Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Evite alimentos que 'escondem' açúcar


É consenso entre médicos e pacientes que a ingestão excessiva de açúcar é extremamente prejudicial para a saúde. Porém, o que pouca gente sabe é que alimentos que aparentemente são vendidos como "saudáveis", na verdade, contêm altas doses da matéria-prima. Segundo uma pesquisa realizada por cientistas americanos e publicada em 2012, o consumo mundial do açúcar triplicou nos últimos 50 anos e está ligado a inúmeras doenças, como obesidade, diabetes e câncer.

Uma nova campanha da ONG Action on Sugar elaborou uma lista em que figuram alguns alimentos que "escondem" grandes quantidades de açúcar. O objetivo, além de conscientizar o público, é pressionar os fabricantes a reduzir a quantidade do subproduto da cana.
Conheça, a seguir, cinco desses alimentos:

1.   Alimentos com 0% de gordura
Alimentos com 0% de gordura não possuem, necessariamente, 0% de açúcar. Este é o caso dos iogurtes. Nesses alimentos, o açúcar normalmente é adicionado para dar sabor e cremosidade ao produto quando a gordura é removida.
Um iogurte de 150 g com 0% de gordura pode ter, por exemplo, até 20 g de açúcar - o equivalente a cinco colheres de chá, alerta a Action on Sugar.
Esse valor equivale à metade da quantidade diária de açúcar recomendada para mulheres, que é de 50 gramas. Nos homens, a taxa diária é um pouco superior, de 70 gramas.
"O problema é que as pessoas que compram comida com 0% de gordura querem consumir um alimento com um gosto semelhante ao de 100% de gordura", afirma a nutricionista Sarah Schenker.
"Para adequar seus produtos ao paladar dos clientes, os fabricantes adicionam açúcar quando a gordura é retirada. Se as pessoas querem alimentos mais saudáveis, precisam aceitar que eles tenham uma aparência e um gosto um pouco diferente", acrescenta Schenker.

2.   Polpa de tomate
Uma polpa de tomate feita a partir de tomates frescos possui inúmeros nutrientes, mas aquelas compradas em mercados, normalmente enlatadas, podem ser cheias de açúcar.
O ingrediente é normalmente adicionado para que a polpa fique menos ácida. Um terço de uma lata de 150 gramas, por exemplo, pode ter até 13 g de açúcar, valor equivalente a três colheres de chá.

3.   Maionese
Produtos que contenham maionese são inimigos de quem quer combater o consumo excessivo de açúcar. Uma colher pode conter até 4 g do ingrediente. "Molhos, em geral, contêm grande quantidade de açúcar", afirma Schenker.

4.   Água
Depende do tipo. Alguns tipos de "águas vitaminadas" têm adição de açúcar. Um copo de 500 ml de algumas marcas pode conter até 15 g de açúcar, o equivalente a cerca de quatro colheres de chá, diz a Action on Sugar.

5.   Pão
O pão é um dos alimentos que mais "escondem" açúcar, destaca a ONG. Uma fatia de pão processado pode ter, em média, até 3 g de açúcar.
O açúcar presente no pão, aliás, é normalmente formado no processo natural de fermentação, mas também pode ser adicionado durante a fabricação do alimento. "Não é porque o alimento é salgado que ele tem baixo teor de açúcar", lembra Schenker.

Fonte: INGR

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Cinco passos para sair do sedentarismo


O sedentarismo está entre os dez principais fatores de risco que ameaçam a saúde, segundo uma pesquisa sobre a carga global de doenças feita em 2010. Outro extenso estudo, feito na Austrália e publicado em 2012, provou que o sedentarismo não só provoca doenças, como encurta a vida. A pesquisa avaliou mais de 200 000 pessoas acima de 45 anos e descobriu que as mais sedentárias tinham duas vezes maiores chances de morrer em um período de três anos do que os sedentários que se exercitavam mais.

Os potenciais prejuízos do sedentarismo e os efeitos benéficos da prática de atividade física são bons motivos para começar a se exercitar. Mas é comum que pessoas desacostumadas à prática de exercícios se sintam desmotivadas pouco depois de iniciar alguma atividade — e voltem para o sofá. Em muitos casos, isso acontece por um mau planejamento. São armadilhas comuns escolher uma modalidade com a qual não se identifique, não adaptar os horários dos exercícios à rotina ou traçar metas impossíveis de serem alcançadas. Conheça as melhores estratégias para sair do sedentarismo de vez.

