Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Comer gordura aumenta o risco de pedra na vesícula

Comer gordura aumenta o risco de pedra na vesícula

Pedra na vesícula é um problema que atinge até 10% da população. Pessoas que comem muita gordura, fumam e usam anticoncepcionais têm chances maiores de ter esse incômodo, como explicou o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui no Programa Bem Estar, exibido pela Rede Glbo nesta terça-feira, 11 de setembro.

Para ele, é ideal realizar frequentemente o exame de ultrassom para diagnosticar e tratar, no caso de algum resultado alterado. O cirurgião do aparelho digestivo Marcelo Averbach alertou também que sentir mal estar ou enjoo após ingerir gordura pode ser um sinal de pedra na vesícula.

Na maioria dos casos, as pessoas com pedra na vesícula não tem sintomas. Mas segundo o cirurgião Marcelo Averbach, alguns sinais podem aparecer além da intolerância à gordura, como náuseas, mal estar e dor de cabeça. É importante procurar um médico para investigar melhor.
Mulheres no período fértil, com excesso de peso e com mais ou menos 40 anos são as que mais sofrem desse problema. Colesterol alto, obesidade, diabetes e casos na família são fatores de risco que podem favorecer o surgimento das pedras na vesícula.

A vesícula biliar é um órgão que guarda a bile, secretada pelo fígado para auxiliar na digestão das gorduras. O aparecimento de uma pedra pode obstruir os canais da bile. Na maioria das vezes, é possível retirar essa pedra de maneira preventiva através de incisões. Casos de pólipos na vesícula também são leves e não exigem a retirada do órgão.

Mas existem situações mais graves, em que há obstrução dos canais da bile, e exigem cirurgia de emergência e a vesícula é retirada. No caso de cálculos biliares, é melhor avaliar a realização da cirurgia porque adiá-la pode gerar problemas mais graves, como entupimento de canais que fazem parte do sistema digestivo.

Segundo o cirurgião Fábio Atui, a pedra é feita de gordura e o consumo excessivo de alimentos gordurosos pode influenciar na sua formação. Essa gordura pode se acumular entre os órgãos e provocar até uma inflamação, chamada de esteatose hepática, também conhecida como gordura no fígado.

Em um estágio mais grave, a esteatose destrói as células do fígado e causa pequenas cicatrizes, em um processo chamado fibrose ou cirrose, que não tem reversão e é fator de risco para o câncer hepático. O álcool é outro fator de risco para o problema. Além de prejudicar o funcionamento do fígado, pode levar até ao transplante do órgão.

Fonte: Instituto de Nutrição Geralda Rodrigues

Confira 8 benefícios da maçã para a saúde

Confira 8 benefícios da maçã para a saúde

A maçã é uma das principais frutas que integram o grupo de superalimentos. Que ela faz bem para a saúde e para o corpo não é nenhum segredo, mas alguns benefícios dela ainda são menos conhecidos. Conheça 8 boas razões para consumir maçã de acordo com o jornal Huffiton Post:

Diminui o colesterol
Uma maçã média possui aproximadamente quatro gramas de fibra. Uma parte disso está na forma de pectina, um tipo de fibra solúvel que tem sido associada a redução dos níveis do colesterol ruim. Isso acontece, pois, de acordo com a WebMD, ela bloqueia a absorção de colesterol, ajudando o corpo a usá-lo em vez de armazená-lo.

Mantém você saciado
A presença de fibras na maçã também faz com que ela deixe você saciado por mais tempo sem que precise consumir muitas calorias (95 em uma fruta média). O nosso corpo demora mais para digerir fibras complexas do que matérias simples como açúcar ou cereais refinados. Qualquer alimento com pelo menos três gramas de fibras é uma boa fonte de nutrientes, já que a maioria das pessoas deve consumir de 25 a 40 gramas por dia.

