Nutrição é um processo biológico em que o homem, utilizando-se de alimentos, assimila nutrientes para a realização de suas funções vitais.
Quando ele não sabe bem como fazer isso, é ao nutricionisca que ele recorre.
É importante salientar que o Blog visa como caráter informativo e que para um tratamento adequado, é preciso consultar um nutricionista para um tratamento personalizado.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Exercícios físicos no inverno pode aliviar fibromialgia


Quem sofre de fibromialgia sabe que, com a chegada do inverno, as dores nos tendões e articulações podem ficar mais acentuadas. Por isso, é importante que quem sofre com a doença dê atenção especial à prática de atividades físicas, que pode ser um grande aliado no alívio dos sintomas.
Estima-se que cerca de 60 milhões de pessoas sofram com problemas de dor crônica no País. Embora ainda não tenha cura para a fibromialgia, há muitas maneiras de atenuar seus efeitos.
Segundo a fisioterapeuta Mariana Schamas, a prática regular de exercícios físicos é indispensável no combate à fibromialgia.

― Além dos muitos benefícios à saúde, a atividade física é reconhecida como um método não medicamentoso de grande impacto na melhora da dor, do humor e da qualidade de vida dos pacientes com fibromialgia. É importante, no entanto, ressaltar que esses exercícios devem ser orientados por um profissional qualificado.

De acordo com a SBED (Sociedade Brasileira para Estudo da Dor), estimular a prática da atividade física supervisionada é muito importante para os portadores do problema. Por isso, a SBED e a Zodiac Produtos Farmacêuticos, realizam mensalmente, todas as quintas-feiras e sábados, no Parque do Ibirapuera, a campanha “Caminhada Pare a Dor”, que tem o objetivo de mostrar o exercício físico como uma forma alternativa de tratamento.

Fonte: INGR

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Produtos têm teor de sódio diferente das embalagens


Pesquisa inédita feita pelo Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) mostrou que 9,2% dos produtos enviados para análise apresentaram uma variação de sódio diferente do que é informado no rótulo. Todos os produtos integram o acordo voluntário firmado entre Ministério da Saúde e indústria alimentícia para redução dos teores do nutriente. Os resultados demonstram tanto variação para mais quanto para menos, avalia a nutricionista do Idec, Ana Paula Bortoletto.

O número é significativo e mostra a necessidade de se ampliar a fiscalização. Se ocorre com sódio, pode ocorrer também com outros componentes do produto.

Entre março e abril, foram enviados para análise 291 produtos, de 90 marcas. Do total, 27 apresentaram valores diferentes do informado na embalagem — dez tiveram variação do nutriente superior aos 20% permitidos pela legislação brasileira; e em 17, a concentração identificada no teste foi menor do que a estampada na tabela.

— Valores menores que os informados podem até ser considerados como um fator positivo para saúde. Mas esse é um sinal de descontrole e, principalmente, fere o direito do consumidor de ter acesso à informação correta.

Dieta com redução de sódio deve focar alimentos certos, defende especialista

Em alguns produtos analisados, a diferença é muito significativa. Sete deles apresentaram uma variação da quantidade de sódio superior a 40% daquela informada no rótulo. A análise da salsicha viena Frigor Hans, por exemplo, identificou uma quantidade do nutriente 66,3% maior do que a que havia sido informada no rótulo.

Para Rui Povoa, diretor da Sociedade de Cardiologia de São Paulo, "diferenças como essas podem comprometer um plano alimentar".

— Nutricionistas baseiam-se nas tabelas para formar as dietas.

O consumo excessivo do sal é considerado como fator de risco para hipertensão, doença que, por sua vez, pode levar a problemas cardíacos, distúrbios renais e circulatórios.

A Organização Mundial da Saúde recomenda ingestão de, no máximo, 6 gramas diárias do nutriente — o equivalente a 2,4 gramas de sódio.

No entanto, Povoa avisa que "o brasileiro consome o dobro".

— E boa parte dessa ingestão é proveniente de produtos industrializados.

O ideal, assegura, é fazer uma dieta com frutas, verduras, carnes magras e poucos alimentos industrializados.

— Como o sódio é conservante, ele muitas vezes é usado em produtos que nem imaginamos. Não adianta só fugir de comidas consideradas salgadas. Muitas vezes produtos com sabor adocicado têm teor significativo do nutriente.

Variação


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determina que embalagens de produtos alimentícios tragam a tabela nutricional. Ela permite, no entanto, uma variação de 20% a mais ou para menos nas informações da rotulagem. Essa flexibilidade é adotada para compensar eventuais diferenças nos métodos usados para fazer a análise do conteúdo nutricional, para reduzir o impacto provocado por questões climáticas, armazenamento e tempo de vida do produto.

A nutricionista do Idec diz que "não é necessária tamanha margem".

— Essa permissão feita pelo Brasil não ocorre, por exemplo, nos Estados Unidos. Eles não permitem a tolerância nos valores.

A gerente de produtos especiais da Anvisa, Antônia Aquino, afirma não haver nenhuma indicação de mudança na tolerância desse porcentual.

