Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sopa instantânea é uma bomba de sódio e pobre em nutrientes

O pacotinho industrializado prejudica o funcionamento dos rins e do coração.

A tentação é grande. Em vez de preparar uma sopa com verdura, legumes e temperinhos naturais é mais fácil apostar na sopa do pacotinho que fica pronta em poucos minutos. Mas quem faz essa opção deve saber dos danos que a alternativa pode trazer à saúde. "O maior perigo do consumo da sopa instantânea é a presença excessiva de sódio, que pode dificultar o funcionamento de órgãos como coração e rins, fundamentais para a adequada circulação do sangue", explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. Mas esse é só o primeiro item de uma lista de perigos. Veja abaixo quais são os outros prejuízos para a saúde e para a dieta:

Sal - foto: Getty Images

Elas são lotadas de sódio

Incluir essa sopa na dieta vai fazer você estourar o limite de sódio recomendado por dia. Para manter a saúde cardiovascular em dia o consumo recomendado pela Organização Mundial de Saúde é de cerca de 2 gramas diárias de sódio - isso se você não tem hipertensão, porque nesse caso a quantidade deve ser ainda menor. Um envelope individual dessas sopas (como aquelas versões de caneca) contém entre 500 e 800 mg de sódio. Ou seja, pelo menos 25% das suas necessidades diárias. "O resultado do consumo excessivo de sódio é que o coração e os rins terão que trabalhar muito mais para conseguir manter a pressão estável", explica o nutricionista Israel. A longo prazo, aumenta-se o risco de hipertensão, infarto e derrame. Descubra aqui por que o sódio é o vilão da hipertensão.

Sopa em pó - foto: Getty Images

São pobres em nutrientes

O nutricionista Israel Adolfo conta que os nutrientes - desidratados ou liofilizados - presentes nas sopas correspondem a uma parcela tão pequena da composição desses industrializados que não fazem diferença em valor nutricional. "A maior parte do alimento é formada por amido ou fécula", conta o especialista. "Geralmente são adicionados alguns minerais e vitaminas, mas mesmo assim, em comparação com a sopa caseira ou mesmo com os ingredientes dela, o valor nutricional continua baixo."

Mulher com fita métrica - foto: Getty Images

Falso amigo da dieta

70, 80, 90, no máximo 100 calorias. A baixa quantidade de calorias dá a falsa ideia de que as sopas industrializadas têm tudo a ver com a sua dieta e serão suas aliadas na hora de eliminar os quilinhos. "O consumo desse alimento em excesso, por ser rico em sódio, além de desencadear a sede - que nem sempre é saciada com água, mas com refrigerantes, que contêm mais sódio - pode gerar dificuldade em eliminar os líquidos e inchaço", explica Roberto Navarro.

Glutamato monossódico - foto: Getty Images

O perigo dos realçadores de sabor

O glutamato monossódico é um realçador de sabor presente nas sopas de saquinho. Além de aumentar a pressão arterial por conter grandes quantidades de sódio, a substância pode trazer outros problemas à saúde. "Estudos mostram que ele pode piorar disfunções de aprendizado, além de favorecer o Mal de Alzheimer e Mal de Parkinson", conta o nutricionista Israel. Outras pesquisas afirmam que a substância pode gerar dependência, uma vez que se assemelha a neurotransmissores e estimula receptores específicos da língua humana.

Sopa - foto: Getty Images

Aditivos nada saudáveis

Apesar da regulamentação feita pela ANVISA, ainda é difícil encontrar algum fabricante que especifique as quantidades de conservantes, corantes e aromatizadores presentes em seu produto, tornando assim, impossível afirmar se ele é saudável ou não. "Apesar dos estudos darem certa tranquilidade quanto ao consumo destes aditivos químicos, comumente utilizados nos alimentos industrializados, nenhum deles é conclusivo e comprova que tais substâncias não têm efeito cumulativo", conta o nutricionista Israel.

Sopa gordurosa - foto: Getty Images

Muita gordura no pacotinho

As gorduras totais do produto somam 2,5 gramas em embalagens de 20 gramas. Substituir, com frequência, uma refeição por sopas desse tipo pode favorecer o aumento do triglicérides. "Essas sopas industrializadas geralmente possuem gordura trans na composição", explica o nutrólogo Roberto Navarro. Apesar desse não ser o principal problema dessas sopas, ele merece atenção. "Apesar de existirem algumas sopas sem gordura na composição, elas continuam pobres em nutrientes e nutricionalmente não recomendadas", completa o nutrólogo.