Ajuda a manter você magro
Um componente da casca de uma maçã, onde também se concentra a maior parta das fibras, é algo chamado ácido ursólico, que está relacionado a um risco menor de obesidade, segundo um recente estudo feito com ratos. Isso porque ele aumenta a queima de calorias e o desenvolvimento de músculos e massa magra.

Previne problemas respiratórios
Segundo a revista Heath, comer pelo menos cinco maçãs por dia pode melhorar a função pulmonar. Provavelmente graças a um antioxidante chamado quercetina encontrada na pele de maçãs, cebolas e tomates, informou a BBC. E os benefícios para respiração não param por aí: um estudo de 2007 descobriu que as mulheres que comem muito dessa fruta são menos propensas a ter filhos com asma.

Combate resfriados
Embora não chegue a ser tão eficiente quanto a laranja, a maçã é considerada uma boa fonte de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico. Uma fruta média possui cerca de oito miligramas dessa substância, o que equivale a cerca de 14 % da ingestão diária recomendada.

Pode combater câncer
Em 2004, uma pesquisa francesa, divulgada no WebMD, descobriu que uma substância da maçã é capaz de ajudar na prevenção ao câncer de cólon. Um novo estudo, realizado em Cornell, EUA, em 2007, encontrou compostos adicionais, chamados triterpenóides, que parecem lutar contra o câncer de cólon, fígado e mama.

Diminui o risco de diabetes
Um estudo publicado em 2012 no American Journal of Clinical Nutrition descobriu que as maçãs, bem como pêras e amoras, estavam ligados a um risco menor de desenvolver diabetes tipo 2 por causa de uma classe de antioxidantes, antocianinas, que são também responsáveis para pela coloração frutas e vegetais.

Melhora as funções cerebrais
Segundo o Good Housekeeping, a fruta tem sido associada a um aumento na produção de acetilcolina, que se comunica entre as células nervosas. Isso faz com que a maçã possa ajudar a memória e diminuir as chances de desenvolver Alzheimer. Uma dieta rica em antioxidantes pode ter efeitos semelhantes, por isso a maçã, que é particularmente rica em quercetina, é uma boa aposta, de acordo com pesquisa de 2004.

Fonte: Instituto de Nutrição Geralda Rodrigues

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Fracionar refeições é segredo de uma boa alimentação

Fracionar refeições é segredo de uma boa alimentação

O desjejum e o lanche da tarde são tão importantes quanto o almoço e o jantar. Como as refeições fracionadas na idade adulta são o segredo de uma dieta bem-sucedida e uma das maiores dificuldades em meio à correria diária, tal hábito deve começar a ser desenvolvido na infância.
Comer várias vezes ao dia garante a sensação de saciedade e fornece nutrientes necessários a uma boa alimentação. Desde que os lanches sejam saudáveis e as opções não sejam guloseimas beliscadas pelos pequenos ao seu bel prazer.
Para garantir um cardápio adequado, ele deve ser programado com antecipação e de preferência com a ajuda de um nutricionista. Existem várias opções inteligentes para incrementar o lanche das crianças.
Os pães deve ser servidos com queijo, manteiga ou geleias. Os bolos e biscoitos, tão apreciados pelos pequenos, devem ser preparados com aveia, farinha de trigo integral e frutas secas. Sucos naturais sem coar e de preferência sem ou com o mínimo de açúcar.
Coalhadas e iogurtes naturais batidos com frutas e adoçados com mel. Leite integral batido com cereais e frutas sem açúcar e salada de frutas, com ou sem sorvete, são opções de lanches saudáveis saborosos.