1.     Avalie o seu físico - Passar por uma avaliação de flexibilidade, fôlego, força muscular e composição corporal é importante para medir o progresso que virá com a prática de exercícios. Esse teste pode ser feito por um profissional de educação física. Já pessoas sedentárias com mais de 40 anos ou que tenham algum fator de risco, como sobrepeso e hipertensão, devem agendar uma consulta com um médico antes de iniciar uma atividade física. "Há recursos que traçam o perfil do indivíduo e permitem dizer se ele pode fazer exercícios mais intensos ou se deve optar pelos moderados", diz o fisiologista Turíbio Leite de Barros. Trata-se de testes como o cardiopulmonar, que mede a aptidão cardiorrespiratória, e o ergométrico, que avalia o coração em situação de stress, geralmente com o paciente se movimentando em uma esteira ou bicicleta estacionária.

2.     Estabeleça metas realistas - Ter objetivos ao iniciar uma atividade física é motivador – desde que eles sejam realistas. "Uma pessoa que decidir perder 10 quilos em dois meses dificilmente vai conseguir alcançar a meta e, de certo, vai desistir do compromisso", diz Renato Dutra. O ideal, segundo o educador físico, é estabelecer objetivos de curto (um a três meses), médio (quatro a seis meses) e longo prazo (um a dois anos). "Metas possíveis para um sedentário são, por exemplo, emagrecer 1 quilo em dois meses ou, em um mês, correr 10 minutos ou subir um lance de escada sem se sentir tão cansado." Um dos melhores estímulos é enxergar os resultados.

3.     Escolha um exercício prazeroso - É comum que corrida e musculação, pela difusão e pela praticidade, sejam as primeiras opções na hora de escolher um exercício. Mas isso não quer dizer que elas sejam prazerosas para todo mundo. A regra é experimentar diferentes modalidades até encontrar a mais agradável. "Para sair do sedentarismo, a pessoa deverá buscar um exercício com o qual se identifique", diz Renato Dutra. "Só assim ela descobrirá que, em vez de musculação, prefere pilates, ou que se sai melhor na dança do que na corrida”.

4.     Comece devagar - Pessoas que não estão acostumadas a se exercitar devem começar uma atividade física aos poucos, com uma intensidade leve e respeitando os limites do corpo. Isso vai ajudar a evitar lesões e diminuirá as chances de o indivíduo se sentir desestimulado com o exercício. Variar as modalidades também é uma medida que ajuda a espantar o desânimo. "Faça, por exemplo, musculação em um dia, um exercício aeróbico no outro e uma aula de alongamento no dia seguinte”, diz o educador físico Renato Dutra.

5.     Persista nos novos hábitos - É normal que uma pessoa decida se exercitar duas vezes por semana, mas, logo no início, um imprevisto a impeça de cumprir esse objetivo. "Ela não pode desanimar por causa disso. Se não deu, deve tentar de novo na outra semana. Para criar um hábito, é preciso investir nele, reforçando determinados comportamentos. Uma pessoa que sempre foi sedentária não pode ser tão exigente consigo mesma”, afirma Dutra.

Fonte: Revista Veja

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Cuidados com alimentos vendidos por ambulantes


Pão dentro de sacos plásticos e expostos ao calor e insetos, salgados com recheio de proteína sendo vendidos a temperaturas inadequadas, alimentos frios sem a devida conservação. Esse é um cenário comum nas barracas de vendedores ambulantes que comercializam diversos tipos de lanches de forma imprópria nas ruas.

Mas, o que basta para evitar a contaminação do alimento vendido nas ruas? Muitos ambulantes passam produtos do tipo detergente nas estufas ou recipientes achando que são suficientes para manter a limpeza do local e dos alimentos.  De acordo com a nutricionista Rosana Chagas, somente esse manuseio não adianta muito para garantir a “segurança alimentar” do consumidor.

“Além de produtos específicos existentes no mercado, uma higienização completa com água e sabão ainda é a melhor solução para higienizar os locais onde ficam os alimentos. Detergentes simples vendidos em supermercados, por exemplo, deixam resíduos que podem passar para os alimentos”, explica a especialista.

