Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Cuidados com a alimentação das crianças nas férias


A alimentação saudável não tira férias. Desde cedo, é importante que os pequenos saibam que pratos coloridos devem fazer parte de toda refeição, seja em casa ou não. Nas férias, como as crianças passam mais tempo em casa, é comum darem aquela escapadinha com as guloseimas. Por isso, é papel dos pais saber dosar e se aterem a quantidade de nutrientes e de comida que os pequenos ingerem.

Segundo a nutricionista Fernanda Lima, do Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual), o importante é ficar atento aos horários das refeições e dos lanches, já que eles tendem a variar muito durante este período.

― O ideal é que os pequenos realizem as três principais refeições do dia, intercalando com os lanchinhos.

Segundo a nutricionista, os pais e responsáveis devem manter o mesmo padrão alimentar e, durante as viagens, ajudar as crianças a montarem seu prato no restaurante.

― Na praia, evitar os petiscos, pois, além de não serem saudáveis, podem causar intoxicação alimentar se não forem corretamente manuseados.

De acordo com Fernanda, outra dica para os pequenos é deixar a merenda pré-preparada, evitando comprar lanches fora de casa, que geralmente são gordurosos.

― Recomendamos que os pais levem uma bolsa térmica com sucos, frutas e biscoitos integrais, por exemplo, para oferecer às crianças enquanto elas brincam.

Fonte: INGR

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Células do cérebro podem inibir apetite


Cientistas descobriram um grupo de células cerebrais que podem frear o desejo de comer. O estudo feito em camundongos mostra que a mudança de comportamento nesses neurônios influencia diretamente na alimentação.

Com a pesquisa, os cientistas acreditam poder contribuir com novas terapias contra a obesidade e a anorexia. Especialistas afirmaram que o estudo mostra um complexo circuito nervoso envolvido no controle do apetite.

Ao utilizarem raios laser para estimularem os neurônios, os pesquisadores passaram a controlar imediatamente o consumo de alimentos. O professor David Anderson, autor principal do estudo, afirmou que o resultado foi surpreendente.

— Foi como se você pudesse apertar um interruptor e evitar que os animais se alimentassem — afirmou para o site da BBC.

O passo seguinte foi fazer experimentos utilizando produtos químicos para imitar variadas percepções como saciedade, mal-estar, náuseas e gosto amargo. Nestes casos, os neurônios estavam ativos em todas as situações, o que sugere que o grupo está associado a diferentes estímulos.

— É provável que células similares existam no cérebro humano. Se isto é verdade, pode ser provado que elas estão envolvidas na inibição de comer e que poderiam proporcionar vias para o desenvolvimento de terapias para muitas desordens alimentares diferentes — afirmou Anderson.

Fonte: INGR

domingo, 3 de agosto de 2014

Benefícios da mandioquinha para a saúde


Nativa dos países andinos, entre o Equador e o Peru, a raiz de mandioquinha, também conhecida como batata salsa, tem aparência e características semelhantes aos membros da mesma família como a cenoura, a salsa, o aipo, o cominho e o endro.

Muito usada na culinária brasileira, a batata salsa possui, quando cozida, uma coloração mais forte do que a batata comum. Com raízes grossas e carnudas, a mandioquinha tem coloração branca ou creme, e a geada durante o inverno é essencial para uma boa colheita, sendo os lugares frios responsáveis pelas melhores safras. Normalmente colhe-se a mandioquinha quando tem cerca de seis a dez centímetros de comprimento puxando a planta inteira e colhendo as raízes, da mesma forma como é feito com as cenouras.

Fonte: INGR

sábado, 2 de agosto de 2014

Saiba como e onde doar leite materno


O leite materno traz muitos benefícios às mamães e aos bebês. Este é o alimento ideal para recém-nascidos por conter: proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água, itens necessários para que o neném cresça saudável.

Além disso, ele ajuda a deixar o organismo do bebê mais resistente contra doenças e infecções, ao mesmo tempo em que ajuda a mãe a voltar ao peso normal e a protege de doenças como o câncer de mama, ovário e osteoporose.
Mesmo conhecendo todos esses benefícios, existem mães que não possuem leite suficiente para amamentar seus filhos, enquanto outra o tem de sobra.

Para equalizar esta relação, foram criados os bancos de leite humano. Assim como acontece com as doações de sangue, é possível doar o leite materno excedente para ajudar hospitais e mamães necessitados.

Em 2013, a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano coletou 179.251 litros de leite, que foram entregues a 182 mil receptores. A organização garante que o leite passa por análises para garantir que ele é ideal para o consumo. Entre os pré-requisitos para ser uma doadora é necessário estar saudável e não usar medicamentos que impeçam a doação.

Como doar?

O primeiro passo para se tornar uma doadora é encontrar o posto de coleta mais próximo a você. Clique no link a seguir para saber:


Feito isso, começa o processo de retirada e armazenamento.
O ideal é que o leite seja guardado em um pote de vidro, com tampa de plástico. Uma opção é reaproveitar copos de maionese. Para isso, retire o rótulo e o papelão da parte interna da tampa, leve o pote com água e sabão, ferva-o por quinze minutos e deixe-o escorrer sobre um pano limpo (não enxugue). Use apenas depois que estiver seco.