 Sopa de sabor duvidável  - foto: Getty Images

Sabor duvidável

Sopa de legumes, caldo de feijão, creme de mandioquinha com carne... Com um processo de industrialização tão intenso fica difícil sentir o sabor dos ingredientes da sopa, até porque há mais química e sódio que matéria-prima nesses produtos. Uma sopa caseira pode ser feita com os ingredientes e temperos que você mais gosta, permitindo a degustação de cada um deles. Além de mais saudável, fica mais gostosa.
Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Aproveite 10 alimentos que ajudam a controlar a gastrite

Opções sem gorduras e ácidos auxiliam na recuperação do estômago

Você já sentiu queimação no estômago ou já se pegou aos resmungos por causa daquela dor incômoda no alto da barriga? Esses são alguns dos sintomas da gastrite, que também incluem enjoos, acompanhados ou não de vômito. Inflamação na mucosa do estômago, a gastrite atinge muitas pessoas que, ao receberem o diagnóstico, precisam adotar algumas restrições alimentares - e com razão: segundo Carla Fiorillo, nutricionista da Equillibrium Consultoria, quem tem a inflamação deve evitar alimentos ácidos e gordurosos, entre eles frutas ácidas (mexerica, laranja exceto lima, abacaxi etc.), vinagre, café e frituras. 

No entanto, nem só de restrições na dieta vive quem tem gastrite. Veja quais hábitos são bem-vindos e quais alimentos não agridem o seu sistema digestivo e ainda controlam a doença - alguns, inclusive, ajudam a recuperar a ferida na parede do estômago.  

Bolacha água e sal - Getty Images

Hábitos na mesa

A nutricionista Carla Fiorillo indica que sejam feitas de quatro a cinco refeições por dia - com calma, em poucas quantidades. Outra dica, da nutricionista Andréia Ceschin de Avelar, é comer bolachas de água e sal ou maisena (nada de bolachas recheadas, pois são muito gordurosas) e frutas nos intervalos das refeições, para evitar que o estômago fique vazio (já que, quando vazio, o suco gástrico corroerá suas paredes, agravando a ferida). 

Hortelã e alecrim - Getty Images

Hortelã e alecrim

Os chás dessas ervas são poderosos aliados da boa digestão. A nutricionista Carla Fiorillo conta que eles também são calmantes digestivos, já que diminuem a acidez do estômago. Com isso, eles atenuam azias, gases e cólicas. Para um efeito mais satisfatório, o ideal é que eles sejam tomados 30 minutos antes das refeições. 

Frutas não ácidas  - Getty Images

Frutas não ácidas

Laranja lima, banana, maçã, pêra, goiaba e mamão estão na lista de frutas liberadas, já que não agridem o estômago. Os seus sucos também podem ser ingeridos sem medo. A quantidade indicada pela nutricionista Andréia Ceschin de Avelar é de quatro a cinco porções por dia no café da manhã, no meio da manhã, como sobremesa do almoço, entre almoço e jantar e outra no jantar, sendo cada porção uma fruta ou uma fatia.  

Suco de Aloe Vera - Getty Images

Suco de Aloe Vera

Segundo a nutricionista Fernanda Granja, o suco de aloe vera, erva também conhecida como babosa, tem poder cicatrizante. Ou seja, além de não ser prejudicial, ainda contribui na cura da ferida estomacal. O suco já é vendido pronto e 50ml ingeridos em jejum ou antes de dormir diariamente são suficientes. 

Lactobacilos - Getty Images

Lactobacilos

"Às vezes, a gastrite mata as bactérias boas do estômago e, e sem elas, o tecido não se recupera", explica a nutricionista Fernanda Granja. Por isso, a reposição dos lactobacilos é importante para povoar o estômago com bactérias benéficas e, assim, para a cura da gastrite. Lactobacilos são encontrados em iogurtes e, até mesmo, vendidos em pó. 