O estudante Zimar Copque costuma comprar salada de fruta em uma banca em frente à escola técnica onde estuda. Ele disse que só compra na barraquinha porque a vendedora é conhecida no local. “Não costumo fazer isso em qualquer lugar. Tenho medo de uma intoxicação”. O que ele não percebe é que a forma como a salada é conservada não é a mais adequada.

A nutricionista reforça a importância de consumir frutas e frios a temperaturas apropriadas. “Nem sempre tem como saber se o alimento está estragado. Às vezes a fruta mal conservada desenvolve fungos e bactérias que, a depender da imunidade do consumidor, pode gerar uma infecção intestinal leve ou mais grave”, alerta Rosana Chagas.

Para garantir a segurança alimentar sem aumentar o custo, basta tomar alguns cuidados ao comprar os alimentos. “Observar a validade, as condições de temperatura em que o alimento foi manipulado, além do transporte e manipulação são dicas que podem prevenir complicações futuras”, sugere a nutricionista.

Fonte: INGR

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Conheça alguns benefícios do gengibre


Incluir o gengibre na dieta é uma alternativa que pode trazer diversos benefícios à saúde. As propriedades desta raiz chegam a ser consideradas farmacêuticas e atuam em muitas áreas, ajudando desde o controle de uma inflamação até a perda de peso.

O gengibre é utilizado como um remédio caseiro pelos orientais há pelo menos cinco mil anos. Ainda hoje, a eficiência desta raiz pode ser comparada com remédios industrializados, resultantes de diversas misturas químicas.

Em declaração à revista Viva Saúde, a nutricionista Flávia Bulgarelli, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) explica que o chá de gengibre pode ser usado no combate à gripe e resfriados, aliviando a garganta e as vias respiratórias. Além disso, ele também é eficiente no combate à ressaca.

Outros benefícios do gengibre estão diretamente relacionados à boa forma. Ele acelera o metabolismo e a queima de calorias, reduz a gordura localizada, controla a ansiedade e ainda aumenta a sensação de saciedade. Por todos estes motivos ele é um aliado indispensável a quem quer se manter saudável e em dia com a balança.

O gengibre pode ser consumido de diferentes maneiras. O chá é uma das formas eficientes para tratar infecções. Para emagrecer, a dica é misturar uma colher de gengibre ralado ao suco de limão. Mas, ele também pode ser consumido em pedaços, da maneira que melhor lhe aprouver.

Fonte: INGR

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Dicas de combate ao colesterol infantil


Devido à mudança das rotinas e hábitos alimentares das crianças, um problema que antigamente preocupava apenas os adultos, está cada vez mais comum: os níveis elevados de colesterol infantil.

Antigamente, frutas e verduras eram mais ingeridas e as refeições sempre preparadas na hora pela mãe. Hoje em dia, alimentos congelados e embutidos como hambúrgueres, nuggets, linguiça, salsicha, pizzas, entre outros são consumidos com frequência. Os alimentos prontos, tais como salgadinhos de pacote, batatas fritas, refrigerantes, chocolates, bolos e bolachas recheadas, queijos, salames, mortadela e presunto, estão presentes nas refeições também.

Outra mudança que afeta o colesterol infantil é a falta de atividade física. Em outros tempos, as crianças brincavam de correr, pular corda e jogar bola na rua, hoje em dia, o sedentarismo toma conta da grande parte e elas só querem saber de assistir televisão, jogar videogame ou ficar no computador, beliscando guloseimas.

Primeiro de tudo, para combater o colesterol infantil, é preciso que todos da casa estejam à bordo! As compras no supermercado devem mudar. Evite trazer para casa as bolachas recheadas, bombons, salgadinhos, refrigerantes. Procure comprar muitas frutas, leite, iogurtes, queijo branco e peito de peru.

Quando a criança sentir fome, ela irá comer o que tem nos armários da cozinha, então é claro que se tiver guloseimas, ela vai preferir deixar uma maçã de lado, por exemplo.

Nas horas das refeições, dê preferência a produtos frescos e procure preparar diariamente: saladas, legumes cozidos, arroz, feijão, carnes. Se você não possuir tempo para cozinhar todos os dias, prepare alguns pratos durante o final de semana e congele. Você pode fazer isso com o feijão, carnes cozidas, carne moída refogada com legumes, frango e peixes. Se você tem alguém de apoio em casa, faça o cardápio da semana para ela estar informada da luta contra o colesterol infantil.