A agência tem um programa para monitorar a quantidade de sódio de diversas categorias de alimentos. Quando diferenças são encontradas, afirma Aquino, empresas são notificadas para corrigir as embalagens. De acordo com ela, a Anvisa não recebeu formalmente os resultados do trabalho feito pelo Idec. Mesmo assim, a agência poderá solicitar uma fiscalização para verificar tais incorreções e tomar ações necessárias.

Fonte: INGR

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Alimentos orgânicos são benéficos para a saúde


Uma pesquisa da Universidade de Newcastle publicada no "British Journal of Nutrition" concluiu que os alimentos orgânicos têm um nível de antioxidantes “substancialmente maior” e apresentam menores níveis de metais tóxicos e de pesticidas que os cultivados em métodos convencionais, usando fertilizantes químicos.

Elaborado a partir de 343 análises e trabalhos prévios, o estudo rebate parcialmente uma investigação da Universidade de Stanford realizada há dois anos, que chegou à conclusão de que os produtos orgânicos não eram necessariamente mais nutritivos ou benéficos para a saúde.

Para a equipe internacional da Universidade de Newcastle, no entanto, há “diferenças estatisticamente significativas” a favor dos produtos orgânicos, que contêm de 19% a 69% a mais de antioxidantes que as verduras e frutas convencionais. A presença de antioxidantes em verduras como brócolis e couve, ou em frutas como as uvas, contribuem notavelmente para a prevenção de doenças degenerativas e cardiovasculares.

O resultado do estudo apontou que trocar verduras convencionais por outras cultivadas com métodos ecológicos equivaleria a adicionar uma ou duas porções em cinco recomendadas por dia pelos nutricionistas para se ter uma dieta saudável.

Vários cientistas têm questionado as conclusões da pesquisa por ela ter sido financiada pela ONG Sheepdorve Trust (voltada ao apoiar iniciativas que aumentem a sustentabilidade, a biodiversidade e a agricultura orgânica) e pela União Europeia, além de ter sido dirigida pelo professor de Agricultura Ecológica, Carlo Leifert.

Após a crise econômica e as consequências dos estudos de opinião pública sobre a agricultura biológica, os resultados da pesquisa são positivos para o consumo de produtos orgânicos no Reino Unido.

De acordo com Helen Browning, diretora executiva da Soil Association, referência mundial em agricultura orgânica, estamos diante “uma investigação crucial que rebato o mito de que os métodos de cultivos não afetam a qualidade dos alimentos que comemos”.

A Soil Association levantou ainda que 55% dos consumidores britânicos compram orgânico por razões de saúde, frente a 53% que querem evitar produtos químicos, 44% que expressam sua preocupação pelo meio ambiente, 35% que afirmam que "sabem melhor" e 31% que o fazem pensando no "bom trato aos animais".

Fonte: INGR

terça-feira, 22 de julho de 2014

Nove alimentos que mais provocam alergia


Basta um pedacinho daquele alimento para provocar a indesejada alergia. O fenômeno é causado por uma resposta imunológica errada emitida pelo corpo. No caso dos alimentos, o sistema imunológico (responsável pela defesa do organismo) reage contra um tipo de proteína contida em determinada comida. De acordo com a alergologista e imunologista Ana Paula Castro, do Hospital Sírio Libanês, os alimentos campeões em causar alergia apresentam um tipo de proteína em comum que não é destruída na digestão. Dessa maneira, como o sistema imunológico não reconhece a substância, a resposta dele causa os sintomas desagradáveis, que em alguns casos podem ser ainda perigosos. Nas alergias é comum aparecerem sintomas como coceiras nos lábios, diarreia, vômitos, rouquidão, chiado nos pulmões e até mesmo anafilaxia. Neste último caso, a garganta fecha e impede a passagem do ar, ou a pressão arterial cai bruscamente. Veja abaixo os 10 alimentos campeões em provocar alergia. Informações do IG.

·         Caranguejo e siri
·         Lagosta
·         Camarão
·         Trigo e derivados
·         Ovo
·         Amendoim
·         Nozes
·         Castanhas
·         Leite e derivados

Fonte: INGR

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Cuidados com a alimentação protegem os dentes de leite


É necessário dar atenção à alimentação das crianças para que seus dentes permaneçam saudáveis. Até mesmo aquelas que ainda não trocaram os dentes de leite pelos permanentes precisam de cuidado, já que a dentição de leite guarda o espaço que será ocupado pela definitiva. "O açúcar é o inimigo número um dos dentes seja de leite ou definitivo", diz a dentista Samantha Góes Medeiros. Frutas são essenciais para a saúde dos dentes e podem substituir o consumo de doces pelas crianças. Produtos derivados do leite, como iogurte e queijos, também são importantes para fortalecer os dentes, além de prevenir contra cárie, pois reduz a perda de minerais do esmalte. Também é interessante adicionar limonada ao lanche das crianças, já que o limão elimina bactérias da boca e ajuda a acabar com mau hálito.