De acordo com o a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, a melhor forma de retirar o leite para a doação é com as próprias mãos, evitando o uso de maquininhas.

Antes de iniciar, higienize bem as mãos e o antebraço. Despreze os primeiros jatos ou gotas e depois comece a armazenar o leite no frasco. Ele pode permanecer no congelador por até 15 dias sem perder suas propriedades e somente será doado após passar pelo processo de seleção, classificação e pasteurização.

Fonte: INGR

Dieta gordurosa pode comprometer o olfato


Dietas à base de alimentos gordurosos podem comprometer o olfato, segundo cientistas da Universidade Estadual da Flórida. Eles dizem ter encontrado uma considerável ligação entre uma alimentação ruim e "grandes mudanças estruturais e funcionais no sistema olfativo, que permite o sentido de cheiro".

A equipe diz ter descoberto ligações entre a obesidade e funções corporais que normalmente não são associadas. É a primeira vez que foi detectada uma "ligação sólida" entre dieta e olfato. E isso, segundo o o pesquisador PhD Nicolas Thiebaud, "abre uma série de possibilidades para pesquisas sobre obesidade".

Thiebaud liderou o estudo com o Professor Debra Ann Fadool e seu trabalho foi publicado no "Jornal da Neurociência". Um resumo do artigo diz que, atualmente, 65% dos americanos estão acima do peso. Sabe-se que isso implica, por exemplo, em doenças cardiovasculares e déficits cognitivos. Mas pouco é conhecido sobre o impacto da obesidade sobre os sistemas sensoriais.

A equipe também disse que, como o sentido de olfato é usado para orientar a escolha dos alimentos, se sua força ou capacidade for dificultada por maus alimentos, isso pode resultar em um círculo vicioso, perpetuando hábitos alimentares pobres.

Para a pesquisa, ratos receberam uma dieta rica em gordura durante seis meses. Ao mesmo tempo, eles eram ensinados a associar os odores com uma recompensa, que era a água. Os ratos com uma dieta rica em gordura foram mais lentos em aprender a associação do que aqueles que comiam normalmente. Além disso, eles se mostraram incapazes de se adaptar rapidamente a um novo odor.

"Mesmo quando os ratos alimentados com gordura foram submetidos a uma dieta de ração controlada, pela qual voltaram ao peso corporal normal eles ainda apresentavam capacidades olfativas reduzidas", disse Ms Fadool. "Ratos expostos a dietas ricas em gordura tinham apenas 50% dos neurônios que poderiam ajudá-los a codificar os sinais de odor."

A equipe pretende agora analisar se uma dieta rica em açúcar também pode resultar em efeitos negativos sobre o cheiro.

Fonte: INGR

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Nutrição, Clínica Ser e Cassi


Boa noite,

Hoje (01), dedicamos esta atualização extra para informar que a Clínica Ser e o serviço de Nutrição está atendendo ao plano de saúde CASSI.

Estamos à disposição para atendimento Nutricional!

Contato: (75) 3616 - 2113

Falar com Diana

Endereço: Rua Juracy Magalhães, 762 - Ponto Central - Feira de Santana/BA

Esperamos por você!

Roberta Escolástico N. Santos
Nutricionista
Clínica Ser

Entenda a sensibilidade ao glúten não celíaca


A sensibilidade ao glúten (SG) é caracterizada por sintomas intestinais e extra intestinais relacionados com a ingestão de alimentos contendo glúten, em pessoas que não são afetadas por doença celíaca (DC) ou alergia ao trigo. É uma condição na qual os sintomas são desencadeados pela ingestão de glúten, na ausência de anticorpos celíacos específicos e pela atrofia de vilosidades celíaca clássica, com o status de antígenos humanos leucocitários variáveis e variável presença da primeira geração de anticorpos anti-gliadina. Devido ao crescente aumento do mercado livre de glúten, parcialmente sustentado por pessoas que precisam de uma dieta livre de glúten, é necessário separar o joio do trigo.

A apresentação clássica de SG é uma combinação de sintomas da síndrome do intestino irritável, incluindo a dor abdominal, o inchaço, anormalidades no trânsito intestinal (diarreia ou constipação) e, manifestação sistêmicas como "mente nebulosa", dor de cabeça, fadiga, dores musculares e articulares, formigamento de membros, dermatite, depressão e anemia. Os gatilhos dos eventos da mucosa que levam a SG não são necessariamente representados pela mesma ordem de peptídeos de glúten responsáveis pelo desenvolvimento da DC.

Ao contrário da mucosa duodenal dos pacientes com DC, após a incubação de gliadina, a mucosa de pacientes com SG não apresenta marcadores inflamatórios e, seus basófilos não são ativados pela gliadina. Estudos in vitro sugerem que os inibidores de amilase-tripsina (enzima) do trigo possam fazer parte de um maior papel como gatilhos da resposta imune inata nos monócitos intestinais, macrófagos e células dentríticas, eventualmente levando a SG. Estudos recentes também apontam que além do glúten e das enzimas, carboidratos de cadeia curta de baixa fermentação e mau absorvidos possam estar relacionados com os sintomas da SG.

Fonte: INGR