Biomassa de banana verde - Getty Images

Biomassa de banana verde

Quando cozida, a banana verde apresenta um amido resistente, definido como prébiótico. Essa substância funciona como alimento dos lactobacilos, mantendo-os vivos. Quando uma pessoa desenvolve gastrite, seu estômago é povoado com bactérias más, ocasionando déficit de bactérias boas. Ao ingerir a biomassa, os lactobacilos permanecem vivos, auxiliando na recuperação do tecido, como explica a nutricionista Fernanda Granja. 

Para preparar a biomassa de banana verde, lave as bananas verdes, coloque-as com casca dentro de uma panela de pressão, cubra-as com água e cozinhe por 20 minutos ao todo, sendo que oito deles serão no fogo e os restantes apenas na pressão. Não force o escape da pressão! Terminando de cozer, aos poucos, tire a casca da poupa, que deve ser passada imediatamente no processador. Você obterá uma massa espessa que, se não for consumida imediatamente, pode ser congelada em sacos plásticos ou mesmo cubinhos por até quatro meses, mas exigirá um reprocessamento. A biomassa de banana verde também é ótima aliada da digestão!  

Carnes com pouca gordura - Getty Images

Peixe e frango com pouca gordura

Você não precisa cortar a carne de seu cardápio por causa da gordura. Carnes de frango cozido, refogado ou grelhado; peixes não muito gordurosos, como pescada e merluza - ao forno ou grelhados - e carnes vermelhas menos gordurosas - o que inclui patinho, coxão mole e lagarto - estão liberadas, segundo a nutricionista Andréia Ceschin de Avelar. Mas nada de frituras!  

Suco verde - Getty Images

Suco verde

Segundo a nutricionista Fernanda Granja, o suco de salsinha e couve é rico em clorofila, uma substância energizante e cheia de zinco e antioxidantes, itens necessários para a recuperação do estômago, além de vitamina C e magnésio. Para o preparo, bata os ingredientes verdes com suco de uma fruta, água e linhaça germinada. Para germinar a linhaça, basta colocar uma colher de sopa em um copo com água. Depois de quatro horas, a semente estará pronta para ser adicionada no suco verde. 

Legumes ou verduras refogadas - Getty Images

Legumes ou verduras refogadas

Consuma legumes e verduras - tanto no almoço quanto no jantar - mas lembre-se de refogá-los, já que folhas muito duras podem incomodar as paredes de seu estômago. Por isso, a nutricionista Andréia Ceschin de Avelar aconselha que o consumo in natura de verduras como repolho, couve crua, escarola, alface e agrião seja evitado, pelo menos no começo.  

Caldo de feijão - Getty Images

Caldo de feijão

A nutricionista Andréia Ceschin de Avelar conta que, embora o grão do feijão deva ser evitado por causa da fermentação que provoca, o seu caldo pode ser aproveitado. Além de ele ser facilmente digerido, você pode aproveitar os nutrientes que o feijão oferece e ainda matar a vontade, já que o gosto do caldo não se modifica quando separado do grão. Sopas de legumes e canjas também estão liberadas.
Fonte: Minha Vida

domingo, 20 de outubro de 2013

Dieta do diabetes: nove cuidados essenciais com a alimentação

Legumes podem ser consumidos à vontade e frutas pedem mais atenção.

Os mitos que cercam a alimentação dos diabéticos são incontáveis. Dizem que o portador de diabetes não pode comer carboidratos ou nenhum tipo de açúcar e deixar de lado até mesmo a carne vermelha. Neste Dia Nacional do Diabetes, lembrado neste domingo (26), o Minha Vida aproveita para derrubar os mitos que envolvem a alimentação do diabético. 

A dieta ideal para quem tem o problema varia para cada diabético. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido se a pessoa fizer uma visita a um profissional qualificado, que observará os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente e suas preferências alimentares. Entretanto, algumas recomendações são iguais para todos, como fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches e preferir por alguns alimentos em detrimento de outros. Confira quais são esses cuidados: 

integrais - Foto Getty Images

Arroz, pães e massas integrais

A endocrinologista e nutrólga Ellen Paiva, do CITEN, explica que os carboidratos complexos presentes nesses alimentos são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Isso é benéfico para o diabético, que não terá picos de índice glicêmico quando comer esse nutriente.