Fonte: Instituto de Nutrição Geralda Rodrigues

Contar calorias não é fundamental para emagrecer


Engordar ou emagrecer é simplesmente uma questão matemática. Se ingerimos mais calorias do que gastamos, o resultado são quilos a mais, certo? Errado. Segundo as mais recentes pesquisas, calorias vindas de diversos alimentos afetam o corpo de maneiras diferentes e até a textura deles influencia nessa equação. Os estudos ainda reforçam que as informações contidas nos rótulos dos alimentos não são exatas e que podem contribuir para os erros. O jornal Daily Mail publicou uma compilação de algumas conclusões recentes. Confira:
Teor proteico
Comidas com alto teor proteico precisam de 10 a 20 vezes mais energia para serem consumidas. Portanto, um pedaço de frango ou um doce podem conter a mesma quantidade de calorias, mas o primeiro irá gastar mais para ser digerido. A diferença está na energia gasta na mastigação e na digestão em si.
Cozimento
Essa diferença deve ser levada em conta quando se compara um alimento cru com o mesmo cozido. O segundo necessita ser mastigado menos vezes e é mais facilmente digerido pelo corpo. No caso de alimentos que não podem ser comidos crus, a sugestão é cozinhar por menos tempo ou a vapor.
Qualidade
Outro ponto estudado recentemente diz respeito à qualidade e não à quantidade do alimento consumido. No fim dos anos 1990, a média de calorias consumidas era 25% menor do que as ingeridas na década de 1970, mas, desde então, os casos de obesidade se multiplicaram por seis em todo o mundo. Estudiosos acreditam que o consumo de alimentos tipo fast food ou refeições prontas, preparadas no microondas, podem ser as responsáveis pela aparente contradição.
Consumo equilibrado
Consumir baixos índices de gordura também não é considerado fundamental para a perda de peso. Outro estudo comparou três populares dietas de emagrecimento, com as mesmas quantidades de calorias. Foram elas: dieta com baixo consumo de gorduras, com 20% do total de calorias consumido diariamente; uma de baixo consumo de carboidratos, com apenas 10% das calorias diárias; e um regime baseado em manter o índice glicêmico baixo, com consumo de 40% de gordura, 40% de carboidratos e 20% de gordura. Os que seguiram a primeira dieta tiveram a menor perda de peso e ainda registraram aumento nos níveis de colesterol. Os que consumiram menos carboidratos tiveram melhores resultados, mas também demonstraram aumento em substâncias, como cortisol e outras que estão associadas a doenças cardíacas e diabetes. O regime que controla o índice glicêmico se mostrou a mais eficiente, sem os efeitos colaterais, provando que o consumo equilibrado de alimentos de vários grupos é mais eficaz do que cortar calorias.
Rótulos
Cientistas também estão questionando as informações trazidas nos rótulos dos alimentos, pois muitas delas foram definidas há décadas, algumas há mais de um século. Os métodos usados são ultrapassados e não levam em conta variações no modo de preparo, técnicas ou que foram verificadas a partir de alimentos crus.

Fonte: Instituto de Nutrição Geralda Rodrigues

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Acordo para redução do teor de sódio em alimentos tem metas tímidas


Governo e indústria alimentícia assinam acordo para baixar quantidade de sal nos produtos; para Idec, em alguns casos reduções são irrisórias e metas deveriam ser mais rigorosas

O governo e a indústria de alimentos assinaram na terça-feira (28/8) um acordo que promete reduzir o teor de sódio em alimentos como margarinas, cereais matinais e temperos prontos. O acordo propõe uma diminuição de 1,3% ao ano (no caso de temperos à base de alho e cebola) e até 19% ao ano (para margarinas vegetais).
 
Essa não é a primeira vez que se discutem acordos voluntários com a indústria para a redução do sódio, substância que, quando consumida em excesso, aumenta a incidência de doenças cardíacas e renais. Em 2011, foram assinados dois termos relativos a alimentos consumidos em sua maioria por crianças e jovens, como massas instantâneas, vários tipos de pães, misturas para bolos, salgadinhos de milho e batata frita. 
 
A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda o consumo máximo de cinco gramas diárias de sódio e essa é a marca que o governo visa a alcançar com os acordos até 2020. Estima-se que atualmente o brasileiro consuma em torno de 12 gramas de sódio por dia. 
 