Outra dica é estimular seus filhos a consumir mais sucos naturais, água de coco e muita água. Evite a todo custo os refrigerantes. Fique de olho no lanche escolar. Não adianta comer corretamente em casa e o seu filho extrapolar no período que ele está na escola. Muitas crianças partem para a escola de manhã sem ter tomado o café da manhã e compram salgados e refrigerantes no lanche da manhã. A ingestão destes alimentos todos os dias é uma das maiores causas do colesterol infantil.

É muito importante prestar atenção na alimentação das crianças. Algumas mudanças simples no dia a dia do seu filho vai fazer muita diferença no futuro.

Fonte: INGR

domingo, 16 de fevereiro de 2014

10 maneiras de auxiliar na redução do colesterol


As doenças cardiovasculares (DCV) são consideradas a maior causa de mortalidade no mundo. Sua prevalência tem sido associada à adoção de um estilo de vida sedentário e ao aumento do consumo de alimentos fonte de gordura saturada, trans e alimentos refinados. Outro fator de risco, de possível modificação e relacionado à sua maior incidência, é a elevada concentração plasmática de colesterol. O LDL-colesterol elevado, conhecido como “mau colesterol”, é um importante fator de risco para o desenvolvimento da aterosclerose (formação de placas de gorduras nas paredes das artérias), sendo essa a principal causa de diversas doenças cardiovasculares, como infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, aneurismas da aorta, entre outras.
Além de ter uma dieta equilibrada e bons hábitos de vida, você pode estar se perguntando se há algo mais que possa ser feito. Foi por isso que elaboramos os 10 Mandamentos do Controle de Colesterol, com dicas fáceis para baixar o colesterol que qualquer pessoa pode seguir. Ao adotar esses mandamentos, você vai estabelecer uma base sólida para o controle de colesterol ao longo da vida.

1) Saber como estão seus níveis de colesterol sanguíneos. Fazer o controle regular é essencial para ter uma boa saúde a longo prazo. Afinal de contas, o colesterol elevado está associado a doenças cardiovasculares – a principal causa de morte no mundo. De acordo com a American Heart Association, as pessoas que apresentam colesterol total de 240 mg/dl (miligramas por decilitro) têm duas vezes mais probabilidade de sofrer ataque cardíaco do que aquelas com nível de colesterol de 200 mg/dl. Ou seja: na busca do controle do colesterol, saber seus níveis é uma obrigação.
Os especialistas recomendam que os adultos a partir de 20 anos devem verificar suas taxas de colesterol pelo menos uma vez a cada cinco anos. Você pode exigir uma triagem mais frequente, se tiver certos fatores de risco para doença cardíaca ou se os resultados de seus testes forem motivos de preocupação. Geralmente os médicos gostam de ver o colesterol total abaixo de 200 mg/dl, com o LDL (mau colesterol) abaixo de 130 e o HDL (bom colesterol) acima de 40.

2) Conhecimento é poder! Comece com uma avaliação de seus fatores de risco pessoais para doença cardíaca. Quais estão dentro de seu controle? Por exemplo, você pode não ser capaz de mudar sua idade, seu sexo ou sua história familiar, mas pode melhorar seus hábitos alimentares, fazer mais exercícios e parar de fumar. Essas são as mudanças de estilo de vida que devem tornar-se parte do seu plano de gestão de colesterol, independentemente de outros tratamentos que venha a fazer (medicação ou cirurgias, por exemplo). Aprenda o máximo que puder sobre o próprio colesterol. Suas funções no organismo, a diferença entre eles (LDL – mau colesterol – e HDL – bom colesterol) e quais alimentos podem ajudar a manter suas taxas saudáveis.

3) Livre-se dos quilos extras. Se você pesa mais do que deveria, emagrecer pode produzir uma queda significativa nos seus níveis de colesterol. Pesquisas sugerem que o excesso de peso atrapalha o metabolismo normal da gordura. Assim, mesmo que você esteja comendo menos gordura, a diferença no seu perfil lipídico (colesterol sanguíneo) pode ser imperceptível até você eliminar o excesso de peso.
Além de colaborar para a redução do colesterol, a perda de peso pode contribuir para a regularização da pressão arterial e diminuir o risco de diabetes. Só não vale fazer dietas radicais e sem acompanhamento médico! O nutricionista é o profissional adequado para avaliar as necessidades específicas de cada indivíduo e elaborar um plano alimentar seguro e eficiente, para que as metas sejam alcançadas.