Porém, lembre-se de preferir sempre aos integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina.

chocolate - Foto Getty Images

Carboidratos simples e açúcar

Doces, pães e massas não precisam ser abolidos completamente da dieta do diabético. Entretanto, é preciso estar atento à quantidade. 

"Os doces podem ser consumidos esporadicamente, atendendo a princípios rigorosos de quantidade e frequência e acompanhados de compensação de carboidratos", afirma Ellen. No geral, uma dieta para diabéticos deve ser constituída 50% de carboidratos.

Por isso, quando o portador de diabetes resolve comer um doce, deve reduzir o consumo de outras formas de carboidrato para manter a equivalência ou, no caso do dependente de insulina, aumentar a sua dose de insulina para aquela refeição.  

frutas  - Foto Getty Images

Atenção às frutas

"As frutas, muitas vezes, são uma armadilha para a dieta dos diabéticos", conta Ellen. É muito comum a pessoa achar que pode consumir frutas à vontade, pois são alimentos muito saudáveis. Mas, na verdade, não podem. 

Todas as frutas têm carboidratos simples, como a glicose. Só que, por conta das fibras e outros diversos nutrientes presentes nelas, podem ser consumidas em quantidades maiores que as de outros carboidratos simples. 

A recomendação para os diabéticos é ingerir no máximo três a quatro porções de fruta por dia, e sempre optando pelas menos calóricas. "As frutas podem dificultar a perda de peso nos obesos e a titulação da insulina nos pacientes insulino dependentes".

suco - Foto Getty Images

Sucos

Embora muito saudáveis, os sucos geralmente consomem as três porções de frutas que o diabético tem direito durante todo o dia. "Um exemplo disso é suco de laranja. Um copo equivale em calorias ao consumo de um bombom e tem quantidade de glicose capaz de elevar em muito a glicemia do paciente", alerta a nutróloga. 

A recomendação, portanto, é que as frutas sejam consumidas como tal, em lanches e sobremesas. Durante refeições, o ideal é evitar o consumo de líquidos ou optar pela água.  

Leite Desnatado - Foto Getty Images

Leite desnatado

Para reduzir o consumo de gordura, a recomendação é trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros. Não caia no mito de que a versão desnatada do leite tem menos quantidade de cálcio e proteínas que a integral. Na verdade, você ingere apenas menos gordura e não perde os benefícios. 

carne magra - Foto Getty Images

Cortes magros de carne vermelha

A maior riqueza das carnes vermelhas são os micronutrientes, como o ferro e a vitamina B12, já que as proteínas podem ser facilmente encontradas em carnes brancas e proteínas vegetais. Por conta disso, a carne vermelha não só pode como deve ser consumida, mas evite as opções que possuem uma quantidade muito grande de gorduras saturadas, como filé mignon, picanha e contra-filé. "Os melhores cortes de carne são o lagarto, o patinho e a alcatra", conta Ellen. 

Peixe - Foto Getty Images

Peixes

Eles são os mais indicados entre as carnes brancas. Os melhores são aqueles ricos em gorduras boas, como trutas, salmão e sardinha. "Esses peixes, apesar de saudáveis, são muito calóricos e, por isso, as porções devem ser controladas e nunca preparadas fritas ou empanadas", lembra a nutróloga. 

legumes e verduras - Foto Getty Images

Legumes e verduras à vontade

Ricos em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes, os legumes e verduras são importantes à nutrição e à saúde de todas as pessoas, mais ainda dos diabéticos, cuja dieta deve ser rica e variada nesses alimentos. "A regra é colorir o prato e variar de acordo com legumes e verduras da estação", aconselha Ellen.

não exagere - Foto Getty Images

Não exagere nas porções

O diabético pode estar fazendo uma dieta correta e rica em alimentos saudáveis, mas, se exagerar nas porções, estará caminhando na direção oposta. "O excesso de calorias é nocivo ao diabético, mesmo que ele esteja comendo os alimentos mais indicados", alerta Ellen. 
Fonte: Minha Vida

sábado, 19 de outubro de 2013

Deficiência de vitamina D afeta atividade motora na terceira idade

Falta do nutriente causa dificuldade para subir escadas e outras tarefas, diz estudo

Manter uma alimentação saudável, como todos os nutrientes necessários, é essencial para termos uma vida ativa e longe de doenças - e quando pensamos nos idosos, essa preocupação deve ser redobrada. É o que afirmam os pesquisadores do Centro Médico da Universidade Livre de Amsterdã. Segundo o estudo holandês, a deficiência de vitamina D na terceira idade está relacionada com dificuldades físicas, como vestir-se ou subir escadas.