O Ministério da Saúde divulga periodicamente os acordos de metas para determinados grupos de alimentos. No ano passado, foi a vez das massas instantâneas, pão de forma, bisnaguinhas. Na época, o Idec publicou um levantamento no qual constatou que as metas estabelecidas pelos acordos voluntários naquele ano para o fim de 2012 eram tímidas e que, em muitos casos, as reduções tão irrisórias que a maioria dos produtos pesquisados já apresentava quantidades de sódio inferiores aos valores estabelecidos.
 
“A análise feita pelo Idec mostrava que as metas firmadas pelo Ministério da Saúde e pelas associações poderiam ser mais rigorosas”,afirma a assessora do Idec responsável pelo levantamento, Silvia Vignola.
 
O Idec “Considerando que as embalagens têm quantidades que variam de 60 a 100 gramas, ao consumir uma única porção, ingere-se praticamente a quantidade recomendada para um dia inteiro, mesmo que o produto obedeça à meta estabelecida”, enfatiza. 
 
Sódio não é o único inimigo

O Idec defende ainda que, não apenas o sódio, mas todos os nutrientes não saudáveis precisam ter metas rígidas de redução nos alimentos consumidos no País. “Quando discutimos medidas para redução de doenças crônicas, especialmente aquelas relacionadas a alimentos, não basta discutir a redução de sódio. O consumo de gorduras saturadas, açúcares, além do sódio, precisa ser reduzido. Estes nutrientes contribuem para o quadro de sobrepeso e obesidade e suas consequências", finaliza Silvia.

Fonte: IDEC

Semente de Chia

Tudo que aparece na televisão vira febre entre os consumidores não é mesmo? Então vamos falar hoje da semente de chia!
Esta semente não existe no Brasil, sendo originada no Sul do México. Tem características bem interessantes por ser uma sementinha tão pequena!
A semente de chia é rica em fibras como toda semente e tem diversos benefícos: a fibra auxilia na eliminação de toxinas pelas fezes e assim reduz compostos que causam vários tipos de câncer. Ela também melhora o trânsito intestinal e ajuda a regularizar o intestino. Também atua na melhora da saciedade.
Rica em ômega-3, uma gordura muito benéfica á saúde em inúmeros termos desde emagrecimento até prevenção e melhora de doenças. O ômega-3 tem aplicações em melhora de depressão, hiperatividade, distúrbios estéticos como celulite, flacidez, pele seca, acne, também atua na melhora da comunicação das células do corpo com o que entra no organismo e assim melhora o metabolismo. Esta gordura ajuda a sinalizar dentro do corpo que não é preciso comer mais, logo ajuda na saciedade e manutenção do peso. E ainda, ajuda a melhorar a concentração e memória.
Rica em vitaminas do complexo B, magnésio, zinco que fazem parte do metabolismo de carboidratos, lipídeos e proteínas, sendo assim, ajuda a melhorar este metabolismo controlando as diversas reações no corpo. Quanto mais nutrientes é oferecido, melhor o organismo reage frente a diversas situações.
Mesmo sendo tão pequenininha ainda é rica em protéinas! Pode ser uma aliada para mais uma opção no cardápio dos praticantes de atividade física e vegetarianos. A proteína ajuda a formar músculos e a não perdê-los quando está em processo de emagrecimento. Quanto mais músculos o corpo tem, menos oscilações de peso. Além disso as proteínas ajudam a controlar as desordens estéticas como a celulite!
A chia é rica também em antioxidantes. Muito se tem falado sobre o poder dos antioxidantes em controlar a produção de radicias livres no corpo e já se sabe que o excesso de radicais livres leva ao aparecimento de diversas doenças desde fibromialgia, câncer até mesmo obesidade!
É importante salientar que o consumo de tudo deve ser de forma moderada e com orientação.
A chia pode ser consumida de diversas formas. Pode colocar em sucos ou salada de frutas ou em bolos ou salada de vegetais. É importante observar que por ser tão pequena pode ser incômoda para pessoas que utilizam aparelho fixo ou tem algum problema dentário.
Uma dica muito relavante é deixar a chia de molho em água de um dia para o outro. A água ficará com um gel formado pela semente que é rico em fibras, atua mais na saciedade e tem mais benefícios extraídos da semente. Este gel ainda pode ser colocado para fazer bolos!
Receitinha Básica de Chia:
1 rodela de 2 dedos de espessura de abacate
1 colher de sopa de cacau em pó
1 colher de chá de semente de chia
amassar o abacate e colocar os ingredientes por cima.
Esta receitinha é rica em ômega-3, ajuda a emagrecer e ótima para controlar vontade de comer doces!
A receita pode ser utilizada no final da tarde ou depois de alguma refeição caso tenha vontade de comer doces.
Fonte: A Nutricionista

