Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Acabe com as manhas de crianças na hora das refeições


A hora das refeições pode ser um estresse para toda a família, especialmente quando os pequenos resistem a comer o que está à mesa.

O duelo é sempre o mesmo: os pais temem que os filhos não estejam comendo o suficiente para obter energia e as crianças preferem ingerir alimentos que nem sempre são saudáveis na opinião dos mais velhos.

Mas o que fazer quando seu filho se recusa categoricamente a comer frutas, legumes ou verduras?

Forçá-lo a comer, por exemplo, nunca é uma boa estratégia.

Pensando nisso, Alex Winters, apresentador do CBeebies, canal infantil da BBC, que também é pai, buscou algumas técnicas para estimular hábitos alimentares mais saudáveis nas crianças. Confira:
Influência positiva

Não há dúvida de que os hábitos alimentares das crianças são influenciados pelo que elas veem ao redor.

Se há muitos doces e batatas fritas em casa ou na casa de um amigo, então elas provavelmente vão querer comer isso.

Felizmente, a pressão social pode funcionar nos dois sentidos.

Como pais, somos o modelo de liderança para nossos filhos.

Se eles nos veem comendo regularmente, saboreando e desfrutando de alimentos saudáveis, e empolgados sobre o estamos ingerindo, vão estar mais dispostos a prová-los.

Por isso, se você conhece uma criança que é mais ousada em relação à média do paladar infantil (exemplo: comer jiló), convide-a para comer em sua casa com seus filhos em algum momento.

Ao vê-la comer frutas e legumes, o seu filho provavelmente vai querer emular esse comportamento.
Dê tempo ao tempo


Envolver a criança na preparação dos alimentos aumenta chances de que ela prove coisas novas

Depois de criar uma atmosfera positiva em torno de comida saudável, é hora do próximo passo.

Isso vai levar tempo. Aqui estão algumas sugestões:

- Introduza o novo alimento em pequenas porções de modo a não sobrecarregar o paladar de seu filho.

- Comece com pequenos pedaços de seu próprio prato. Uma criança pode demorar de 10 a 15 mordidas para se acostumar a um novo alimento.

- Prove o alimento junto com seu filho, mostrando que você também está disposto a saborear coisas novas.

- Mantenha-se sempre positivo, mesmo em momentos de tensão.

- Tenha em mente que dar a seu filho alimentos açucarados ou doces regularmente vai desenvolver o paladar deles para gostar desse tipo de comida.

- Tente fazer da refeição um momento descontraído e relaxado.

- Quando possível, envolva a criança na preparação dos alimentos. Fale sobre o que você come: que aspecto o alimento tem, de onde vem, como é produzido.

- Em vez de usar doces como motivação, tentar criar uma tabela de recompensas.

- Não se estresse. Você não é o único pai ou mãe que sofre com os filhos na hora das refeições.

- Esse é um momento que ocorre quando as crianças estão se tornando mais independentes.

Acredita-se que a rejeição a experimentar comidas novas é parte de um desenvolvimento evolutivo que surgiu para evitar que os pequenos comam alimentos potencialmente perigosos enquanto exploram o ambiente a seu redor.

Tente manter uma atitude positiva, especialmente quando se fala de comida.

Lembre-se de que as crianças mudam de humor todos os dias. Por isso, talvez agora rejeitem um alimento e amanhã estejam mais abertos a outras experiências gastronômicas.

Se existem alimentos que você prefere que seus filhos não comam ─ por exemplo, alimentos processados, ou carne, se você é vegetariano ─ não tente dar muita importância a eles, mas sim naqueles que eles podem comer à vontade.

Isso porque ao associarem um alimento a algo negativo, as crianças certamente estarão menos dispostas a experimentá-lo.

Fonte: INGR

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