4) Mexa-se! Se seu objetivo é reduzir o colesterol, perder alguns quilos extras ou ambos, o exercício regular pode ajudar você a chegar lá. Estudos sugerem que as caminhadas feitas em intensidade moderada – ou seja, num ritmo acelerado, mas que ainda permita a você manter uma conversa –, com duração de 30 minutos por dia, podem ajudar a reduzir o risco de doença cardíaca.
Porém, antes de iniciar qualquer programa de exercícios, consulte um profissional para orientar quanto à modalidade e à intensidade adequada para o alcance de seus objetivos. Ele será capaz de ajudar você a escolher uma atividade que se adapte ao seu nível de condicionamento físico atual, evitando riscos à saúde.

5) Conheça as boas gorduras. Abacate, azeite de oliva e a maioria das castanhas são alimentos ricos em gordura monoinsaturada, que ajudam a diminuir o LDL-colesterol e o triglicérides (outro tipo de gordura no sangue), enquanto elevam o HDL-colesterol. É uma escolha muito mais saudável do que a gordura saturada, encontrada principalmente em produtos de origem animal – carnes, manteiga, leite integral e queijo. A gordura saturada é uma das principais causadoras do aumento dos níveis de colesterol.
Está incluído na categoria de boa gordura o ômega-3, encontrado em abundância em peixes como a cavala, o atum e o salmão e nas sementes de chia e linhaça. O ômega-3 também ajuda a reduzir os níveis de triglicérides, além de ter potente ação anti-inflamatória.

6) Aumente o consumo das fibras. Existem dois tipos de fibras: solúveis e insolúveis. O tipo solúvel parece ser mais eficiente para baixar o colesterol. Estudos sugerem que o consumo de cerca de 15 gramas de fibra solúvel por dia pode reduzir o LDL-colesterol entre 5% e 10%. Ela funciona por meio da ligação com os ácidos biliares contendo colesterol no intestino, aumentando sua excreção. Boas fontes são aveia e leguminosas, como feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico).
Coincidentemente, alimentos ricos em fibras tendem a ser pobres em gordura saturada e colesterol, bem como em calorias.

7) Micronutrientes não podem faltar! Mesmo que você esteja privilegiando cada vez mais as boas gorduras, evitando as gorduras ruins e aumentando o consumo de fibras, sua dieta ainda pode ter algumas lacunas nutricionais. Um suplemento multivitamínico/mineral pode ajudar a suprir suas carências e, possivelmente, reduzir o risco de doença cardíaca e acidente vascular cerebral.
Em um estudo de Harvard envolvendo 80 mil enfermeiros, aqueles com maior ingestão de ácido fólico eram 31% menos propensos a desenvolver doenças cardíacas. O ácido fólico diminui os níveis sanguíneos de homocisteína, aminoácido que é fator de risco emergente para doença cardíaca e acidente vascular cerebral. Enquanto muitos alimentos contêm folato (forma natural de ácido fólico), incluindo suco de laranja, feijão, brócolis e espinafre, só é possível ter certeza de que se está recebendo a quantidade recomendada ao tomar um multivitamínico. Especialmente aquelas pessoas que estão em reeducação alimentar e ainda não possuem os bons hábitos arraigados, ou seja, não consomem alimentos fontes de vitaminas e minerais (frutas, verduras e legumes) em quantidade suficiente para suprir as necessidades diárias. O mesmo estudo descobriu que as mulheres que consumiram mais vitamina B6 reduziram em um terço o risco de sofrer doenças cardíacas. Como o ácido fólico, a vitamina B6 ajuda a manter os níveis de homocisteína.

8) Explore suas opções de tratamento. Quando obteve o diagnóstico de colesterol alto, você e seu médico provavelmente discutiram um curso adequado de tratamento. É importante que continue a trabalhar com seu médico e informá-lo de quaisquer terapias que você decida tentar por conta própria.
O fato é que tanto a medicina convencional quanto a medicina alternativa têm uma gama de estratégias disponíveis de combate ao colesterol. Algumas pessoas se sentem perfeitamente à vontade de tomar a medicação para baixar o colesterol, enquanto outras fazem todo o possível para evitá-lo.
Lembre-se que cada pessoa é um caso específico e o que funcionou com um conhecido pode não funcionar com você. Juntos, você e seu médico podem traçar um plano de tratamento que corresponda a suas necessidades e estilo de vida e que atinja os resultados esperados.