O trabalho, publicado em 17 de julho no Jornal of Clinical Endocrinology & Metabolism, incluiu mais de 1.300 pessoas residentes da Holanda, com idades entre 55 e 88 anos. Durante os seis anos de acompanhamento, os níveis de vitamina D dos participantes foram verificados e eles foram questionados sobre a sua capacidade para realizar tarefas de rotina, como sentar e levantar de uma cadeira ou caminhar por cinco minutos sem descanso.

Entre os participantes com idades entre 65 e 88 anos, aqueles com os mais baixos níveis de vitamina D foram 1,7 vezes mais propensos a ter pelo menos uma limitação física, se comparados com aqueles que tinham níveis mais altos de vitamina D. Entre os participantes com idades entre 55 e 65 anos, aqueles com os mais baixos níveis de vitamina D foram duas vezes mais propensas a ter pelo menos uma limitação física em comparação com os indivíduos que tinham os níveis mais altos de vitamina D.

Na faixa etária mais velha, de 70% das pessoas com os níveis mais baixos de vitamina D tiveram pelo menos uma limitação física, enquanto a maioria das pessoas com níveis de vitamina D moderados ou altos não tinha limitações físicas, de acordo com o estudo. Os pesquisadores também descobriram que as pessoas com deficiência de vitamina D são mais propensas a desenvolver limitações físicas adicionais ao longo do tempo. Essa evolução ocorreu ao longo de três anos entre pessoas na faixa etária mais velha e em cerca de seis anos entre aqueles na faixa etária mais jovem. 

Os resultados indicam que baixos níveis de vitamina D na terceira idade podem contribuir para o declínio da capacidade de viver de forma independente. No entanto, embora o estudo tenha encontrado uma associação entre baixos níveis de vitamina D e mobilidade limitada, não é possível estabelecer uma relação de causa e efeito.

A vitamina, geralmente absorvida através da luz solar ou da dieta, desempenha um papel fundamental na saúde dos ossos e músculos, e uma deficiência pode levar à redução da densidade óssea, fraqueza muscular, osteoporose e fraturas dos ossos. 

Aprimore o consumo de vitamina D com sete alimentos
A principal fonte de vitamina D é a luz solar, que estimula a produção da vitamina por nossa pele. A nutricionista Priscilla Baracat ensina que 10 a 15 minutos de contato com a luz do sol, de duas a três vezes por semana, evitando a exposição entre as 10h e 16h, já são suficientes. A obtenção pela luz do sol é preferível porque, como explica Adriana, os alimentos que contêm quantidades consideráveis de vitamina D também são ricos em gorduras e, por isso, deve-se tomar cuidado com o consumo. A recomendação diária - fornecida pelo U.S. Dietary Reference Intake (DRI) - varia de acordo com a idade e o sexo:

Homens de 13 a 50 anos: 5 a 10 mcg/dia
Homens de 51 aos 70: 15 mcg/dia
Mulheres de 13 a 50 anos: 5 mcg/dia
Mulheres de 51 a 70 anos: 10 mcg/dia.

Confira abaixo alguns alimentos que possuem vitamina D, de acordo com a USDA National Nutrient Database for Standard Reference, e alguns conselhos de consumo: 

Sardinha e atum em lata - Getty Images

Sardinha e atum em lata 

Prática, a sardinha e o atum enlatado são uma das principais fontes de vitamina D vindas da alimentação, contando com, 4,8 mcg e 6,7 mcg a cada 100g, respectivamente. Para aproveitar esses benefícios de forma saborosa, a nutricionista Ana Flor Picolo sugere usá-los no preparo de tortas, saladas, farofas e sanduíches.

Fígado de boi - Getty Images

Fígado de boi 

Embora essa parte do boi não seja apreciada por alguns, é fonte de vitamina D, apresentando 0,8 mcg a cada bife de, aproximadamente, 68g. A nutricionista Ana Flor Picolo aconselha que o bife seja consumido grelhado ou cozido, já que frito agregará mais gorduras.