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Açúcar não está só nos alimentos doces e fornece energia para o corpo


No entanto, excesso pode causar obesidade e consequentemente diabetes 

Todo mundo gosta de comer doce, mas poucos conseguem comer a quantidade certa para prevenir problemas.

Como mostra o endocrinologista Alfredo Halpern, o açúcar não está apenas nos alimentos doces e pode fazer bem e fornecer energia para o organismo, se consumido na medida certa. Mas o problema é que a maioria dos brasileiros consome mais do que o recomendado por dia.


Esse excesso pode causar obesidade e, consequentemente, diabetes. Para o endocrinologista, evitar a obesidade é a melhor maneira de prevenir o diabetes e, por isso, é importante evitar também o excesso do consumo de açúcar.

O aumento do tecido gorduroso ocasionado pelo excesso de peso, especialmente no abdômen, provoca a produção exagerada de substâncias que interferem na ação da insulina produzida pelo pâncreas, o que favorece o aparecimento da diabetes.

Além disso, estudos mostram que as pessoas que consomem muito açúcar têm uma dieta mais rica em gordura e isso também é fator de risco para o aparecimento dessas doenças.

Como mostrou a nutricionista Ana Maria Lottenberg, o consumo recomendado de sacarose, ou seja, o açúcar refinado, cristal, mascavo ou light, é de, no máximo, 10% das calorias diárias. No entanto, os brasileiros consomem, em média, 14% dessas calorias, mais do que o recomendado.

No caso dos diabéticos, eles também podem consumir essa mesma quantidade de açúcar do que as pessoas sem a doença – 10% das calorias diárias.

Mas aqueles com a glicemia muito alta (acima de 140 mg/dl) devem evitar o consumo de sacarose, que tem rápida absorção e favorecem os picos hiperglicêmicos.

Entre os diferentes tipos de açúcar - refinado, mascavo, cristal e orgânico, não há diferença no valor calórico. Eles não têm valor nutricional e a diferença é que um é mais refinado que o outro. Por exemplo, o açúcar mascavo não passa pelo processo de branqueamento e refinamento, mas tem o mesmo valor calórico dos outros tipos.

Um alimento que tem açúcar, mas que é essencial para o organismo, é a fruta. A recomendação é comer 4 porções de frutas por dia e uma delas deve ser fonte de vitamina C, como é o caso da laranja e da mexerica.

A nutricionista recomenda evitar acrescentar açúcar nas frutas ou outros alimentos para que a pessoa sinta melhor o sabor. As frutas podem servir também como substituição do doce na dieta. Uma dica é assar frutas como banana, pera e maçã com canela, por exemplo.

Já o consumo de produtos com lactose, como o leite, o iogurte e o requeijão, deve ser de duas porções diárias. Os mais indicados são os iogurtes naturais desnatados, que têm apenas lactose. Os iogurtes com mel têm frutose e sacarose.

O endocrinologista Alfredo Halpern explicou que o açúcar no sangue em excesso é o que faz mal, mas o consumo moderado não traz problemas. Segundo ele, o consumo de carboidratos e outros alimentos, como beterraba, também aumentam esse índice de açúcar no sangue e só causam problemas se o aumento for exagerado. 

Fonte: Meu Nutricionista