Fonte: INGR

domingo, 20 de julho de 2014

Alimentos previnem doenças causadas pelo tempo frio


Uma alimentação equilibrada, composta por frutas, legumes, verduras e grãos integrais, reforça o sistema imunológico e deixa o organismo mais resistente a vírus e bactérias. Desta forma, o balanceamento da alimentação pode prevenir doenças causadas pelo tempo frio. “Probióticos favorecem a imunidade de forma geral e alimentos ricos em vitamina C, em especial, previnem as doenças de inverno”, atesta o nutrólogo João César Castro Soares, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Confira a seguir alguns alimentos que ajudam a reforçar a imunidade: iogurtes e leites fermentados, alho, geleia real, chá branco, pólen, frutas cítricas, gengibre, chá verde, tomate, óleo de coco, cenoura, couve e mel.

Fonte: INGR

sábado, 19 de julho de 2014

Remédio usado para emagrecer causa efeitos colaterais


Pessoas que usam o remédio topiramato, descoberto nos EUA em 1979 para combater convulsões, como emagrecedor, relatam efeitos colaterais como adormecimento e formigamento em várias partes do corpo, náuseas, problemas de memória e muitas dificuldades com o reflexo motor, além de sonolência e dificuldade de concentração.

O uso com essa finalidade se tornou mais comum há dois anos, quando a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de emagrecedores à base de anfetaminas e restringiu a venda de sibutramina.

A proibição foi derrubada recentemente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados, mas essas substâncias ainda não voltaram às farmácias.

Enquanto isso, muitas pessoas com problemas de excesso de peso têm resolvido procurar o topiramato (Topamax). O remédio já tem sites criados por fãs e grupos de discussão.

Os efeitos colaterais relatados por usuários do remédio indicam risco para quem dirige automóveis ou máquinas ou que esteja envolvido em atividades que exijam alto grau de concentração.

Médicos afirmam que, como acontece com todo medicamento, o uso de topiramato requer atenção e cuidados por parte do profissional que o indica, mas também apontam que a droga pode de fato trazer benefícios a pessoas com excesso de peso.

DEPRESSÃO E PESO

A jornalista e especialista em comunicação Adriana Santos, 41, coordenadora do canal Minas Saúde, afirma ter começado a tomar topiramato por indicação de um psiquiatra. Ela diz ter sido sempre uma mulher magra, mas teve um aumento de peso durante um período de depressão. A doença, somada a medicamentos para combatê-la, fez com que Adriana engordasse quase 10 quilos.

"Tive formigamento nos pés e nas mãos e alterações de memória já nas primeiras semanas de uso. Mas, em compensação, o topiramato me ajudou no sono", afirma a jornalista, que perdeu rapidamente seis quilos e abandonou o medicamento após um ano. "Embora tenha me ajudado em uma fase da minha vida, eu acho que não tomaria o remédio novamente", diz.

Jaqueline da Silva afirma que está tomando o medicamento de 12 em 12 horas por prescrição de um endocrinologista. Ela relatou em um grupo de discussão os benefícios e efeitos colaterais que o medicamento vem causando.

"Tomo o remédio há cerca de um mês e já perdi 3,2 quilos. Mas, com os quilos, também se foi a paciência. Mas esse remédio realmente tira a fome", postou.

Já Fernanda Costa, 30, relatou sua infelicidade em ter de deixar o medicamento após perceber que ele a estava prejudicando ao ponto de impedir que tirasse o carro da garagem. Ela afirma que chegou a bater no carro do marido, durante uma manobra, e atribuiu o acidente ao uso do medicamento.

"Infelizmente tenho de usar os carros todos os dias para ir à faculdade", conta.

AÇÃO DA DROGA

O anticonvulsivante agiria numa área do cérebro que controla a saciedade, mas a substância também tem sido usada como coadjuvante no tratamento de transtornos de humor e até no combate à dependência de álcool e outras drogas.

Na história da medicina, vale dizer que não são incomuns medicamentos descobertos com uma finalidade que passam a ter uso completamente diverso.

Para o médico Henri Bischoff, especialista em controle do metabolismo, a proibição de anfetaminas pela Anvisa deixou os médicos "à mercê de medicamentos que não têm como objetivo o emagrecimento, mas como um de seus efeitos colaterais".

"As anfetaminas, bem ou mal, cumpriam seu papel de controle da compulsão alimentar", afirma Bischoff. "O topiramato tem como principal efeito [colateral] a retirada da fome à noite. Ele deve ser sempre iniciado em dose baixa para minimizar os efeitos [ruins]", declara.

O médico afirma que só indicaria o topiramato para emagrecer se o paciente tivesse índice de massa corporal maior que 30 (o que indica obesidade) e fosse refratário a outros medicamentos.

Segundo Danilo Antônio Baltieri, professor da Escola de Medicina Fundação ABC e integrante do Grupo Interdisciplinar de Estudos sobre o Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria do HC, estudos apontam que usuários do topiramato têm redução de peso que vai de 6% a 16% nos primeiros quatro meses de uso.

Para o médico e psiquiatra, a atenção que o topiramato vem recebendo como emagrecedor é justificável, mas faltam registros científicos sobre o abuso dessa medicação.

Baltieri afirma ainda que o mecanismo neurobiológico pelo qual o medicamento leva à perda de peso não é totalmente conhecido.

Fonte: INGR