Ovos - Getty Images

Ovos 

Esse alimento é rico em vitamina D, contando com 1,1 mcg a cada unidade grande. Para aproveitar ao máximo os nutrientes, a nutricionista Ana Flor Picolo recomenda o consumo do ovo fresco - o famoso ovo caipira -, porque a galinha produtora deste ovo não ingere hormônios, mantendo os nutrientes de seus ovos. Mas sem frituras: prefira ovos mexidos ou cozidos.  

Queijo cheddar - Getty Images

Queijo cheddar 

Esse tipo de complementa a sua dieta quando o assunto é vitamina D. Cada 100g tem 0,6 mcg do nutriente. No entanto, com o processo industrial, é inevitável que ele perca parte de suas propriedades, como acontece com aquelas bisnagas prontas para o uso em lanches. Por isso, prefira os que passaram pelo menor processo de industrialização, como queijos cheddar artesanais, vendidos em rotisserias. 

Juntando com o atum, que também é fonte da vitamina, em um pão com gergelim rende um delicioso sanduíche natural. A nutricionista Ana Flor Picolo aconselha que não se use produtos industrializados em seu preparo.  

Manteiga - Getty Images

Manteiga 

Melhor amiga do pãozinho, a manteiga é uma das opções para aprimorar seu consumo de vitamina D diária. 100g de manteiga tem 1,5 mcg. Mas, atenção: o tão querido pão na chapa não é o modo de preparo mais saudável, já que, quando aquecidas, as gorduras ficam saturadas. O processo de aquecimento também compromete as vitaminas. Por isso, prefira consumi-lo fresco, junto a um pão integral, já que as fibras melhoram a absorção de nutrientes.

Iogurte - Getty Images

Iogurte 

Além de ser uma delícia, o iogurte dá aquela forcinha na ingestão de vitamina D diária - a versão desnatada conta com 0,1 mcg a cada 100g. A nutricionista Ana Flor Picolo lembra que ele vai muito bem com frutas, em molhos de salada ou em vitaminas com grãos integrais (como gergelim e aveia). O preparo de bolos e tortas com iogurte, alerta ela, deve ser evitado, já que o valor calórico do bolo é maior do que de outros preparos, como os já citados. 

Óleo de fígado de bacalhau  - Getty Images

Óleo de fígado de bacalhau 

Para turbinar o consumo de vitamina D, cápsulas de óleo de fígado de bacalhau são ótima opção, já que concentram grandes quantidades da vitamina. Para que se tenha noção, 100g de óleo de fígado de bacalhau tem 250 mcg de vitamina D. É de costume ingeri-la com água durante as refeições.

Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Maca Peruana para melhorar a fertilidade?



