, levando em conta apenas peso e altura. Foi apresentado para elas uma série de silhuetas representando crianças na idade do filho delas, e elas foram solicitadas a identificar qual silhueta correspondia melhor ao perfil de seus filhos.

Os números da pesquisa são os seguintes: 30% das crianças foram consideradas com sobrepeso pelos pesquisadores. 70% das mulheres erraram ao associar uma silhueta aos filhos delas, significando que a silhueta escolhida era dois números maior ou menor que o filho delas.

As mães das crianças mais magras eram as que melhor acertavam o tamanho das crianças com a silhueta. 70% das mães com filhos considerados saudáveis e 80% das mães com filhos com sobrepeso estavam satisfeitas com o tamanho de seus filhos. 4% das mães de filhos com sobrepeso achavam que seus filhos deveriam ser maiores.

A pesquisa foi feita com lares de baixa renda e as mães, em sua maioria, também tinham sobrepeso. A avaliação incorreta que as mães fazem do peso dos próprios filhos não é algo sem consequências, visto que uma criança que tenha sobrepeso antes dos 5 anos provavelmente será um adolescente obeso e terá problemas de saúde mais tarde, associados à obesidade.

Dois fatores podem estar por trás destas estatísticas. O primeiro deles é a crença errônea que crianças gordinhas são crianças saudáveis. O segundo fator é que o número de crianças com sobrepeso está aumentando, o que faz com que as crianças saudáveis pareçam, na verdade, magrinhas e deficientes.

O resultado é que tem muitos pais que estão insistindo para que seus filhos comam mais e ganhem peso quando na verdade eles estão com peso e altura saudáveis para sua idade.

O conselho dos pesquisadores é que os médicos tenham um diálogo com os pais sobre o peso das crianças: 74% das mães de crianças com sobrepeso disseram que nenhum médico jamais falou com elas sobre o peso das crianças. Além disso, a avaliação da criança deve envolver peso e altura ao mesmo tempo, para ajudar a mãe a ter uma ideia da situação real em que se encontra seu filho.

No Brasil, a obesidade infantil está chamando atenção das autoridades e dos médicos: também estamos sofrendo com uma epidemia, a exemplo dos gringos. Esta epidemia inspirou já várias matérias jornalísticas e um programa do governo de combate à obesidade infantil.

Estima-se que um em cada 3 estudantes entre 5 e 9 anos está com sobrepeso, e 1 em cada 5 jovem entre 10 e 19 anos também. A estatística ainda aponta que os números da obesidade aumentaram em 300% nos últimos 30 anos.

Fonte: LiveScience

terça-feira, 24 de julho de 2012

Oxandrolona em mulheres


Para quem não sabe, oxandrolona é um esteróide anabólico, normalmente obtido por meio de manipulação em farmácias especializadas, mediante receita médica.

Não vou discutir os efeitos atléticos benéficos que seu uso pode promover em mulheres engajadas em um treinamento e dieta adequados, até porque esses são óbvios (se não fossem, ninguém usaria). Qualquer derivado de testosterona quando administrado pela mulher, resulta em grande aumento da massa magra e da definição muscular (novamente, quando acompanhados de dieta e treinamento adequados).

No entanto, como tudo tem um porém, costumo dizer que atualmente está sendo cada vez mais difícil se encontrar nas academias uma mulher com um corpo escultural (dentro dos padrões atuais), sem sinais de virilização (voz alterada, pêlos excessivos pelo rosto e corpo, dentre outros sinais masculinos).

Realmente um aumento expressivo de massa muscular na mulher, seria improvável sem o uso desses recursos. Mas posso garantir que para atingir esse tão sonhado padrão atual de beleza (glúteos e coxas volumosas com um abdômen levemente definido) úma dieta séria acompanhada de um treino bem orientado, são suficientes.

Ao invés de depositar suas esperanças em uma "droga" que irá lhe trazer inúmeros malefícios, principalmente estéticos e psicológicos, foque em seu treino e dieta. Se você não está tendo os resultados desejados, certamente o erro está em um desses dois fatores ou até mesmo nos dois!

Fonte: Meu Nutricionista

Estamos bebendo água demais?


Líquidos, não apenas água

Nossos corpos precisam de cerca de dois litros de líquidos por dia.

Mas isso não significa que precisem ser especificamente dois litros de água.

Em um editorial na última edição do Journal of Public Health, Spero Tsindos e seus colegas da Austrália e Nova Zelândia discutem por que a população passou a consumir tanta água.

Consumo, não saúde

O Dr. Tsindos acredita que o incentivo para que as pessoas passassem a beber mais água foi impulsionado por interesses escusos, em vez de uma necessidade real em busca de uma melhor saúde.