9) Relax! O estresse e as emoções (tensão, ansiedade, raiva, depressão) desencadeadas por ele podem aumentar a liberação de substâncias químicas que contraem as artérias, reduzem o fluxo de sangue para o coração, elevam a pressão arterial e também a frequência cardíaca. Essas mudanças, em combinação com o colesterol descontrolado, podem colocar você no caminho certo de um ataque cardíaco.
Para bloquear a resposta do estresse ao seu corpo, livre-se da situação estressante. Vá para uma curta caminhada, faça alguns alongamentos simples, medite – o que quer que lhe permita relaxar. Você vai se sentir melhor, vai pensar com mais clareza e, ainda, poupar seu coração do mal.
Não importa o quão ocupado você é: reserve alguns minutos todos os dias para refletir sobre si mesmo e sobre sua vida. Está satisfeito com a direção que você está tomando? Suas necessidades estão sendo atendidas? Assim é possível remanejar seus objetivos e reduzir as situações estressantes que prejudicam sua saúde.

10) Comprometimento. Para ganhar a guerra contra o colesterol, você deve se comprometer a cuidar de si mesmo, a fim de fazer as mudanças necessárias e viver saudavelmente todos os dias. Sua família e seus amigos podem apoiá-lo, mas, em última instância, você é o único a tomar as decisões que terão impacto sobre sua saúde, para melhor ou para pior. Você pode fazer isso!
Fonte: Mundo Verde

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Estresse do dia a dia pode causar obesidade


Nos últimos anos, tivemos um aumento considerável no número de pessoas com sobrepeso, não só no Brasil, como no mundo inteiro. Algum dos fatores que contribuíram para esse aumento se dá à ausência de controle individual na ingestão alimentar, falta de autocontrole do indivíduo na hora de realizar suas refeições, escolhas por alimentos de rápido preparo (fast – food), além de uma determinação biológica para o ganho de peso, a genética. Outro fator preocupante é o estresse, ele por muitas vezes age silenciosamente e pode causar problemas de saúde como a obesidade.

Segundo a psicóloga especialista em Terapia Comportamental da clínica Vivencialle, Letícia Guedes, a pessoa com sintomas de estresse costuma atirar-se em grande quantidade de comidas, e isso pode acarretar problemas como a obesidade. “Não só a comida em grande escala faz com que o individuo venha a engordar, ele pode engordar de boca fechada. Existe uma tensão continua que faz o organismo liberar em grande quantidade, dois hormônios que são responsáveis pela obesidade: a adrenalina e a cortisona. Quanto mais tensão, maior o risco de engordar”, explica a especialista.

A obesidade pode desencadear doenças como diabetes, hipertensão arterial, infarto e derrame. Geralmente, a probabilidade de desenvolver alguma dessas doenças aumenta se a pessoa apresentar sobrepeso. Além disso, a distribuição da gordura corporal é, também, um importante fator de risco para doenças crônicas não transmissíveis, ou seja, a gordura situada no tronco e abdome, principalmente intra-abdominal (visceral), proporciona maior risco de complicações metabólicas, comparando-se a pessoas que possuem esse mesmo excesso de gordura, porém em outras regiões do corpo.

A especialista alerta que a pessoa deve observar a mudança do corpo, o excesso de peso acarretado pelo estresse pode não ser tratado apenas com regimes rigorosos. “Outros fatores podem estar contribuindo para a gordura. O paciente pode não mostrar um quadro de estresse ou de depressão para o nutricionista, especialista que por muitas vezes pessoas obesas procuram quando querem emagrecer”, disse Dra. Letícia.

O tratamento indicado para esse tipo de obesidade não se restringe a orientação alimentar. A mudança da rotina de trabalho, lazer regrado a prática de exercícios físicos, relaxamento e terapia podem ajudar a promover melhorias na composição corporal. “Indicamos exercícios físicos, mas alertamos que a prática irregular pode causar problemas, ao invés de auxiliar”, ressalta.

Fonte: INGR