Você já ouviu falar em Maca Peruana? Não! Pois bem, a Maca peruana é uma planta originária dos Andes, que parece um rabanete e cresce no alto das cordilheiras. Acredita-se que esta planta, cujas plantações sobrevivem em ambiente inóspito por cerca de 500 anos, tem uma boa ação como fortificante, revitalizante e aumenta a fertilidade das pessoas que a consome. Infelizmente ainda são poucos os estudos científicos comprovando os efeitos benéficos da Maca, entre eles estaria também o seu efeito como hipoglicemiante, tendo em vista que trata-se de uma planta rica em fibras.
Segundo o endocrinologista Gustavo Gonzales, que tem a maioria dos artigos publicados sobre a maca, afirma que a planta tem realmente um bom potencial como afrodisíaco, mas que vai além, aumentando a contagem de espermatozoides nos machos e diminui a mortalidade dos embriões em fêmeas, ou seja, aumenta a FERTILIDADE.
A maca é muito indicada para as pessoas que sofrem com a falta de concentração, cansaço físico e mental. Outra planta que também tem um bom efeito sobre esses sintomas é o Ginseng (Panax ginseng). Alguns estudiosos comparam a maca peruana com o Ginseng, mas estes comentam que a maca tem uma ação até melhor que o Ginseng.
Ah, Francis! Então quer dizer que se eu estiver cansado e sem ânimo, é só eu passar na farmácia e comprar a maca ou ginseng que o meu problema está resolvido? NÃO! Lembre-se que todo e qualquer fitoterápico (plantas que tem ação medicinal assim como os medicamentos, que podem ser na forma de extrato seco ou extrato alcoólico)  ele deve ser prescrito por um profissional habilitado e nas quantidades adequadas para o seu caso. Isso após prescrição e análise de exames laboratoriais. Ou seja, PROCURE UM NUTRICIONISTA!
Mas os estudos realizados com maca ainda não são conclusivos, necessitando assim de mais estudos e com melhores metodologias. Os cientistas acreditam que boa parte do efeito benéfico da planta pode estar relacionado a substâncias que estão presente em pequenas quantidades na planta. Entre essas substâncias estão os glicosinolatos, que também são encontrados em brássicas (couve, repolho, brócolis). Os glicosinolatos, para ter um bom efeito, precisam entrar em contato com uma enzima chamada mirosinase; essa enzima faz a quebra dos glicosinolatos e transforma em isotiocianatos, que tem uma boa ação antioxidante. Aproveito a oportunidade para lembrar os vários benefícios dos antioxidantes para o nosso organismos, entre eles a prevenção do câncer; evita o envelhecimento precoce; protege o coração; etc.
Os pesquisadores que estudam a maca apontam a falta de estudos da composição desta planta que parece ter muitos benefícios para a saúde do ser humano, entre eles estudos definindo muito bem a composição química da planta e quais serias as substâncias responsáveis pelos efeitos estudados da planta no ser humano e qual o mecanismo de ação. Até para que o profissional que for prescrever a planta o faça com base em estudos muito bem conduzidos.
Mas é sempre bom ressaltar que muitos dos seus sintomas podem estar relacionados a uma alimentação errada, e de nada adianta um fitoterápico maravilhoso sem os nutrientes necessário para que a planta tenha uma boa ação no seu organismo. Por isso, procure um nutricionista, cuide do seu intestino e da sua alimentação, ofertando os macro e micronutrientes para que seu corpo possa atingir e a potência máxima!

Fonte: A Nutricionista

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Óleo de Coco: Além de alimento, aliado da beleza. Oito dicas de como usá-lo


Dos benefícios do óleo de coco para a saúde, quando usado como alimento, já sabemos. É coadjuvante no emagrecimento, auxilia na redução das taxas de colesterol e fortalece o sistema imunológico, deixando-nos mais resistentes contra infecções causadas por vírus, bactérias e até fungos.
Mas ele pode também ser usado como aliado da beleza, como uma alternativa natural a cremes, por uma boa razão: é naturalmente antibacteriano e antifúngico, além de excelente hidratante facilmente absorvido pela pele.

1. Para hidratar as mãos secas
À noite, em casa, aplique uma pequena quantidade de óleo de coco nas mãos e massageie até que seja absorvido. Isso garantirá mãos macias e hidratadas no dia seguinte.
Se desejar também uma esfoliação, coloque um pouco de farelo de aveia no óleo de coco antes de aplicá-lo nas mãos.


2. Como iluminador das bochechas
Sobre o blush, no ossinho da bochecha, aplique com o dedo indicador uma pequena quantidade de óleo de coco para iluminar a maquiagem.


3. Para depilar as pernas
Substitua o creme de barbear ou a espuma por óleo de coco no momento de raspar as pernas. O óleo de coco amacia os pelos, facilitando o corte com a lâmina, e é naturalmente antimicrobiano. Além disso, a propriedade suavizante dele vai deixar suas pernas hidratadas, mas não gordurosas.


4. Como máscara hidratante para os cabelos
O óleo de coco tem a capacidade de penetrar nos fios e, além de hidratar, previne contra a perda de proteína, ao contrário dos óleos minerais.
À noite, com o cabelo limpo, aplique 1 colher de sopa de óleo de coco no comprimento dos fios e durma com ele. Na manhã seguinte, lave o cabelo normalmente. Seus fios estarão hidratados e macios. Se preferir, coloque algumas gostas do óleo de coco no condicionador usado regularmente.


5. Para remover maquiagem
O óleo de coco pode ser usado como removedor de maquiagem. Coloque uma pequena quantidade em uma bola de algodão e aplique no rosto para a remoção da maquiagem. Finalize com água morna. Além de remover a maquiagem, sua pele ficará suavemente hidratada.