"Trinta anos atrás você não via uma garrafa de água em qualquer lugar, agora elas aparecem como acessórios de moda."

"Como símbolo de gratificação instantânea e status, a própria garrafa em si é vista como bacana e imponente," disse Tsindos.

Peso da água

O pesquisador também discute o papel da água na nossa busca constante pela perda de peso.

"Beber grandes quantidades de água por si só não causa perda de peso. Uma dieta de baixa caloria também é necessária."

"As pesquisas também têm revelado que a água no alimento que ingerimos tem um benefício maior na redução de peso do que evitar completamente os alimentos. Devemos dizer às pessoas que bebidas como chá e café contribuem para as necessidades de fluidos de uma pessoa e que, apesar de seu teor de cafeína, não levam à desidratação."

"Precisamos manter o equilíbrio de fluidos e devemos beber água, mas também devemos levar em conta os fluidos nas frutas e vegetais não processados, além dos sucos," conclui ele.

Fonte: Meu Nutricionista

Qualidade de vida: Nutrição e Atividade Física


A humanidade vive, na atualidade, o paradigma de aumento da longevidade e relacionado a ele, a questão do bem-estar e do tempo livre. O aumento da expectativa de vida leva as pessoas a analisar e programar a qualidade de vida que desejam ao longo dos anos. E, ao fazerem essa análise, deparam-se também com o padrão da alimentação e com o nível de atividade física como moduladores da saúde e da melhor qualidade de vida.
Qualidade de vida é um termo que pode denotar saúde, promoção de saúde, prevenção de doenças entre outros. Mas o mais importante é apreendermos que sua principal característica é o seu caráter subjetivo, ou seja: a qualidade de vida depende da percepção de cada pessoa, sendo percebida a partir de experiências individuais. Não vamos discutir os parâmetros sociais, psicológicos ou mesmo culturais da qualidade de vida – partiremos, sim, para a vertente de saúde e estilo de vida como definidores da qualidade de vida.
A nutrição é fundamental para a prevenção, o tratamento de doenças e está estritamente relacionada aos hábitos e ao estilo de vida. O mesmo pode ser afirmado quanto à atividade física. Por exemplo, a obesidade e outras doenças metabólicas, as demências, os cânceres e outros possuem como fatores desencadeantes a má alimentação e o sedentarismo, segundo os estudos. Somado a isso, o envelhecimento é outro fator de risco para o aparecimento e desenvolvimento de doenças, as quais sempre contam com o componente nutricional para se desenvolverem.
Como forma de prevenir o desenvolvimento de doenças e alavancar a qualidade de vida no decorrer dos anos, a adoção de algumas medidas estratégicas é importante.
  • Manter o peso saudável;
  • Manter a dieta saudável, ou seja, rica em nutrientes para a idade e estado fisiológico;
  • Praticar atividade física regularmente;
  • Não fumar;
  • Tomar bebidas alcoólicas com moderação;
  • Dormir bem e respeitar o ritmo do sono;
  • Respeitar os limites físicos e mentais – repouso para restabelecer as energias;
  • Controlar certos fatores desencadeantes de estresse no dia a dia.
Tanto a dieta equilibrada (para idade, sexo, estado fisiológico) quanto a atividade física regular, programada ou não programada, promovem alterações neuroquímicas e hormonais (endorfinas, serotonina, dopamina etc) que atuam modulando a sensação de bem-estar e prazer. Dessa forma, há o controle da produção de radicais livres e das citocinas inflamatórias, os órgãos e sistemas funcionam melhor e também o envelhecimento ocorre em direção à maturidade saudável, além da redução dos gastos em saúde pública para o tratamento de doenças.
Essas medidas comportamentais parecem fáceis, pois norteiam medidas simples, mas quando a dieta e a atividade física estão em discussão, precisamos pontuar a variável motivação como propulsora da tomada de decisão pela mudança. Não é fácil mudar e não é fácil reconhecer a necessidade de mudança – só a pessoa motivada assimila a informação, a transforma em conhecimento e cria oportunidades para tornar seu estilo de vida mais saudável. Assim, é claro o entendimento de que o excesso de peso; o sedentarismo; a ingestão exagerada de gorduras e sódio; a ingestão baixa de vitaminas, minerais e fibra reduz a qualidade e a expectativa de vida, por exemplo, mas o nível motivacional é que reponde a essa necessidade. É justamente no incentivo e na criação de estratégias motivacionais para a dieta e hábitos saudáveis que a atuação do nutricionista se torna importante e por que não dizer, imprescindível.
Fonte: A Nutricionista

Prebiótico ou Probiótico, qual a diferença?


