Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Por que não falam isso na TV?


Recentemente foi criada uma campanha de determinada empresa comparando os benefícios da maionese em relação ao azeite de oliva e se faz necessário esclarecer sobre o assunto, já que 'comercialmente falando', eles podem dizer o que quiser para atrair você, consumidor. Vamos raciocionar sobre o assunto...

ALGUMAS COISAS A SE PENSAR:

~> A colherada imensa do comercial não tem só 40 kcal, o que pode fazer com o telespectador achar que aquela quantidade tem 40 kcal, quando na verdade estará consumindo umas 80 kcal!

 
~> Eles não falam que a maionese é feita geralmente com óleo de soja, soja essa transgênica.

~> O azeite é mais calórico, calorias essas provenientes em sua grande parte de gorduras monoinsaturadas, que são benéficas ao sistema cardiovascular, já a maionese é pobre nesse tipo de gordura e ainda por cima tem colesterol.

~> O azeite não possui Sódio, já a maionese. Isso eles escondem.

~> A maionese tem "acidulante ácido lático, espessante goma xantana, conservador ácido sórbico, sequestrante EDTA, cálcio dissódico, corante páprica, aromatizante (aroma natural de mostarda) e antioxidante ácido cítrico, BHT e BHA", já o azeite não possui aditivos.

~> Existem diversos artigos científicos mostrando os benefícios do consumo do azeite, mas não existe nenhum falando dos benefícios do consumo da maionese.

Pronto, falei!

Nutricionista Camila Ferrabrás Alho

Fonte: Meu Nutricionista

Vigilância intensifica fiscalização de rótulos de ovos


Embalagens devem conter advertência sobre risco de consumo sem cozimento 

A Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (CGVS/SMS) intensificou, a partir da última quarta-feira, 2, a fiscalização da norma que determina a obrigatoriedade de as embalagens de ovos apresentarem advertência de que o consumo desses produtos crus ou mal cozidos pode causar danos à saúde. Depois dessa data, os produtos encontrados nos estabelecimentos comerciais em desacordo serão apreendidos em depósito até a normalização.

A medida é baseada em regulamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e tem por objetivo alertar a população sobre procedimentos que podem ajudar a evitar a transmissão da salmonella pelo ovo. Essa bactéria é muito comum em ovos e pode causar infecção alimentar. 

O chefe da Equipe de Alimentos da CGVS, Paulo Antônio Casa Nova, explica que o ovo cru está entre os principais alimentos causadores de infecção por salmonella, conforme o histórico de surtos investigados em Porto Alegre de 2000 a 2010. Segundo ele, a maioria dos casos ocorre em consequência do uso de ovos crus contaminados no preparo de cremes, doces e maionese caseira. “Para evitar contaminações, é importante cozinhar bem o alimento, uma vez que a salmonella morre se submetida a temperaturas acima de 60 graus centígrados”, orienta Casa Nova.

Por meio de ofício circular, a Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS) foi comunicada sobre o maior controle que começará a ser feito nas embalagens de ovos a partir de 2 maio e o recolhimento dos produtos que não estiverem de acordo com a norma. O consumidor que encontrar rótulos sem a advertência determinada, deve encaminhar denúncia à Equipe de Alimentos da CGVS pelo telefone 156.

Autor: Ana Lucia Fumegalli 
Fonte: Secretaria Municipal da Saúde - Porto Alegre 

Dormir mais de nove horas por noite evita ganho de peso


Quem tem noite de sono mais curta tem índice de massa corporal maior 

Os dorminhocos de plantão acabam de ganhar um argumento científico para manter o hábito que soa preguiçoso para muitos. Segundo uma pesquisa da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, dormir mais de nove horas por noite evita o ganho de peso mesmo entre aqueles que têm propensão genética.

O estudo foi publicado na última terça-feira (1º) na revista científica "Sleep", da Academia Americana de Medicina do Sono.

O estudo avaliou 1.088 casais de gêmeos e descobriu que os que dormiam menos de sete horas por noite estavam associados tanto a um índice de massa corporal (IMC) maior quanto a uma maior atuação dos genes relacionados à obesidade no IMC.