6. Como hidratante corporal
O óleo de coco, aplicado topicamente na pele, funciona como um potente hidratante. Ele aumenta a hidratação e reduz a perda de água da pele. Pode também ajudar a acelerar a cicatrização de feridas. O cheiro é bom e deixa a pele macia e suave.


7. Como substituto do silicone de cabelos
Aplicar 3 gotas de óleo de coco nas pontas dos fios ajuda a mantê-los hidratados e macios. Use nos cabelos limpos como alternativa aos óleos e silicones.


8. Como óleo de massagem
Substitua os óleos minerais, que não são absorvidos pela pele, pelo óleo de coco. Por ser de origem vegetal, ele é facilmente absorvido e facilita a massagem. Se preferir, adicione algumas gotas de óleo essencial de lavanda para criar um óleo de massagem perfumado e relaxante.


Fonte: Mundo Verde

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

6 Lições de vida saudável que os pais devem ensinar para seus filhos


Sabe-se que os filhos imitam os hábitos dos pais, assim a rotina realizada pelos pais será a dos filhos, o que envolve hábitos de vida, como a prática ou não de esportes, e o tipo de alimentação que será seguida pelas crianças.

1 – Não deixe de realizar o café da manhã
Fazer a primeira refeição do dia de forma saudável é fundamental para garantir melhor capacidade de concentração e memorização, além de melhor humor nas crianças. Pesquisas recentes mostram ainda que realizar o café da manhã está associado a menores índices de obesidade, ossos mais fortes e dentes saudáveis. Porém, estudos revelam que boa parte das crianças e dos adolescentes acaba não realizando essa refeição devido ao horário corrido no período da manhã e à falta de hábito da família. Entre as opções práticas e saudáveis para o café da manhã estão frutas com flocos de quinoa, mingau de aveia com cacau e canela, bebida vegetal de arroz com flocos de milho, suco de frutas com pão integral e pasta de soja.

2 – Cuide do seu corpo
 Estudos apontam que cerca de 40% das meninas e 25% dos meninos do ensino fundamental estão insatisfeitos com seus corpos. Crianças infelizes e com baixa autoestima relatam mais frequentemente sentimentos de depressão, insegurança e ansiedade. Estimule seus filhos a praticar atividade física regularmente.

3 – Durma as horas necessárias
 Um estudo do Journal of Adolescent Health constatou que mais de 25% dos jovens entre 11 e 17 anos pesquisados tinham um ou mais sintomas de insônia e com isso estavam mais propensos a quadros depressivos e problemas na escola. As crianças e os adolescentes de hoje passam muito tempo no celular, computador, TV e videogame. Limite o tempo para essas atividades, afinal o sono é importante para repor as energias e fazer a compilação da memória.

4 – Consuma frutas, verduras, legumes e cereais integrais
 O hábito alimentar é formado na infância. Assim, se a criança cria hábitos saudáveis, terá mais chances de se tornar um adulto saudável e reduzir as chances de desenvolver doenças na idade adulta. Estimule seu filho a consumir cereais integrais, variedades de frutas, verduras e legumes, de preferência orgânicos, pois esses alimentos são a base de uma alimentação saudável. Dê o exemplo e consuma esses alimentos junto com seus filhos.

5 – Sempre que possível, faça as refeições com seus filhos reunidos
Um estudo do centro de pesquisa de nutrição infantil da Faculdade de Medicina Baylor, em Dallas, revelou que crianças que faziam as refeições em família comiam alimentos com menor teor de gordura e mais frutas e vegetais. Outro estudo espanhol com 282 adolescentes mostrou que aqueles que compartilhavam pelos menos cinco refeições em família por semana sofriam menos de ansiedade e depressão.

6 – Evite o consumo de refrigerantes
Os refrigerantes tradicionais são calóricos e ricos em açúcares, por isso contribuem para a obesidade infantil e para os riscos de desenvolvimento de diabetes, colesterol alto e hipertensão. O consumo frequente de refrigerante está associado a ossos mais fracos, cárie dentária e vício em cafeína. Ofereça e tenha sempre em casa sucos de frutas naturais, chás sem adição de açúcar e água de coco.

Fonte: Mundo Verde