probioticos
A cada dia que passa ouvimos falar mais em prebióticos e probióticos, mas o que são? Para que servem? Quando devo usar um ou outro? Então hoje vamos conhecer um pouco mais sobre eles e aprender a diferenciar um do outro.
Que o intestino tem um papel fundamental para o bom funcionamento de nosso organismo, acredito que não seja mais novidade. Porém, com a alimentação cada vez mais industrializada, rica em carboidratos refinados, gorduras saturadas e trans e açúcar, a microbiota intestinal fica cada vez mais povoada de microorganismos patogênicos. Por isso cada vez mais os probióticos e prebióticos estão sendo utilizados com  o objetivo de tentar reestabelecer a microbiota intestinal e proporcionar uma boa absorção de nutrientes e melhoras na saúde do indivíduo. Mas qual a diferença entre prebióticos e probiótico?
Prebióticos são carboidratos que não são digeridos e que acabam por estimular a proliferação e a ação das bactérias que proporcionam benefícios ao nosso organismo. Já os probióticos, são os microorganismos, que também têm sua ação ou proliferação estimulada pelo uso do prebiótico, porém são administrado em quantidades adequadas e que proporcionem benefícios ao hospedeiro, ou seja, ao homem. Quando temos em um mesmo produto o probiótico e o prebiótico, ai chamamos esse produto de simbiótico.
Os microorganismos mais utilizados com ação probiótica, são as bactérias pertencentes ao gênero Lactobacillus e Bifidobacterium, que são administrada geralmente na forma de suplementação, via oral. Porém, cada cepa utilizada tem um efeito específico e que não pode ser extrapolado para outra cepa de uma mesma espécie.
Uma nova definição de fibra inclui os carboidratos não-digeríveis como fibras. Tendo-se como base essa definição, os prebióticos se enquadram na definição de fibras, e entre estes, encontramos a inulina e a oligofrutose, que são fibras solúveis e fermentáveis, que servem de alimento para as bactérias intestinais. A fermentação das fibras produz ácido láctico, ácidos graxos de cadeia curta e gases, o que leva a uma redução do pH intestinal e estimula a proliferação de células do tecido que recobre o intestino (mais especificamente, a parte conhecida como cólon). Identificados atualmente como prebióticos temos os carboidratos não-digeríveis, entre eles a lactulose, inulina e alguns oligossacarídeos que servem de alimento para as bactérias boas que habitam o nosso intestino e que são capazes de fermentar.
E agora, já entendeu a diferença entre os pre e os pro?
Atualmente uma boa opção de alimento para ser introduzido na alimentação, e que possui ação prebiótica, é a biomassa de banana verde. Devido ao seu alto teor de amido resistente, que no não é digerido e nem absorvido no intestino, e ao fermentar produz substâncias que servem de fonte de energia para as boas bactérias da nossa microbiota intestinal, favorecendo assim para uma boa absorção de nutrientes e na manutenção da integridade da mucosa intestinal.
Mas como preparar essa tal de biomassa? O principal ingrediente é a banana verde. Sabe aquela banana que fica sempre por último na banca do hortifruti? Ela mesma! E se for orgânica, MELHOR AINDA. Ao chegar em casa, lave bem as bananas (com a casca), uma a uma, usando água  e sabão. Depois coloque as bananas em uma panela de pressão com a água fervendo e cozinhe as bananas (com casca), cobertas com água, por 20 minutos. Após os 8 primeiros minutos, desligue o fogo e deixe as bananas cozinhando na pressão. Espere que o vapor escape naturalmente. Após cozidas, retire a casca das bananas e passe imediatamente pelo processador (a polpa deve estar bem quente, caso contrário a polpa esfarela). Processe a polpa cozida até que forme uma pasta bem espessa. Em seguida pode adicionar em sua receita predileta.
Caso não vá consumir toda a quantidade da biomassa no mesmo dia, coloque-a em um saco plástico e leve ao congelador, onde pode ser guardada por até 3 meses, mas necessitará de um reprocessamento.
A biomassa pode ser utilizada em sucos, sopas, massa de bolo, vitaminas e biscoitos.
Agora que sabemos a diferença entre os pre e probióticos e temos até uma opção barata de prebiótico para melhorar o nossa microbiota intestinal, falta saber quanto de cada devemos utilizar. Mas infelizmente isso eu não posso dizer. Por que? Cada pessoa possui um funcionamento intestinal específico e uma necessidade específica, tanto de prebióticos (tipo e quantidade) quanto de probiótico (tipo e quantidade), e somente a sua nutricionista pode dizer o quê e quanto você deve utilizar.
Fonte: A Nutricionista