“Os resultados sugerem que o sono mais curto provoca um ambiente mais permissivo para a expressão dos genes relacionados à obesidade”, diz o principal pesquisador do estudo, Nathaniel Watson, da Universidade de Washington.

Pesquisas anteriores já haviam mostrado que as influências genéticas incluem fatores como o metabolismo do açúcar no sangue, do uso de energia, armazenamento de ácidos graxos e saciedade. No estudo, a hereditariedade do IMC foi duas vezes mais alta entre os gêmeos que dormiam menos do que entre os que dormiram mais de nove horas por noite.

Segundo a pesquisa, entre os gêmeos que dormem menos do que sete horas, as influências genéticas chegam a 70% na diferença do IMC. Enquanto que entre os gêmeos que dormem em média mais de nove horas, fatores genéticos correspondem a 32% da variação de peso.

Fonte: Meu Nutricionista

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Consumir óleo de peixe para evitar demência pode ser perda de tempo


Consumir óleo de peixe e outros suplementos ricos em omega-3 para evitar a demência pode ser uma perda de tempo, de acordo com pesquisadores.

Esses suplementos não oferecem mais proteção do que analgésicos, de acordo com conclusões da equipe que integra o Cochrane Reviews, um coletivo de profissionais da área médica de diferentes países que analisa temas diversos sobre cuidados de saúde.

O coletivo analisou três estudos sobre o tema, que envolveram 3.500 pessoas. A análise foi publicada na revista especializada 'National Academy of Sciences'.

Mas especialistas afirmam ser necessário realizar mais pesquisas para se alcançar resultados mais conclusivos.

A pesquisa recém-divulgada rastreou a saúde de pessoas que consumiam óleos de peixe ao longo de três anos e meio, por isso ainda não está claro se os efeitos de óleos podem ser benéficos quando consumidos por um período mais extenso.

Alan Dangour, nutricionista da Escola de Londres de Higiene e Medicina Tropical, afirmou que ''a partir dos estudos, parece que o consumo de omega-3 não oferece qualquer benefícios a pessoas mais velhas''.

''Portanto, as evidências, até o momento, são muito decepcionantes. Mas ainda há uma questão em aberto. Se realizarmos uma pesquisa mais longa, o que ela iria mostrar? O consumo de peixes faz parte de uma dieta saudável e nós ainda seguimos apoiando a recomendação de comer duas porções por semana, inclusive uma de peixes oleosos'', afirmou Dangour.

Peixes oleosos como cavala, salmão e sardinhas, também são ricos em omega-3, e o consumo deste é recomendado por especialistas, em particular pelos benefício na redução de risco de doenças cardíacas.

Fonte: Meu Nutricionista

Nutrição e Testosterona: Saiba mais


A testosterona é o pai da construção muscular, ela promove a síntese proteica. Excessos nunca são bem vindos principalmente de testosterona, mas se você conseguir melhorar a produção pelo seu organismo, notara uma maior queima de gordura e um maior ganho de massa magra (músculos). Além disso, você ganha também aumento do apetite sexual (libido) e na energia.

Sua produção depende de zinco e vitamina B12, e não é encontrado diretamente nos alimentos, porém, alguns alimentos podem contribuir para o aumento da produção deste hormônio. Basta que você consuma diariamente alguns dos seguintes alimentos:


OSTRAS: tem alto teor de zinco que desempenha papel ativo na saúde dos sistemas reprodutores masculino e feminino. São fontes também de magnésio, fósforo, manganês, proteínas, vitamina D, B12, ferro, cobre e selênio. 

PEIXES OLEOSOS: o ômega 3 encontrado nos peixes e na linhaça é fundamental para produção deste hormônio. O salmão e a sardinha como outra boa fonte de vitaminas B B5, B6, B12, que são todos importantes para manter boa saúde reprodutiva.

BANANAS: boas fontes de potássio e vitaminas do complexo B, também necessárias a produção de testosterona.

ABACATES: contém vitamina B6, importante para produção hormonal nos homens.

CARNES MAGRAS: contém proteína, ferro, magnésio, zinco e gordura saturada. A ultima também é necessária a formação do hormônio

FEIJÃO: Proteínas, fibras, zinco. É a maior fonte vegetal de zinco. 

AVES: contam com proteínas e pouca gordura. Dietas ricas em proteínas tem maior impacto sobre a massa muscular e portanto sobre os níveis de testosterona. 

OVO: contém proteínas e colesterol. A testosterona necessita também do colesterol para ser sintetizada. E, hoje sabemos que esse teor de colesterol do ovo não é tão prejudicial como pensávamos anteriormente. 

BRÓCOLIS, REPOLHO E COUVE DE BRUXELAS: Fibras e Indole-3-carbinol. Altos níveis de estrógenos favorecem o acúmulo de gordura e pode interferir no crescimento muscular. O Indol 3 – carbinol, ajuda a reduzir os níveis de estrógeno.

ALHO: contém alicina. Estudos mostram que este composto aumenta os níveis de testosterona e inibe o cortisol.

Vitamina D tem grande importância para a força muscular. 

Cientistas alemães descobriram que homens com níveis mais altos de vitamina D apresentam níveis significantemente mais elevados de testosterona e menores níveis de hormônios sexuais (globulina de ligação – SHBG) do que aqueles com baixos níveis de vitamina D em seu sangue. Um menor nível de SHBG, significa que mais testosterona esta livre para entrar nos músculos e aumentar o crescimento muscular. 

E como sempre, a alimentação balanceada é a melhor opção, assim não sofreremos tantas alterações hormonais. 

Outros fatores que influenciam os níveis de testosterona em seu organismo.

Obesidade: gordura excessiva aumenta a produção de estrógenos e estes fazem com que os níveis de testosterona caiam.

Uso de drogas e álcool: o álcool inibe nossa habilidade de remover o estrogênio do sangue.

Estresse: este eleva os níveis de corticosteroides no sangue o causa decréscimo de testosterona no sangue.

Diabetes: estudos sugerem sua ligação com baixos níveis do hormônio em questão.

Hipertensão e altos níveis de colesterol: estes fazem com que haja uma diminuição na fluidez e circulação do sangue, consequentemente diminuindo a circulação sanguínea em órgãos que produzem hormônios sexuais.

Idade: a partir dos 40 anos a testosterona cai 1% ao ano.

Lembre-se: o excesso do uso desse hormônio pode acarretar em graves efeitos colaterais, se for realizada deve ter prescrito e acompanhado de médico. 

Fonte: Meu Nutricionista

Animação demonstrando cirurgia de redução do estômago Bypass Gástrico

Vídeo Bypass Gástrico em Y de Roux 

Precisamos tomar suplementos de vitaminas todos os dias?


Quem acha que apenas comer corretamente soluciona todas as necessidades nutricionais do corpo humano, precisa pensar novamente. “Mesmo essas pessoas podem ter disfunções, que criam necessidades especiais por micronutrientes”, explica o editor científico Sheldon Hendler.

Por exemplo, níveis baixos de uma classe de carotenóides – as classes mais conhecidas são beta-caroteno, alfa-caroteno e gama-caroteno, todas precursoras da vitamina A, que, entre outras funções, atua diretamente na respiração celular e na sintetização de pigmentos da retina – estão correlacionados com a degeneração macular, uma doença que danifica a retina, que afeta a visão no centro do campo visual (a mácula) e que está relacionada à idade avançada.

Esses micronutrientes podem ser encontrados no espinafre, no couve e na nabiça, por exemplo, que não são amplamente utilizados em nossa dieta do dia-a-dia. Além disso, existe também o problema de suplementos que não se dissolvem corretamente, afirma Hendler.

Essa questão é menos problemática no caso das vitaminas solúveis em água. Já para as vitaminas solúveis em gordura, como A, D, E e K, a melhor indicação é ingeri-las com uma refeição que inclua algum tipo de gordura.

A absorção, que não ocorre até que o material dissolvido alcance o intestino delgado, é outra questão, a qual pode ser melhorada com dissolução e desintegração adequadas, segundo recomendação de Hendler.

Fonte: The New York Times